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sábado, 8 de maio de 2010
Dia das mães.
Era uma vez um papai e uma mamãe que queriam muito ter um filho, eles estavam muito tristes, pois não conseguiam tê-lo. Às vezes até choravam...
Um dia eles foram até o hospital e havia uma “moça boazinha” que conversou com eles, e perguntou:- Porque vocês estão chorando? E o papai e a mamãe responderam: - nós estamos chorando, pois não temos um filhinho. Nesse momento a “moça boazinha", falou que eles podiam parar de chorar, pois ela iria dar o bebê dela que tinha acabado de nascer para aquele casal. O casal ficou muito feliz e veio para casa com o filho, que foi muito amado e todos: papai, mamãe e filhinho viveram felizes para sempre!
Essa história fez parte da nossa vida por muitos anos, aliás, faz parte até hoje. Pois foi com ela que eu contei para meus filhos a história da vida deles sobre a adoção.
No início eu sempre contava a história na terceira pessoa, sem citar nomes ou referencias a nossa família. Até que um dia meu filho disse:- Mamãe, esse menino era eu, né! E os pais que choravam eram vocês!
Nesse momento eu confirmei e por diversas vezes, antes de dormir, meu filho pedia para que eu contasse a história da "moça boazinha". Com o passar do tempo e com a chegada da nossa segunda filha, também adotiva, a história voltou a fazer parte da nossa rotina.
Um dia meu filho, já na adolescência, comentou comigo que havia lembrado da história da "moça boazinha" e completou a frase dizendo que achava que de boazinha ela não tinha nada.
Percebi que havia chegado a hora de conversamos mais seriamente sobre a adoção e sobre a nossa relação familiar. Conversei com ele, explicando que aquela "moça boazinha" tinha feito aquilo por amor e com muita coragem. Pois se ela não fosse tão caridosa, nós não seríamos hoje uma família. E completei dizendo, que o que unia a nossa família era o amor que existe entre nós quatro. Não temos laços sanguíneos, somente amor.
Sempre quando estamos às vésperas do dia das mães, eu agradeço muito a Deus por ter colocado em nosso caminho não só uma, mas duas "moças boazinhas", pois foi através delas que hoje temos lindos, saudáveis e maravilhosos filhos.
A adoção é um ato de amor, coragem e resignação.Aproveito esta oportunidade para desejar a ambas, onde elas estiverem, muita saúde, paz e felicidade.
Feliz dia das mães!
Na foto, a homenagem a minha mãe, que foi uma mulher muito especial, amada por nós e que deixa muita saudade! Te amo mamãe!.
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domingo, 18 de abril de 2010
Reportagem da Revista Metrópole
Revista Metropole
‘Domar’ com amor
Coisa certa: educadora lança luz sobre as pedras do caminho da criação de filhos sem que os pais precisem recorrer aos exageros dos reality shows
A velha máxima de que criança deveria vir com manual de instruções faz algum sentido, afinal nem todo pai e mãe conta com a assessoria de uma super-mega-babá televisiva com mil titulações e anos de experiência em domar ferinhas. Para a sorte dos que sofrem alguns percalços na tarefa de criar filhos felizes e bem resolvidos (embora não a ponto de se inscreverem em um reality show), há profissionais como a psicopedagoga Debora Corigliano para jogar luz sobre as questões mais delicadas dessa jornada.
Especialista em educação infantil pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Debora é autora do livro Orientando Pais, Educando Filhos (Editora Autores Associados), publicado no ano passado, e integra a equipe do portal Super Nanny (www.supernanny.com.br), com conteúdo sobre o universo infantil (e nenhuma relação com o programa de tevê homônimo). Também atua como conselheira educacional em escolas e presta atendimento domiciliar pelo projeto Pais e Filhos, criado por ela.
Metrópole - Criar um filho é algo extremamente complicado mesmo?
Debora Corigliano - Educar um filho é um ato de amor, com erros, acertos e muita intenção de que tudo dê certo. Complicamos quando ultrapassamos nossos limites, querendo buscar a todo instante a perfeição. Cobramos-nos e transferimos isso aos nossos filhos, gerando assim as frustrações, as intolerâncias e os grandes erros.
Muitos pais penam com a culpa por trabalhar demais. Aquela coisa do “tempo de qualidade” com os filhos procede?
Sim, é preferível você ficar duas horas por dia com seu filho, dando atenção, carinho e participando um da vida do outro, do que um dia inteiro com brigas, intolerância, cobranças e agressões.
As crianças tendem a disputar umas com as outras. Como ensiná-las a ser cordatas e a se defender sem encorajar agressões?
Os pais não podem estimular o filho a ceder sempre. Se a criança acabou de ganhar um presente de aniversário e o amiguinho quer brincar, a orientação será para que o presenteado brinque primeiro e depois, se quiser, empreste. Já em outra situação, vale investir no ato da troca de brinquedos, no saber esperar (“o próximo a brincar no balanço é você!”), e o mais importante, e também mais difícil, dependendo da idade, o brincar juntos com um único brinquedo. Esse exercício de convivência social só vai ser superado se praticado constantemente. Se a criança é agredida, a orientação é que ela saiba se defender e não revidar. Fale que quando o amigo vier pegar o brinquedo e ela não quiser emprestar, se afaste ou chame o adulto que está supervisionando. Já se seu filho for o agressor, incentive-o a pedir o brinquedo ao invés de arrancar da mão do amigo ou bater.
Como conciliar a educação de filhos com personalidades muito diferentes entre si? Tem que mudar o discurso?
Claro! Os pais devem sempre observar seus filhos nas mais diversas atividades. Saberão que para o tímido vale uma postura mais objetiva e discreta. Já para o agressivo, uma postura firme, porém acolhedora. Uma dica importante: nunca comparem seus filhos, mesmo os gêmeos. Cada criança tem seu tempo.
Defina o que é limite e diga quando e de que forma começar a aplicá-lo.
Em poucas palavras, limite é dizer “sim” com amor e “não” sem temor. Vejo muitos pais pensando que poderão traumatizar os filhos. Mas ao dizer “não”, eles estarão demonstrando amor, respeito, segurança. O limite é necessário para o desenvolvimento de qualquer pessoa. E desde muito cedo a criança precisa de parâmetros bem definidos para que possa crescer saudável e segura.
Vemos em programas de tevê crianças incontroláveis que foram “domadas” por uma profissional, aparentemente em pouco tempo. Como se opera essa “mágica” de transformar pestinhas em anjinhos?
O que realmente acontece é que nossos filhos percebem as brechas que deixamos no processo de educá-los. Eles nos testam e aprendem com facilidade a usar alguns artifícios, como choros e tapas. Uma mudança de atitude dos pais refletirá imediatamente nos filhos. Eu tenho um exemplo prático. Atendi pais que enfrentavam problemas de comportamento do filho de 5 anos e não sabiam mais o que fazer. Semanalmente, nos encontrávamos para que eu os orientasse sobre como lidar com o menino, que eu não conheci. Passados dois meses, o casal estava muito feliz com ele. Eu disse, então, que quem havia passado por mudanças para melhor eram eles, e que suas ações se refletiam no filho. Assim, é possível transformar pais desorientados em pais focados no processo e calmos na ação; com isso, os “pestinhas” viram crianças normais.
Então a culpa por esses comportamentos terríveis é sempre dos pais?
Os jovens pais de hoje não têm um padrão de educação a ser seguido. Não querem educar como foram educados, não querem traumatizar e acabam sendo permissivos demais. Carecem de orientação. Dão opções demais para seus filhos, quando eles precisam de decisões de um adulto para ter como exemplo, para se sentirem seguros.
A adolescência do filho é realmente a fase mais complicada do trabalho de ser pai?
Na primeira infância, plantamos todas as sementes. Até os 7 anos se forma a personalidade. Já na adolescência, colhemos. Isso não nos redime de uma fase conflituosa, que é normal. Mas se iniciamos esse processo numa base familiar sólida, passaremos por ela com mais tranquilidade.
O que a senhora pensa sobre castigos físicos? Qual a melhor forma de punir?
Quando você bate no seu filho por algo errado que ele tenha feito, está ensinando-o a solucionar um problema com a agressão. Por isso, bater não resolve. Há algo que ajuda muito, o famoso “combinado”. Tudo o que combinamos com nossos filhos, podemos cobrar. Por exemplo, antes de entregar a caixa de brinquedos, diga “eu deixo você brincar, bagunçar tudo, mas quando você acabar, terá que recolher, combinado? Caso isso não aconteça, na próxima vez vamos reduzir a quantidade de brinquedos até que você consiga guardá-los”. Lembre-se que a punição, seja para qual idade for, deve sempre ser relacionada ao fato em si. Sujou, deve limpar, e não ficar sem videogame. O significado das regras e dos combinados deve ser claro. Regras são imutáveis: se transgredidas, implicarão em punições. Já os combinados são mutáveis, dependendo da situação.
Como trabalhar a sexualidade infantil?
Sempre a verdade é mais fácil de lidar. Se seu filho pergunta por que ele tem “pipi” e a amiga não, responda que as pessoas possuem muitas diferenças, como cor dos cabelos, peso, altura, e que ele, por ser menino, tem pênis, e a amiga dele, ou a própria mãe, tem vagina. O importante é que as respostas sejam curtas e objetivas.
A pedofilia é uma praga que assusta os pais. Como ensinar as crianças a se defenderem?
O importante é que elas saibam que suas partes íntimas devem ser preservadas, por serem delicadas, e que pessoas estranhas não podem ficar vendo ou colocando a mão, e se caso isso acontecer, é fundamental que ela reporte aos pais. Um dos sinais de que a criança está sofrendo abuso sexual é a mudança de comportamento repentina, principalmente no contato físico, como abraço, carinho, beijo. Se houver constrangimento nessa ação que antes era normal, fique alerta e procure investigar.
‘Domar’ com amor
Coisa certa: educadora lança luz sobre as pedras do caminho da criação de filhos sem que os pais precisem recorrer aos exageros dos reality shows
A velha máxima de que criança deveria vir com manual de instruções faz algum sentido, afinal nem todo pai e mãe conta com a assessoria de uma super-mega-babá televisiva com mil titulações e anos de experiência em domar ferinhas. Para a sorte dos que sofrem alguns percalços na tarefa de criar filhos felizes e bem resolvidos (embora não a ponto de se inscreverem em um reality show), há profissionais como a psicopedagoga Debora Corigliano para jogar luz sobre as questões mais delicadas dessa jornada.
Especialista em educação infantil pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Debora é autora do livro Orientando Pais, Educando Filhos (Editora Autores Associados), publicado no ano passado, e integra a equipe do portal Super Nanny (www.supernanny.com.br), com conteúdo sobre o universo infantil (e nenhuma relação com o programa de tevê homônimo). Também atua como conselheira educacional em escolas e presta atendimento domiciliar pelo projeto Pais e Filhos, criado por ela.
Metrópole - Criar um filho é algo extremamente complicado mesmo?
Debora Corigliano - Educar um filho é um ato de amor, com erros, acertos e muita intenção de que tudo dê certo. Complicamos quando ultrapassamos nossos limites, querendo buscar a todo instante a perfeição. Cobramos-nos e transferimos isso aos nossos filhos, gerando assim as frustrações, as intolerâncias e os grandes erros.
Muitos pais penam com a culpa por trabalhar demais. Aquela coisa do “tempo de qualidade” com os filhos procede?
Sim, é preferível você ficar duas horas por dia com seu filho, dando atenção, carinho e participando um da vida do outro, do que um dia inteiro com brigas, intolerância, cobranças e agressões.
As crianças tendem a disputar umas com as outras. Como ensiná-las a ser cordatas e a se defender sem encorajar agressões?
Os pais não podem estimular o filho a ceder sempre. Se a criança acabou de ganhar um presente de aniversário e o amiguinho quer brincar, a orientação será para que o presenteado brinque primeiro e depois, se quiser, empreste. Já em outra situação, vale investir no ato da troca de brinquedos, no saber esperar (“o próximo a brincar no balanço é você!”), e o mais importante, e também mais difícil, dependendo da idade, o brincar juntos com um único brinquedo. Esse exercício de convivência social só vai ser superado se praticado constantemente. Se a criança é agredida, a orientação é que ela saiba se defender e não revidar. Fale que quando o amigo vier pegar o brinquedo e ela não quiser emprestar, se afaste ou chame o adulto que está supervisionando. Já se seu filho for o agressor, incentive-o a pedir o brinquedo ao invés de arrancar da mão do amigo ou bater.
Como conciliar a educação de filhos com personalidades muito diferentes entre si? Tem que mudar o discurso?
Claro! Os pais devem sempre observar seus filhos nas mais diversas atividades. Saberão que para o tímido vale uma postura mais objetiva e discreta. Já para o agressivo, uma postura firme, porém acolhedora. Uma dica importante: nunca comparem seus filhos, mesmo os gêmeos. Cada criança tem seu tempo.
Defina o que é limite e diga quando e de que forma começar a aplicá-lo.
Em poucas palavras, limite é dizer “sim” com amor e “não” sem temor. Vejo muitos pais pensando que poderão traumatizar os filhos. Mas ao dizer “não”, eles estarão demonstrando amor, respeito, segurança. O limite é necessário para o desenvolvimento de qualquer pessoa. E desde muito cedo a criança precisa de parâmetros bem definidos para que possa crescer saudável e segura.
Vemos em programas de tevê crianças incontroláveis que foram “domadas” por uma profissional, aparentemente em pouco tempo. Como se opera essa “mágica” de transformar pestinhas em anjinhos?
O que realmente acontece é que nossos filhos percebem as brechas que deixamos no processo de educá-los. Eles nos testam e aprendem com facilidade a usar alguns artifícios, como choros e tapas. Uma mudança de atitude dos pais refletirá imediatamente nos filhos. Eu tenho um exemplo prático. Atendi pais que enfrentavam problemas de comportamento do filho de 5 anos e não sabiam mais o que fazer. Semanalmente, nos encontrávamos para que eu os orientasse sobre como lidar com o menino, que eu não conheci. Passados dois meses, o casal estava muito feliz com ele. Eu disse, então, que quem havia passado por mudanças para melhor eram eles, e que suas ações se refletiam no filho. Assim, é possível transformar pais desorientados em pais focados no processo e calmos na ação; com isso, os “pestinhas” viram crianças normais.
Então a culpa por esses comportamentos terríveis é sempre dos pais?
Os jovens pais de hoje não têm um padrão de educação a ser seguido. Não querem educar como foram educados, não querem traumatizar e acabam sendo permissivos demais. Carecem de orientação. Dão opções demais para seus filhos, quando eles precisam de decisões de um adulto para ter como exemplo, para se sentirem seguros.
A adolescência do filho é realmente a fase mais complicada do trabalho de ser pai?
Na primeira infância, plantamos todas as sementes. Até os 7 anos se forma a personalidade. Já na adolescência, colhemos. Isso não nos redime de uma fase conflituosa, que é normal. Mas se iniciamos esse processo numa base familiar sólida, passaremos por ela com mais tranquilidade.
O que a senhora pensa sobre castigos físicos? Qual a melhor forma de punir?
Quando você bate no seu filho por algo errado que ele tenha feito, está ensinando-o a solucionar um problema com a agressão. Por isso, bater não resolve. Há algo que ajuda muito, o famoso “combinado”. Tudo o que combinamos com nossos filhos, podemos cobrar. Por exemplo, antes de entregar a caixa de brinquedos, diga “eu deixo você brincar, bagunçar tudo, mas quando você acabar, terá que recolher, combinado? Caso isso não aconteça, na próxima vez vamos reduzir a quantidade de brinquedos até que você consiga guardá-los”. Lembre-se que a punição, seja para qual idade for, deve sempre ser relacionada ao fato em si. Sujou, deve limpar, e não ficar sem videogame. O significado das regras e dos combinados deve ser claro. Regras são imutáveis: se transgredidas, implicarão em punições. Já os combinados são mutáveis, dependendo da situação.
Como trabalhar a sexualidade infantil?
Sempre a verdade é mais fácil de lidar. Se seu filho pergunta por que ele tem “pipi” e a amiga não, responda que as pessoas possuem muitas diferenças, como cor dos cabelos, peso, altura, e que ele, por ser menino, tem pênis, e a amiga dele, ou a própria mãe, tem vagina. O importante é que as respostas sejam curtas e objetivas.
A pedofilia é uma praga que assusta os pais. Como ensinar as crianças a se defenderem?
O importante é que elas saibam que suas partes íntimas devem ser preservadas, por serem delicadas, e que pessoas estranhas não podem ficar vendo ou colocando a mão, e se caso isso acontecer, é fundamental que ela reporte aos pais. Um dos sinais de que a criança está sofrendo abuso sexual é a mudança de comportamento repentina, principalmente no contato físico, como abraço, carinho, beijo. Se houver constrangimento nessa ação que antes era normal, fique alerta e procure investigar.
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sexta-feira, 26 de março de 2010
uma data especial !
Hoje , por volta das 18 hs nasceu meu sobrinho neto, o Pedro. É muito bom ter uma nova vida em nossa família . Um criança nos renova, nos deixa com mais esperança, nos torma feliz! Ele é o nosso segundo sobrinho neto, o primeiro é o Enzo que amanhã comemora 2 anos de vida!
Ver a família crescendo, é muito gostoso, principalmente para nós ( eu e minha irmã) que não temos mais nossos pais vivos e nem nossos avós. Agora minha irmã Denise é a avó da família. Lembro-me dos tempos em que brincavamos juntas, apesar da diferença de idade ( 6 anos). Passamos por tantas coisas juntas e agora poderemos comemorar juntas a chegada do pequeno Pedro.
Quero aproveitar este espaço que tenho, para desejar tudo de bom para o Pedro, que sua vida seja repleta de amor, paz e saúde e que possamos paparicá-lo muito!!!
Aproveito também para desejar ao Enzo muitas felicidades pelo seu aniversário. Que continue sendo esse menino lindo e especial para todos nós. Saudades de você, Enzo!
Que Deus ilumine nossa família com muitas crianças , e que possamos vê-las crescendo e felizes!
Um beijo !
Ver a família crescendo, é muito gostoso, principalmente para nós ( eu e minha irmã) que não temos mais nossos pais vivos e nem nossos avós. Agora minha irmã Denise é a avó da família. Lembro-me dos tempos em que brincavamos juntas, apesar da diferença de idade ( 6 anos). Passamos por tantas coisas juntas e agora poderemos comemorar juntas a chegada do pequeno Pedro.
Quero aproveitar este espaço que tenho, para desejar tudo de bom para o Pedro, que sua vida seja repleta de amor, paz e saúde e que possamos paparicá-lo muito!!!
Aproveito também para desejar ao Enzo muitas felicidades pelo seu aniversário. Que continue sendo esse menino lindo e especial para todos nós. Saudades de você, Enzo!
Que Deus ilumine nossa família com muitas crianças , e que possamos vê-las crescendo e felizes!
Um beijo !
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Querida Professora...
Era uma vez uma escola muito bonita.
Suas paredes eram coloridas, seus parques eram grandes e com vários brinquedos. Havia também um jardim com muitas flores e uma horta bem verdinha. As salas eram claras, arejadas e com brinquedos coloridos, tintas e massinhas. Tudo era lindo, limpo e organizado.
Um dia a Fada Alegre, passeando pela cidade, viu essa bela escola e resolveu conhecê-la. Ao chegar lá percebeu a beleza do lugar, porém sentiu que faltava algo. Parou, olhou ao seu redor e percebeu que naquela escola não tinha vida. Faltava movimento, sons, risadas e alegria. Esses atributos juntos pensou ela, só quem reúne, são as crianças.
É isso! O que faltava nessa escola eram crianças.
Neste momento ela convidou muitas crianças para virem à escola. As crianças começaram a chegar e aos poucos foram se encantando com o que encontravam.
O parque já não era o mesmo, os brinquedos se movimentavam, o som das risadas contaminava o ambiente.
Nas salas os brinquedos imóveis nas prateleiras, passaram a ter vida na imaginação das crianças. As bonecas passavam de mão em mão, os carrinhos percorriam todo o espaço. Muita movimentação passou a acontecer neste espaço.
A bola que estava paradinha no canto da quadra, rolava feliz ao encontrar o pé de cada menino que a disputava.
Mas algo ainda não estava completo.
A Fada Alegre observava as crianças brincando euforicamente. Algumas entravam em atritos, outras não sabiam ao certo como brincar. Muitas precisavam de auxílio para se comunicar. Foi neste momento que a Fada percebeu que a escola não é um lugar apenas para brincar, ali podiam acontecer muitas outras coisas. As crianças poderiam aprender bastante, vivenciar novas experiências, desenvolver uma potencialidade que só a vida coletiva oferece. Mas quem, pensou a Fada, poderia ficar com essas crianças?
Teria que ser uma pessoa que gostasse de criança, que fosse paciente, alegre, dinâmica e conhecesse o desenvolvimento desses pequenos seres e tivesse boa vontade. Onde achar um ser assim?
Pensou... Pensou.....e pesquisou......Descobriu que somente a Professora reúne todas essas habilidades. A professora é capaz de brincar e ensinar ao mesmo tempo, é capaz também de elaborar com seus alunos projetos maravilhosos e leva-los a lugares nunca imaginados. A professora é o exemplo, é o colo desejado, o carinho e a expressão de afeto.
Com essa descoberta a Fada Alegre saiu e foi procurar algumas professoras dispostas a participar dessa escola tão linda e cheia de vida.
No início do caminho encontrou uma moça calma com muitas idéias na cabeça e muita vontade de realizá-las, encontrou também uma professora que com seu instinto maternal acolhe seus alunos de uma forma muito especial. Fazendo um rodopio entre as flores do jardim a Fada avistou uma professora de ballet, um misto de bailarina e ação, propondo a seus alunos muitas atividades divertidas. Neste momento a Fada parou e prestou atenção em uma música doce e suave que surgia no ar, era a Professora de música que encantava seus alunos com belas melodias.
Sem parar de procurar, a Fada chegou à beira de um lago. Lá ela notou uma linda moça morena , que corria com algumas crianças, todos estavam felizes. O mesmo acontecia com a calma professora que brincava de esconde-esconde com seus pequeninos.
A Fada estava feliz pelas descobertas feitas. Cada uma com suas particularidades, cada uma com suas qualidades e percepções.
Quando a Fada conseguiu reunir na escola, as crianças e as professoras todos ficaram mais felizes, pois onde existe amor, respeito, carinho e profissionalismo tudo fica melhor.
Feliz dia das professoras!
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Falando sobre.....Família

Outro dia, assistindo a um filme americano, observei uma cena típica de café da manhã entre uma família normal.
A mãe preparando algumas panquecas, a mesa farta com suco, cereais e pães entre outras coisas. Todos estavam sentados a mesa conversando e depois de satisfeitos, cada um tomou seu rumo para iniciar o dia. Pai e mãe foram para o trabalho e os filhos para a escola. Quem de nós consegue isso hoje em dia, não digo a mesa farta, me refiro a sentar a mesa e tomar um simples leite com café conversando com os membros da família?
Acordamos apressados, corremos o dia inteiro e quando nos sobra um tempo, usamos em função única, nunca em função da família.
Percebo que alguns pais, ao longo da semana, se organizam para freqüentar uma academia, jogar futebol, fazer terapia, porém não dispõe de um tempo para seus filhos. A rotina da casa e o ato de “cuidar” não superam as necessidades afetivas de seu filho.
Hoje vemos filhos órfãos de pais vivos. A rotina da casa está tão dinâmica na ação do cuidar, alimentar, vestir que não sobra tempo para conversar, brincar, viver em família.
Você pode me perguntar: - Mas como organizar o tempo para poder ser presente na vida do meu filho?
Precisamos transformar o tempo, seja ele qual for em ações produtivas e prazerosas para a família.
• Perder um capítulo da novela em função de brincar com seu filho é ganhar na afetividade do relacionamento de vocês.
• Levar seu filho, às vezes, com você ao futebol é ganhar no vínculo afetivo que se fortalecerá.
• Sentar para ouvi-lo, dar atenção e ter paciência para fatos que ele conta, não é perder tempo, é ganhar na qualidade do relacionamento.
Traga seu filho para a dinâmica da casa, quando ele se sente útil dentro do contexto familiar, ele valoriza tudo ao seu redor, e a relação fica mais saudável e feliz.
Uma criança que é ouvida na infância se tornará um adolescente falante, que contará em casa o que anda fazendo fora dela, pois ele saberá que em sua família existem pessoas que o escutam e que dialogam.
Precisamos valorizar a relação familiar. A família é a base, a responsável por transmitir os valores morais e sociais. Pensem nisso em cada atitude que terão com seus filhos.
Dúvidas sobre este assunto? Escreva-me
domingo, 27 de setembro de 2009
Felicidade em ser pai ou mãe!

A Felicidade está nas pequenas coisas! Com certeza você já ouviu isso inúmeras vezes e nem acreditou , porque a felicidade geralmente é para outras pessoas e não para você!
Errado , completamente errado. A felicidade está em tudo , no amanhecer, no sorriso, no prazer , no amor, no abraço carinhoso, no sorriso de uma criança, etc.
Hoje quero falar da felicidade que sentimos quando nos tornamos pai/mãe.
Ter um filho é algo único , sendo ele o terceiro ou quinto , não importa. Mesmo que seja biológico ou adotivo, saudável ou especial , filho é sinônimo de amor e fim de papo.
Quer dizer vamos começar nosso papo, pois falar de filhos é muito bom. Você já teve essa atitude ou já viu alguma amiga voltando da licença maternidade , o assunto dela e 100% sobre o bebê, sobre leite, fraldas, noites mal dormidas mas quando ela saca o álbum de fotos do pequeno nenê e sai mostrando para todos sente-se a mulher mais feliz do mundo. O mesmo acontece com o pai, ele passa a contar qualquer atitude de seu filho como sendo algo extraordinário e que só o filho dele faz, sabe como chama isso : Felicidade.
Cada dia que você passa ao lado de seu filho é motivo de se sentir melhor, mais feliz.
Problemas existem, é lógico que sim. Seu filho cresce, vêm as dificuldades , as dúvidas de como lidar com a educação, os limites à busca incessante em ser o melhor pai/mãe e criar e educar o melhor filho. Mas aí você pode dizer : - e onde encontramos a felicidade em educar um filho e lidar com tantas situações conflituosas?
A resposta está no AMOR, tudo o que é feito com amor fica mais fácil e com certeza será o caminho para felicidade.
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