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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Como falar sobre a morte para as crianças!

Essa foi a entrevista  feita pela EBC - Brasília, para a reporter Luanda Lima .

Falar sobre a morte às crianças não é tarefa simples, mas os pais podem ajudá-las a lidar melhor com a dor da perda (Stacy Anderson/Creative Commons)

Por mais que se queira evitar o sofrimento dos filhos, é inevitável que ele os atinja, mais cedo ou mais tarde. Lidar com as perdas - seja de um familiar, de um conhecido ou mesmo do bicho de estimação - é um aprendizado difícil, porém necessário. No entanto, muitos pais se veem em uma rua sem saída quando esses momentos chegam e não sabem o que fazer para ajudar seus filhos a atravessá-los. Esse é o seu caso? Então confira as dicas da psicopedagoga Debora Corigliano, autora do livro Orientando Pais, Educando Filhos, para tratar do tema:

1) Não esconda

Muitas vezes, o primeiro contato da criança com a morte se dá com a perda do animal de estimação. Alguns pais, com medo de que a criança sofra, acabam substituindo o mascote perdido. “Isso é totalmente errado, pois a criança precisa se preparar para as perdas mais significativas da vida”, diz Debora. A criança deve adquirir a percepção de que tudo acaba um dia. Por isso, o melhor é contar a verdade de forma delicada e cuidadosa, oferecendo conforto.

2) Forneça algo concreto

A morte é muito abstrata até para quem é adulto. Então, é importante dar algo mais sólido para que as crianças possam compreendê-la. Segundo Debora, a decisão de levar os filhos a velórios ou enterros depende da família, sem que haja uma regra. Algumas opções são manter em casa fotos do ente perdido, explicar com tato sobre o que é a morte, falar da morte sob o viés da religião da família e até mesmo recorrer a soluções mais lúdicas, como dizer que aquele que morreu se tornou uma estrela no céu.

3) Dê tempo ao luto

É importante permitir que a criança exprima sua tristeza, sem que se diga para ela não chorar ou reprimi-la. Como explica a especialista, “deve-se respeitar o sentimento da criança, deixar que ela chore, fique triste e sinta saudade”. A criança também deve voltar à sua rotina normal o quanto antes.

4) Observe os sinais

Viver o luto é necessário, mas é preciso estar atento ao comportamento da criança ao longo do tempo para o caso da morte desencadear algo mais sério. Debora cita alguns sinais de que pode haver algo errado, como falta de apetite, febre sem motivo infeccioso em horários diferentes, alteração no sono e choro sem motivo aparente. Quando a criança já frequenta a escola, os pais devem alertar a coordenação e os professores sobre o ocorrido, para que eles estejam alertas a alguma mudança e avisem imediatamente aos responsáveis pelo aluno. Na dúvida, o melhor é sempre procurar a ajuda de um especialista.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Orientação Familiar

Você conhece o serviço de Orientação Familiar?


Este serviço consiste em orientar pais e ou filhos a lidarem mais assertivamente com as dificuldades no relacionamento do dia a dia em família. Conviver e se relacionar nem sempre é muito fácil , pedir ajuda é uma ação comum e com bons resultados.

Ter filhos pequenos e educá-los corretamente, dividir as tarefas diárias, saber lidar com a dupla jornada de trabalho e tantas outras ações em muitos momentos ,levam as famílias a entrarem em confronto e desarmonia. Neste caso a Orientação Familiar acontece como forma preventiva  e apaziguadora .

Muitas famílias já receberam este serviço de orientação e hoje conseguem viver com prazer e harmonia.

Ligue e agende um horário para conhecer este serviço.
Debora Corigliano
19- 3383-1173 ou deboracorigliano@hotmail.com

sábado, 15 de outubro de 2011

Deixem as crianças serem crianças!

Ultimamente tenho conversado com pais que apresentam uma ansiedade muito grande com relação ao futuro de seus filhos. Pensam tanto no amanhã que se esquecem totalmente de viver o hoje ao lado dos filhos que amam.
Minha infância lembro-me bem, foi passada na rua , brincando, aprendendo, descobrindo e fazendo amigos. Aprendi a andar de bicicleta, a jogar bola, fazer comidinha (com terra e plantinhas), pular amarelinha, brincar de esconde- esconde, pega – pega, duro- mole entre tantas outras brincadeiras. Existia sim, uma rotina: escola, almoço, lição de casa e brincar. Tudo dentro de uma harmonia que hoje vejo, era a ideal. No tempo que exercia a função de ser criança aprendi muitas coisas que carrego até hoje e essas lembranças me deixam muito feliz, saudosa até!
Lanço aqui uma pergunta. Seu filho vai ter saudades de que? Da rotina apressada entre escola, aula de ballet, inglês, natação e futebol? De amigos que só conhece virtualmente pelo MSN ou pelo FACEBOOK? E você me responde:

- Mas estamos na era da globalização, meu filho tem que “estar” atualizado.

E eu vou dizer: que bom, mas ele precisa ter tempo de ser criança. Ele precisa fazer coisas de criança, brincar não só com jogos educativos e sim com terra, com água, na chuva, no banho, com tinta, com bola, com amigos reais e não só super heróis, ouvir, criar e contar histórias. Inventar brincadeiras, aprender as brincadeiras típicas da infância, assim como as músicas, a nossa cultura.
São pequenas ações que compreendem o universo infantil e dão margem a uma vida saudável e feliz.
Hoje em dia as crianças convivem com crianças na escola, porém isso não basta, pois mesmo neste ambiente infantil, a liberdade de escolha e o tempo não estão disponíveis. Faz-se necessário, na infância, o ócio, que nesta fase será o tempo mais produtivo que ela terá.
Pais inteligentes emocionalmente buscam para seus filhos uma vivência apropriada a sua faixa etária, sem cobranças nem exigências.
Percebo que devido à correria do dia – a – dia muitos pais apressam também a vida de seus filhos querendo que falem antes do tempo, que andem precocemente, que deixem de usar as fraldas rapidamente, que leiam e escrevam antes mesmo de conseguirem tomar banho sozinhos. E caso uma dessas etapas seja vencida antecipadamente a cobrança aumenta e essa criança vive em meio à ansiedade, exigências e muitas dúvidas.
Calma Pais! Deixem as crianças serem crianças.
Cada criança tem seu tempo, eu sempre exemplifico dessa forma, ela tem o tempo para começar a falar, andar e se alfabetizar. E o melhor tempo é o de brincar. Li recentemente um texto que fala sobre o direito de brincar de Gilberto Dimenstein. Ele define o brincar de uma forma tão agradável que resolvi transcrever um trecho do artigo.
“Brincar é, em essência, experimentar a emoção da descoberta. É surpreender-se investigando, no cume da árvore, as frutas e as flores. É admirar as conchas da praia, olhar os peixes no rio, sentir o gosto da chuva no rosto, sujar-se na lama, entrar nas cavernas. Ou, simplesmente, ficar sem fazer nada vendo as coisas, quaisquer coisas passarem, entretido com o canto de um pássaro. É cutucar a terra, descobrir a minhoca cortá-la em pedaços e ver as várias partes se contorcerem. É ficar sentado, intrigado com as cores do arco-íris. Na brincadeira, unem-se o prazer e o aprendizado.”
Proporcionem aos seus filhos alguns momentos para que eles exerçam o papel de criança.
Aproveite o tempo que seu filho brinca, para observá-lo. Eu sempre oriento isso aos pais, pois quando os observamos estamos descobrindo suas reações. E no momento em que a criança está brincando, fantasiando, criando, suas ações e reações estão latente e facilmente você as perceberá.
Quando eu era professora, tinha uma turma de maternal (crianças de 3 anos). Na sala de aula havia um aluno lindo, chamava-se Fernando. Ele não gostava de brincar com nada que sujasse sua mão, sempre que eu oferecia massinha, argila ou tinta, sentia que ele tinha vontade de brincar, mas algo maior fazia com que ele recusasse e ficasse apenas olhando os amigos. Isso me preocupava muito, pois eu queria que ele participasse das brincadeiras e nessas atividades as crianças aprendiam muito. Um dia marquei reunião com a mãe do Fernando e questionei como ele agia em casa com relação a sujar as mãos. A mãe respondeu que dificilmente isso acontecia em casa, pois ela era dentista e o pai médico, ambos tinham o hábito de lavar as mãos várias vezes e que cobravam esta postura higiênica do menino sem contar que não gostavam que ele se sujasse. Eu calmamente fui explicando para a mãe que Fernando era um menino de 3 anos e precisava brincar se sujar e experimentar várias coisas, que como mãe ela deveria autorizá-lo a sujar as mãos. Depois da nossa reunião, a família do Fernando mudou a postura e o mesmo passou a descobrir muitas coisas. Lembro-me tão bem o primeiro contato dele com a tinta, a alegria de carimbar suas mãos azuis no papel e sentir a textura e a temperatura que essa sensação lhe causava. A cada dia Fernando descobria coisas novas e sentia-se mais feliz. No final daquele ano, os pais de Fernando vieram conversar comigo sobre o quanto ele tinha mudado para melhor e como eles (os pais) também haviam aprendido a oferecer oportunidades para o filho.
Como foi sua infância ?Do que você como mãe , pai ou responsável por uma criança, lembram da infância. Se você só tem lembranças ruins, vale a pena rever o que você está proporcionando ao seu filho. Caso suas lembranças sejam positivas, use-as como exemplo para que seu filho possa ter a mesma oportunidade que você.
Lembre-se que minha sugestão de proporcionar uma infância boa a seu filho, não envolve custo , apenas tempo e dedicação.
Para que seu filho exerça a função de ser criança, ele não precisa de brinquedos caros, vídeo game de última geração, basta apenas que ele tenha oportunidades para brincar, criar e ser feliz.
Crianças que vivem como “ crianças” têm em comum o desenvolvimento pleno de suas habilidades . Mesmo hoje, quando comentamos que as crianças são diferentes das de 20 anos atrás, precisamos vê-las como tal. Respeitando-a sem delegar pressões e poderes que a sociedade atual insiste em forçar. A infância deve durar o maior tempo possível, e todos os pais devem colaborar para que uma menina de 10 anos ainda tenha característica de criança e não a de um adulto em miniatura.
Você quer saber se seu filho realmente está vivendo uma infância feliz? Pergunte para ele o que é ser criança. Baseado nas respostas, você perceberá que tipo de infância está oferecendo a ele e se tem algo a mudar. Boa Sorte!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Harmonia Familiar

Queridos amigos.

É com muita alegria que venho compartilhar com vocês, mais uma forma de poder atender as famílias e ajudá-las a viver em harmonia.
Além do meu Livro, dos programas na TV, dos artigos nas Revistas, o EAD- curso a distâcia para pais, o Blog, as Entrevistas em jornais,as Palestras em empresas e escolas  e o Atendimento Domiciliar agora estou com um espaço acolhedor e estruturado para atender pais, crianças e educadores.
A Dr. Lilian Guedes convidou-me à fazer parte de sua equipe de profissionais . Convite aceito ... e portas abertas.
A partir de hoje coloco a disposição meu profissionalismo para ajudar pais na orientação da educação de seus filhos nas diversas idades e conflitos e crianças com dificuldades no desempenho escolar.


Venha conhecer nosso espaço !
Agende um horário! Conversar sobre educação dos filhos é aprender a viver em harmonia.
Consultório: Rua Orlando Carpino, 852 - Castelo
Telefone: 19-33857100




Enviei esta mensagem para alguns amigos  e o  incentivo que recebo constantemente me fortacece para continuar sempre...
Olá Débora

Fico muito feliz por você. As familias estão precisando de ajuda para encontrar a harmonia dentro de seus lares. Parabéns.
Grande abraço.Atenciosamente,
Mary Publio

Parabéns!!!!!!!

Que Deus abençoe muito esta nova etapa!
Estou sempre a disposição com muito carinho,
Fabi.

Parabéns!!!!!! Ficamos muito felizes em saber dessa novidade, mas fazendo tanta coisa, vocë tem tempo para dormir!!!!! rsrsrsrsrs, beijos Adriana, Marco e Pedro.


Débora: tudo bem com você, Vladimir e filhos ? Ficamos contentes em saber que profissionalmente, está atingindo níveis altíssimos. Você está colhendo tudo que plantou . Parabéns e muito sucesso.

Um grande abraço, do
Antonio CArlos e Sonia

Que notícia maravilhosa minha amiga...felicíssima com a notícia.....você merece..Parabéns!!!!!

Deus te Abençõe sempre
Gde bjo
Andréa

Parabéns, Débora!
Que Deus a abençoe nessa nova empreitada.
Mas, só de ler o “Além de ...” já fiquei cansado. Haja energia e determinação... rs...
Falando sério: nossa família tinha certeza de seu sucesso e que ele era questão de tempo. Pronto! Chegou!!
Felicidades mil e muito, mas muito SUCE$$O.
Temos orgulho de compartilhar essa conquista com você.
Beijos
Julia, Valeria e Fernando

Nossa que chique....parabéns...sucesso!!!!

Bjs
Cris

Debora, parabéns!!!! Sucesso nesta nova jornada!!!!

Bjs

Oi Tiaaaaa !!!!!

Adorei a novidade e estamos mandando muita energia positiva para esta sua nova etapa e que este consultorio fique lotado de atendimentos!!!!!!
mil bjs
Co, Roque e Pedro

Debora

bom dia
de verdade esta é mesmo uma boa notícia
votos de sucesso e alegrias nesta nova jornada e que N.Sra. Auxiliadora mãe e Rainha esteja sempre a sua frente
Capovilla e Beth

 
Parabéns por mais essa conquista e sucesso sempre.

Paz e Bem.
Adriano Bezerra dos Santos

Parábens Debora!!!
Que DEUS te ilumine nessa nova jornada, tenho certeza que você será muito feliz.
bjs Dora

Débora

Parabéns, sucesso, você merece.abraço.
Alexandra de Souza Barteli Ferreira

Débora, parabéns pela abrangência do seu trabalho, é trabalhando com a base da infancia que se forma adultos felizes e saudáveis. Acredito que cursos para pais já devia fazer parte do pré-natal!
Boa sorte!
Bjs.Marigian