Fim de ano. Para muitos, férias à vista! Para outros, tempo de sufoco para não repetir de ano na escola… Se seus filhos se encaixam nesta segunda alternativa, amiga, não perca as esperanças. Seja lá qual for a idade das crianças, com a sua presença e orientação nos estudos elas ainda têm chances de recuperar as boas notas! Pelo menos nas escolas que ainda não realizaram as provas finais…
De acordo com a psicopedagoga Debora Corigliano, neste momento de tensão, os pais não devem brigar ou punir os filhos por conta das notas. Acompanhe na entrevista a seguir de que forma você pode, de fato, ajudá-los.
- Os alunos que estão “pendurados”, lutando por notas boas para conseguirem passar de ano, ainda têm chances a esta altura do ano letivo?
Debora – Depende de quanto ele precisa em relação à nota e também da escola. Algumas escolas já estão em provas finais e acabam dando a chance na recuperação e no conselho de classe. Precisamos pensar que para o aluno ser aprovado pelo conselho ele tem quer estar bem em algumas matérias.
- De que forma estes alunos devem estudar para garantirem o sucesso nas notas?
Debora – Focando no conteúdo que será dado na prova. Participando das aulas de reforço que a escola oferece e, dependendo da idade do aluno, tendo um acompanhamento por parte dos pais.
- De que forma os pais devem orientar os filhos nesta situação?
Debora – Ajudando-os no que for necessário. Agora não é o momento de brigar, punir e fazer chantagens do tipo: ‘se você não passar de ano vai acontecer tal coisa’! Isso só atrapalha o momento difícil que o aluno está passando.
- Professor particular é fundamental nesta hora?
Debora – Sim, se o problema for de conteúdo, ou melhor falta de conteúdo. Se o problema por de origem emocional o mais sensato é procurar uma psicopedagoga.
- Os pais devem impor regras do tipo: ‘se não passar de ano não ganha presente de Natal’, ou, ‘se não conseguir boas notas não vai viajar nas férias’… Este tipo de coisa ajuda ou atrapalha ainda mais? Vale para todas as idades?
Debora – Acho que respondi na anterior. Se a criança não está indo bem na escola, os pais devem procurar qual é o real problema. Se o aluno está estudando e mesmo assim não consegue nota, precisa de ajuda e não de punição. Agora se o aluno é desinteressado, não faz as lições, não apresenta bom comportamento e por esses motivos irá repetir de ano, acredito que a punição já está dada: a repetência! Cabe aos pais conscientizá-lo do prejuízo que terá em sua vida acadêmica. Sou a favor de dar uma punição que esteja diretamente ligada ao ato em si. Se não estudou, a penalidade será estudar mais tempo e ter vídeogame ou computador menos tempo. E assim por diante…
- No caso da aprovação, a criança deve ganhar algum tipo de “recompensa”? E, na reprovação, algum tipo de castigo?
Debora – No caso de aprovação, ou de notas boas nas provas, o primeiro prêmio deverá ser o reconhecimento pelos pais, com um incentivo, um forte abraço e um beijo. E pelo mérito a criança poderá escolher algo que farão juntos para comemorar… Agora na reprovação, o ato pune por si só. Não adianta agora ficar falando e humilhando a criança!!! Ela precisará de ajuda!
- Para não passar mais este sufoco no próximo ano, como devem ser os combinados e regras entre pais e filhos em relação à escola?
Debora – Estudo em primeiro lugar. A criança deverá ter uma rotina de estudos, brincadeiras, computador, videogame, etc… Mas o mais importante é que, não importa a idade, sempre deverá haver um monitoramento por parte dos pais. A autonomia nestes casos pode ser a maior vilã, pois os pais deixam o filho estudar por si só, e depois cobram tudo tarde demais. É sempre bom estar atento ao que o filho tem feito e manter um contato constante com a escola, mesmo que ele esteja no ensino médio. As crianças, não importa a idade, precisam aprender a estudar e precisam da ajuda de um adulto.
Dúvidas? – Debora Corigliano: Rua Orlando Carpino, 852 – Castelo – Campinas (SP) – Tel: 19- 3383-1173
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domingo, 20 de novembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Lição de casa !!!!
Fui entrevistada pelo site: Mães e filhos .com, falando sobre esse tema tão preocupante para alguns pais!!!
Boa leitura!!!
Sejam elas pequenas ou já mais crescidas, o fato é que para muitas crianças a hora de fazer a lição de casa é um verdadeiro tormento. Afinal, ter de parar de brincar simplesmente para fazer o dever escolar dá muita preguiça! Motivá-las a cumprir as tarefas é dever dos pais, que também podem contar com a ajuda da própria escola.
Segundo a psicopedagoga Debora Corigliano, o momento da lição de casa deve ser acima de tudo prazeroso. Mas, será que isto é mesmo possível? Bom, na entrevista a seguir, ela orienta pais e mães nesta importante e inevitável tarefa!
- Desde o primeiro momento em que as crianças começam a levar tarefas escolares para casa, os pais tendem a ficar ansiosos. Neste início, quando a criança tem em torno de 4 anos, os pais devem ajudá-la a fazer a tarefa? De que forma?
Debora – Sim, por ser o primeiro contato da criança com esta atividade, os pais devem estar presentes orientando-a como conduzir a tarefa. Esta atividade deve ser prazerosa para ambos, pois se houver conflito e desarmonia a criança ficará com a impressão de que fazer lição de casa é ruim. Nesta idade, os pais podem ajudar lendo o enunciado da lição e oferecer condições para que a criança realize com sucesso. Jamais os pais deverão fazer a lição pela criança!
- A partir de que fase os pais já devem deixar a criança sozinha no ambiente para fazer a lição?
Debora – Primeiro os pais devem ensinar a criança a ter uma rotina de horário para a lição de casa. A autonomia só poderá ser dada quando a criança já souber ler e entender o que pede a lição. Mesmo que ela faça sozinha, sempre deve haver uma supervisão por parte dos pais. É importante ressaltar que a supervisão deve ser feita logo após a lição ter sido concluída. Não é proveitoso deixar a criança sozinha fazendo a lição de casa à tarde por exemplo, e só a noite quando a mãe chega, solicitar os cadernos para ver se tudo foi feito certo. Dessa forma a criança irá deixar tudo para ser feito a noite e com certeza essa ação causará um desentendimento familiar.
- Se percebem que há respostas incorretas na lição, os pais devem interferir e corrigir para que a tarefa chegue completamente correta à sala de aula?
Debora – Essa pergunta deve ser feita para a professora logo no começo do ano, pois há escolas que preferem que a lição de casa venha com os erros para poder avaliar melhor o aluno. A interferência dos pais nessa ação deve ser de forma a agregar o conhecimento do aluno e não de forma punitiva, como geralmente acontece. Às vezes o aluno não entendeu a lição de casa e por esse motivo a fez errado. A comunicação entre escola e família se faz importante neste momento.
- Quando vão ficando maiorzinhas, percebemos que muitas crianças já demonstram um pouco de preguiça em fazer a lição. Como os pais devem estimulá-las a fazer a tarefa? Prometer uma recompensa, como algum presentinho, é correto?
Debora – O mais adequado é ter uma rotina com tempo de estudo. Isto deve ser definido em comum acordo com a criança. Digamos que o tempo estipulado para o estudo (lição de casa) será de 40 minutos diários ( isso é variável de acordo com a idade da criança). Se ela faz a lição em 10 minutos para se livrar da responsabilidade ela terá ainda 30 minutos para fazer atividades relacionadas a escola, por exemplo ler um livro, fazer uma palavra cruzada, pesquisar algo que envolva o conteúdo da escola. Isso reforça uma rotina de estudo. Esta estratégia de determinar horários pode ser usada para várias atividades, como o tempo de ficar no computador, game, vendo tv, etc… Quando a criança ajuda a organizar estes horários ela é co-responsável e fica mais fácil para cumprir. Quanto às recompensas, sou contra. O estudo é uma atividade importante e deve ser feito com responsabilidade e a própria recompensa é o sucesso na escola e futuramente na vida profissional.
- E se a criança começa a se recusar a fazer a lição e o dia a dia doméstico passa a ficar tumultuado por desentendimentos entre pais e filhos? Como resolver o problema? Castigo resolve?
Debora – Acho que na resposta anterior cito estratégias para evitar este conflito. Reforço que o momento da lição de casa e do estudo deve ser prazeroso e cabe aos pais proporcionar isso aos filhos. Caso não consigam, o melhor a fazer é pedir ajuda na escola.
- Qual a receita imbatível para se criar uma rotina em que a lição de casa seja feita sempre com calma e atenção e nunca fique em branco?
Debora - Torná-la prazerosa e com obtenção de pequenos sucessos. Quando uma criança realiza algo (referente ao estudo) e obtém pequenos sucessos (elogios, acertos, orgulho por realizá-lo), sente-se motivada e fazer. No processo de desenvolvimento do estudo, o erro se faz presente. É importante mostrar para a criança que errar faz parte e que juntos poderão superar as dificuldades. Saber lidar com o erro, aceitá-lo e agir em função do acerto deve partir do exemplo dos pais.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Meu filho fala palavrão?
Boa Leitura!!
Saia justa – como ensinar as crianças a não falar palavrão?
Publicado em 11/08/2011
Alguém aqui já passou por uma saia justa porque o filho aprendeu e agora não para mais de falar palavrão? Bom, esta é uma daquelas situações que as mamães ficam com ligeira vontade de dar uma sumidinha do mapa! Imagine, uma criança tão bonitinha e meiga falando as piores palavras para avós, amiguinhos, professores, muitas vezes sem nem mesmo saber seus significados… Então, vamos lá: como contornar o problema e ensinar os pequenos a não falarem mais palavrão?
A psicopedagoga Debora Corigliano explica que as crianças falam palavrões por imitação do adulto. “Por volta dos 3, 4 anos a criança ouve, por exemplo, o pai falando euforicamente um palavrão ao assistir um jogo de futebol, em outro momento semelhante ela repetirá esta ação, sem saber o significado do palavrão. Apenas por repetição, e por acaso se alguém achar engraçadinho ela repetirá em vários momentos”.
Uma observação importante, ela diz, é perceber em que situação a criança fala o palavrão, e desta forma saber como e com quem ela aprendeu. “Por exemplo, se a criança começa a falar ‘bunda’ em qualquer contexto, é sinal de que ela aprendeu com um amigo e nem sabe ao certo o significado e em que contexto usar. Porém se ela fala um palavrão mais carregado e com a entonação e colocação corretas, é sinal que ela aprendeu com um adulto”.
E é aí que entra o bom exemplo dos pais como forma eficiente de ensinar os pequenos a não pronunciarem palavras tão feias. “A criança aprende pelo exemplo, o mais correto é que não falem palavrões em frente a criança. Caso ela já tenha este hábito, o melhor é não dar ênfase, pois assim ela perderá o foco”, diz a psicopedagoga.
E castigo, resolve? “Neste caso, não. O mais correto é sempre pedir ao filho que não repita esta palavra, pois ela não é certa, e nesta ocasião sugerir outra para que ele possa expressar o mesmo sentimento que o fez falar o palavrão”.
Bom, na tentativa de bem educar, há pais que acabam liberando os palavrões em determinadas situações. Por exemplo, ‘entre os amiguinhos pode, mas na frente do vovô e da vovó, não’. Segundo Debora Corigliano, porém, “a criança não tem essa percepção como o adulto . Por esse motivo, o melhor a fazer é evitar o palavrão em qualquer situação”.
Já no caso dos filhos deixarem de falar palavrão em casa mas continuarem na escola, a psicopedagoga diz que os professores terão que entrar em ação. “A escola saberá trabalhar esta questão. Pois se isso só acontece lá, é porque há um estímulo que leve a criança a fala. Neste ponto a própria escola deverá resolver esta questão, chamando os pais do aluno que pronuncia estas palavras que por sua vez acaba por influenciar os outros”.
Debora Corigliano mantém o blog www.orientandopaiseducandofilhos.blogspot.com .
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domingo, 17 de julho de 2011
Oriente-se
Recentemente fiz um convite através do meu mailing e também facebook para assistirem o Programa Oriente-se da TV Século 21, no qual seria entrevistada.
Abordamos nos dois programas a educação dos filhos.
No primeiro falamos sobre “Birras". Assunto vasto, pois falamos de limites, palmadas, castigos e formas assertivas de educar.
No segundo programa o tema foi “Adolescentes rebeldes”, assunto também cheio de oportunidades de aprendizado e opiniões divergentes.
Um fato, em meio a tantos, me deixou muito feliz: a participação de adolescentes fazendo perguntas via e-mail. Essa é uma questão a ser levantada, pois demonstra a preocupação dos jovens com o melhor caminho a ser seguido em meio a uma fase tão turbulenta e cheia de interrogações.
Abordamos nos dois programas a educação dos filhos.
No primeiro falamos sobre “Birras". Assunto vasto, pois falamos de limites, palmadas, castigos e formas assertivas de educar.
No segundo programa o tema foi “Adolescentes rebeldes”, assunto também cheio de oportunidades de aprendizado e opiniões divergentes.
Um fato, em meio a tantos, me deixou muito feliz: a participação de adolescentes fazendo perguntas via e-mail. Essa é uma questão a ser levantada, pois demonstra a preocupação dos jovens com o melhor caminho a ser seguido em meio a uma fase tão turbulenta e cheia de interrogações.
O programa é dinâmico, apresentado pela Renata Admiral que se coloca sempre aberta às opiniões dos convidados, oferecendo muita liberdade para os mesmos.
Em breve os dois programas estarão disponíveis no Youtube e com certeza divulgarei!
Um abraço.
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
domingo, 14 de novembro de 2010
Fui entrevistada pela jornalista Vanessa Xavier sobre o comportamento dos nossos filhos frente à internet. A entrevista foi postada no blog " Dedinho Digital". Convido você a ler a entrevista e visitar o blog.
Boa leitura!
*Por Vanessa Xavier
Os pais não podem privar o filho de ter acesso à Internet. Foi com essa frase que a psicopedagoga Debora Corigliano, palestrante e autora do livro Orientando pais, educando filhos, começou a entrevista concedida ao blog Dedinho Digital. Quando perguntada como os pais devem agir com relação à Internet ela enfatiza “Os pais devem organizar uma rotina de atividades diárias com a participação do filho nesse processo, já que, assim, ele mesmo determinará o tempo para cada atividade, incluindo o tempo de acesso à Internet.”
A mudança no aspecto comportamental da geração nascida após o advento da Internet, quando comparada com as anteriores, está relacionada à quase ausência de experiências concretas. Ou seja, essa geração tem acesso fácil à fonte de informação, no entanto está mais restrita a experiências concretas. “Elas conseguem visualizar um parque em outro país, porém não andam a pé pelo quarteirão de suas residências”, comenta a psicopedagoga.
Outra diferença fundamental de comportamento é que hoje as crianças estão mais questionadoras, o que, segundo Debora, deve ser valorizado. “Por outro lado vejo pais que não estão dispostos a responder ou a participar desse momento. Dessa forma as crianças buscam fora de casa as respostas para todos os questionamentos e é aí que os valores familiares se perdem.”
Quando perguntada sobre o papel da escola nesse processo de educação e aprendizado da nova geração, Débora comenta que já se deparou com educadores que lecionam na mesma turma, com faixa etária de oito anos, mas que se esquecem que a criança de oito anos hoje é diferente da de cinco anos atrás.
“A escola precisa ser motivadora, interessante e inovadora”, completa Debora.
A psicopedagoga deixa a dica: Conheça os sites de relacionamento que seu filho acessa e fique de olho por onde ele navega.
Bog Dedinho digital : http://dedinhodigital.wordpress.com/
Boa leitura!
*Por Vanessa Xavier
Os pais não podem privar o filho de ter acesso à Internet. Foi com essa frase que a psicopedagoga Debora Corigliano, palestrante e autora do livro Orientando pais, educando filhos, começou a entrevista concedida ao blog Dedinho Digital. Quando perguntada como os pais devem agir com relação à Internet ela enfatiza “Os pais devem organizar uma rotina de atividades diárias com a participação do filho nesse processo, já que, assim, ele mesmo determinará o tempo para cada atividade, incluindo o tempo de acesso à Internet.”
A mudança no aspecto comportamental da geração nascida após o advento da Internet, quando comparada com as anteriores, está relacionada à quase ausência de experiências concretas. Ou seja, essa geração tem acesso fácil à fonte de informação, no entanto está mais restrita a experiências concretas. “Elas conseguem visualizar um parque em outro país, porém não andam a pé pelo quarteirão de suas residências”, comenta a psicopedagoga.
Outra diferença fundamental de comportamento é que hoje as crianças estão mais questionadoras, o que, segundo Debora, deve ser valorizado. “Por outro lado vejo pais que não estão dispostos a responder ou a participar desse momento. Dessa forma as crianças buscam fora de casa as respostas para todos os questionamentos e é aí que os valores familiares se perdem.”
Quando perguntada sobre o papel da escola nesse processo de educação e aprendizado da nova geração, Débora comenta que já se deparou com educadores que lecionam na mesma turma, com faixa etária de oito anos, mas que se esquecem que a criança de oito anos hoje é diferente da de cinco anos atrás.
“A escola precisa ser motivadora, interessante e inovadora”, completa Debora.
A psicopedagoga deixa a dica: Conheça os sites de relacionamento que seu filho acessa e fique de olho por onde ele navega.
Bog Dedinho digital : http://dedinhodigital.wordpress.com/
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sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Pense nisso!
Recebi este texto por e-mail de uma amiga . Achei muito interessante e como sempre falo sobre a família ,resolvi transcrevê-lo aqui. Desconheço o autor.
"...Tropecei em um estranho que passava e lhe pedi perdão.
Ele respondeu: "desculpe-me, por favor; também não a vi.."
Fomos muito educados, seguimos nosso caminho e nos despedimos.
Mais tarde, eu estava cozinhando e meu filho estava muito perto de mim.
Ao me virar quase esbarro nele. Imediatamente gritei com ele;
ele se retirou sentido, sem que eu notasse quão dura que he falei.
Entenda que se você morrer amanhã, em questão de dias a empresa onde você trabalha cobrirá seu lugar. Porém, a Família que deixamos sentirá a perda pelo resto da vida.
Pense neles, porque geralmente nos entregamos mais ao trabalho que a nossa Família..
Será que não é uma inversão pouco inteligente?
Então, que há por trás desta história?
Pensi nisso!"
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