Queridos amigos e leitores!
Quero dividir com vocês a primeira colheita deste ano. Durante 2010 muitas sementes foram plantadas. Trabalhei muito em prol da educação e da harmonia familiar. Agora estou começando a colher os frutos. E como não poderia deixar de ser, adoro dividi-los com vocês.
A TV Século 21 está lançando o EAD Século 21: Ensino à Distância, de forma ampla, dinâmica e eficaz para o aprendizado, com padrão de alta qualidade técnica e de conteúdo abordado. Agora vocês poderão ter acesso ao curso ministrado por mim: Pais e filhos uma parceria de Sucesso. São 2 módulos com 10 aulas cada um, com conteúdo significativo para orientar os pais na educação dos filhos e os educadores que lidam com crianças no dia a dia. Aulas em vídeo com alta tecnologia, além de um material apostilado e minha tutoria on line.
Convido você, a acessar o site, assistir uma aula demonstrativa e fazer o curso. Com certeza será uma excelente escolha.
Basta clicar no link abaixo.
Um abraço
sábado, 15 de janeiro de 2011
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
FELIZ ANO NOVO!
Aos meus amigos , leitores e todos que ao longo desse ano fizeram parte da minha vida!
Todo dia é tempo de renovação, mas a passagem de ano nos remete a uma esperança maior.
Maior amor, maior caridade, maior compreensão, maior paciência, enfim tudo novo com mais intensidade.
Que no ano de 2011 possamos, juntos, usufruir destes sentimentos.
FELIZ ANO NOVO!
sábado, 25 de dezembro de 2010
Valores em família!
Valores em família !
Nesta época de Natal, muitas famílias tentam resgatar alguns valores que se perderam ao longo do ano. Como a caridade, a bondade, o perdão entre tantos outros.
Porém reais valores familiares devem ser cultivados todos os dias ao longo do ano, e se isso acontece com naturalidade plantamos uma pequena semente da harmonia.
Falar em valores , torna-se algo amplo e complexo. Quais os reais valores?
Hoje em dia, vivemos buscando algo para melhorar nossa qualidade de vida, nossos relacionamentos e nossa conduta profissional. Queremos ter, queremos ser. Porém na correria, acabamos pulando alguns aspectos importantes deste contexto...Os valores.
Os valores são as convicções e as idéias que temos sobre a vida, as pessoas e o dinheiro. Os valores influenciam nossos relacionamentos: como tratamos uns aos outros e como resolvemos nossas diferenças. A transmissão de valores é uma das preocupações que toda família e escola possuem. Como fazer isso no dia-a-dia? Quais valores precisam ser passados? A escola pode ajudar? É natural que dúvidas acabem surgindo Não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade sem transmitir os valores humanos universais. Apesar de não existir respostas simples, é possível apontar caminhos a serem seguidos, com o objetivo de amenizar alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente dentro e fora da escola.
Quem define os valores para a criança?
Com certeza esse momento é responsabilidade da família em parceria com a escola. Porém cada um tem seu papel nesse processo. A escola trabalha com algo coletivo, a família já lida com particularidades de cada membro associados ao bem comum. A família oferece à criança todas as condições para desenvolver os principais valores, pois existe aí um vínculo emocional muito forte. Um ambiente familiar com moralidade, respeito e exemplos positivos, formará uma criança com valores presentes e bem definidos. A escola colabora fazendo a manutenção constante dos valores apresentados em cada contexto familiar. Atualmente se fala em valores de ontem, valores de hoje, valores dos pais, valores dos filhos, a partir dos valores da família e da escola se estabelecem uma educação significativa, que tem suporte nesses valores e que transforma a criança no homem e o homem em cidadão comprometido com seu momento, a sua época e o seu mundo.
Os valores são relativos e diferentes em cada contexto familiar. Existem valores que servem para uns, mas não para outros. E ninguém é melhor ou pior por isso. Os professores também precisam ter isso bem claro. Questão como ética, moral e valores devem ser trabalhados dentro das escolas, mas de forma nenhuma podem ser tratadas como verdades inquestionáveis. Acima de tudo, as individualidades precisam ser respeitadas.
Os valores são os determinantes das escolhas que se faz, dos objetivos que se tem e o que se considera bem ou mau (para cada um). Para um melhor entendimento é necessário conceituar os valores. Alguns valores são gerais, todos devem conhecê-los a aplicá-los no seu dia a dia, como a verdade, a honestidade e o respeito. Outros são pertinentes a cada família. Porém existe um elo que família e escola estabelecem de forma significativa para garantir a criança um contexto permeado pelos valores.
Hoje em dia, a educação requer informação e apoio, e a escola pode ser um braço-direito nessa questão.
A escola sempre está aberta a receber pais para juntas acharem o melhor caminho para o desenvolvimento emocional da criança.
A escola tem seus valores dentro do processo da educação muito bem definidos e consegue passar isso para as crianças de forma clara e prática. Esse trabalho em grupo reforça as condutas e motivam as crianças a receberem esses valores de forma positiva.
A palavra respeito significa um valor que envolve muitas atitudes importantes como à consideração, a admiração por uma pessoa, o cuidado pela natureza, pelos animais e pelas plantas, enfim pelo mundo que nos cerca. E dignidade significa o respeito que temos por nós mesmos. Portanto, respeito é um valor que se refere a nós mesmos e aos outros, sendo que o respeito aos outros é a primeira condição para que as relações sociais aconteçam de uma maneira saudável. A aprendizagem do respeito é construída através da convivência com as pessoas que nos cercam: familiares e educadores que dão testemunho de como agir respeitosamente. Cabe ao professor nesse momento rever com seu grupo de alunos os principais valores pertinentes e aplicá-los na sua vivencia. Existem jogos, dinâmicas e atividades que ajudam o professor a trabalhar com valores.
Isso também pode ser passado aos pais nas reuniões. Uma conscientização aos pais sobre valores pode mudar muito o relacionamento familiar e consequentemente a vida emocional do aluno.
Atitudes práticas
• Abrace seu filho todos os dias demonstrando-lhe o valor do afeto.
• Seja exemplo em pequenas ações do cotidiano, tanto com seus filhos, como com as pessoas que o cercam.
• Visite com seus filhos instituições que abrigam crianças, pessoas idosas, para que ele entenda a dimensão da solidariedade.
• Exalte sempre as qualidades de seus familiares e amigos.
• Elogie seu filho pelas pequenas ações.
• Troque prêmios materiais por prêmios afetivos.
Aproveito este momento para desejar um Feliz Natal com muita harmonia !!!
Nesta época de Natal, muitas famílias tentam resgatar alguns valores que se perderam ao longo do ano. Como a caridade, a bondade, o perdão entre tantos outros.
Porém reais valores familiares devem ser cultivados todos os dias ao longo do ano, e se isso acontece com naturalidade plantamos uma pequena semente da harmonia.
Falar em valores , torna-se algo amplo e complexo. Quais os reais valores?
Hoje em dia, vivemos buscando algo para melhorar nossa qualidade de vida, nossos relacionamentos e nossa conduta profissional. Queremos ter, queremos ser. Porém na correria, acabamos pulando alguns aspectos importantes deste contexto...Os valores.
Os valores são as convicções e as idéias que temos sobre a vida, as pessoas e o dinheiro. Os valores influenciam nossos relacionamentos: como tratamos uns aos outros e como resolvemos nossas diferenças. A transmissão de valores é uma das preocupações que toda família e escola possuem. Como fazer isso no dia-a-dia? Quais valores precisam ser passados? A escola pode ajudar? É natural que dúvidas acabem surgindo Não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade sem transmitir os valores humanos universais. Apesar de não existir respostas simples, é possível apontar caminhos a serem seguidos, com o objetivo de amenizar alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente dentro e fora da escola.
Quem define os valores para a criança?
Com certeza esse momento é responsabilidade da família em parceria com a escola. Porém cada um tem seu papel nesse processo. A escola trabalha com algo coletivo, a família já lida com particularidades de cada membro associados ao bem comum. A família oferece à criança todas as condições para desenvolver os principais valores, pois existe aí um vínculo emocional muito forte. Um ambiente familiar com moralidade, respeito e exemplos positivos, formará uma criança com valores presentes e bem definidos. A escola colabora fazendo a manutenção constante dos valores apresentados em cada contexto familiar. Atualmente se fala em valores de ontem, valores de hoje, valores dos pais, valores dos filhos, a partir dos valores da família e da escola se estabelecem uma educação significativa, que tem suporte nesses valores e que transforma a criança no homem e o homem em cidadão comprometido com seu momento, a sua época e o seu mundo.
Os valores são relativos e diferentes em cada contexto familiar. Existem valores que servem para uns, mas não para outros. E ninguém é melhor ou pior por isso. Os professores também precisam ter isso bem claro. Questão como ética, moral e valores devem ser trabalhados dentro das escolas, mas de forma nenhuma podem ser tratadas como verdades inquestionáveis. Acima de tudo, as individualidades precisam ser respeitadas.
Os valores são os determinantes das escolhas que se faz, dos objetivos que se tem e o que se considera bem ou mau (para cada um). Para um melhor entendimento é necessário conceituar os valores. Alguns valores são gerais, todos devem conhecê-los a aplicá-los no seu dia a dia, como a verdade, a honestidade e o respeito. Outros são pertinentes a cada família. Porém existe um elo que família e escola estabelecem de forma significativa para garantir a criança um contexto permeado pelos valores.
Hoje em dia, a educação requer informação e apoio, e a escola pode ser um braço-direito nessa questão.
A escola sempre está aberta a receber pais para juntas acharem o melhor caminho para o desenvolvimento emocional da criança.
A escola tem seus valores dentro do processo da educação muito bem definidos e consegue passar isso para as crianças de forma clara e prática. Esse trabalho em grupo reforça as condutas e motivam as crianças a receberem esses valores de forma positiva.
A palavra respeito significa um valor que envolve muitas atitudes importantes como à consideração, a admiração por uma pessoa, o cuidado pela natureza, pelos animais e pelas plantas, enfim pelo mundo que nos cerca. E dignidade significa o respeito que temos por nós mesmos. Portanto, respeito é um valor que se refere a nós mesmos e aos outros, sendo que o respeito aos outros é a primeira condição para que as relações sociais aconteçam de uma maneira saudável. A aprendizagem do respeito é construída através da convivência com as pessoas que nos cercam: familiares e educadores que dão testemunho de como agir respeitosamente. Cabe ao professor nesse momento rever com seu grupo de alunos os principais valores pertinentes e aplicá-los na sua vivencia. Existem jogos, dinâmicas e atividades que ajudam o professor a trabalhar com valores.
Isso também pode ser passado aos pais nas reuniões. Uma conscientização aos pais sobre valores pode mudar muito o relacionamento familiar e consequentemente a vida emocional do aluno.
Atitudes práticas
• Abrace seu filho todos os dias demonstrando-lhe o valor do afeto.
• Seja exemplo em pequenas ações do cotidiano, tanto com seus filhos, como com as pessoas que o cercam.
• Visite com seus filhos instituições que abrigam crianças, pessoas idosas, para que ele entenda a dimensão da solidariedade.
• Exalte sempre as qualidades de seus familiares e amigos.
• Elogie seu filho pelas pequenas ações.
• Troque prêmios materiais por prêmios afetivos.
Aproveito este momento para desejar um Feliz Natal com muita harmonia !!!
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Pensando na família!
Em novembro, realizei uma palestra na Eletrobrás sobre a Família! Venci dois desafios: o primeiro foi a platéia que em sua maioria era composta por homens e o segundo foi o horário , logo após o almoço. Isso reforçou a minha teoria que não importa o horário, a platéia em número ou gênero, se o assunto é bom, o entretenimento é geral. e foi isso o que aconteceu. A empresa estava promovendo a semana SIPAT, abordaram vários temas , entre eles a família.
Percebo que empresas que pensam no bem estar do funcionário não só no aspecto profissional, ganham sempre. Pois um funcionário estruturado, trabalha melhor, vive melhor.
Foi uma excelente experiência, gosto sempre deste sentimento de troca que me acompanha em cada evento, em cada palestra.
Deixo aqui apenas uma amostra!!!
Abraços a todos.
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Um mundo melhor para os nossos filhos ou filhos melhores para o nosso mundo?
Pesquisando sobre família, filhos e vida saudável, encontrei este texto que fala sobre filhos melhores para nosso mundo. Gostei muito, escrevi para o autor Flavio Lettieri, parabenizando-o e também pedindo permissão para postar aqui. Permissão concedida! Então Boa leitura!!!
Em maior ou menor escala, qualquer pessoa sensata concordaria com a frase: “precisamos deixar um mundo melhor para os nossos filhos”.
Frase forte, impactante e absolutamente pertinente visto que a pouca atenção dada à sustentabilidade tem comprometido seriamente as nossas relações com o meio ambiente.
É também uma frase de apelo emocional, que cria nas pessoas certo sentido de responsabilidade com a vida e com o futuro, afinal construir um mundo melhor para os nossos filhos é também construí-lo para uma parte, talvez a melhor, de nós mesmos.
Mas, eu acho que está faltando algo a essa idéia. Falta a contrapartida dessa frase...
Fico então me perguntando o que vem primeiro: Deixar um mundo melhor para os nossos filhos ou deixar filhos melhores para o nosso mundo?
Acredito que as duas coisas são absolutamente integradas e complementares, mas, enquanto a primeira, felizmente, vem ganhando força, a segunda parte, muitas vezes, tem sido deixada de lado.
Talvez por ser mais complexa e bem mais difícil do que a primeira.
Criar um hábito de separar o lixo para a reciclagem é bem mais simples do que trabalhar valores.
Estabelecer rotinas para reduzir o consumo de água e luz em casa é bem mais fácil do que impor limite aos filhos.
Por quê?
Porque o grau de compromisso é bem diferente nos dois casos.
Acredito que para deixarmos um mundo melhor precisamos adotar algumas ações, enquanto para deixarmos filhos melhores precisamos adotar outras atitudes. E, muitas vezes precisamos lidar com escolhas e mudanças. E isso, certamente, é bem mais difícil.
Nossa própria percepção de certo e errado, ou melhor, de mais ou menos errado, também parece estar sendo afetada.
Por exemplo, sentimo-nos indignados ao ver alguém arremessando uma latinha pela janela do ônibus, mas, se não estivermos atentos, podemos não dar maior atenção a um jovem que não cede seu assento para um idoso.
No último final de semana levei meu filho a uma festa em um buffet infantil. Fiquei observando como as crianças atropelavam a quem estivesse à frente de sua passagem. Não se davam nem ao trabalho de falar “um sai da frente”. Pedir licença? Nem pensar.
E aquilo era uma situação completamente normal. Alguns achavam até bonitinho ver o “entusiasmo” dos filhos.
Entendo que é difícil...
Afinal, são tantas preocupações: contas a pagar, conflitos na empresa, problemas de relacionamento, crise econômica, etc.
E ainda, educar filhos.
Esses seres sem manual de instrução ou controle remoto, com altíssimo custo operacional e ainda com vontades próprias que, na maioria das vezes, não coincidem com as nossas.
Na verdade, eu não entendo que seja difícil. Que me desculpem a sinceridade os pais relapsos, temerosos, ocupados, descomprometidos, assustados, desinformados, etc., mas não acho que a questão seja a dificuldade em educar os filhos e sim a falta de compromisso com a própria escolha de tê-los.
Escolher ter filhos é escolher assumir uma grande responsabilidade. Muito maior do que o atendimento a um cliente, a entrega de uma mercadoria ou uma viagem de negócios.
Isso é tão óbvio quanto à frase: “precisamos deixar um mundo melhor para os nossos filhos”. Mas, na prática, o que vemos acontecer é algo diferente: “Vou pagar uma boa escola na expectativa de que ela prepare uma pessoa melhor para o mundo enquanto eu cuido da minha carreira para poder pagar essa escola”.
Na verdade, delega-se essa responsabilidade e, muitas vezes, sem fazer o devido acompanhamento dos resultados. Pior, acredita-se que é possível delegar aquilo que é indelegável.
Deixar um mundo melhor para os filhos caminha lado a lado com deixar filhos melhores para o mundo. E, para isso, só existe um jeito: Assumir essa responsabilidade como uma prioridade.
Se o investimento vale? Não sei! Afinal, escolher envolve perdas e ganhos.
Mas uma coisa eu sei: É essencial ter clareza e consciência da escolha que se está fazendo.
Ser uma pessoa melhor para deixar filhos melhores para o mundo, eis aí um bom desafio...
Um abraço.
Flávio Lettieri
Em maior ou menor escala, qualquer pessoa sensata concordaria com a frase: “precisamos deixar um mundo melhor para os nossos filhos”.
Frase forte, impactante e absolutamente pertinente visto que a pouca atenção dada à sustentabilidade tem comprometido seriamente as nossas relações com o meio ambiente.
É também uma frase de apelo emocional, que cria nas pessoas certo sentido de responsabilidade com a vida e com o futuro, afinal construir um mundo melhor para os nossos filhos é também construí-lo para uma parte, talvez a melhor, de nós mesmos.
Mas, eu acho que está faltando algo a essa idéia. Falta a contrapartida dessa frase...
Fico então me perguntando o que vem primeiro: Deixar um mundo melhor para os nossos filhos ou deixar filhos melhores para o nosso mundo?
Acredito que as duas coisas são absolutamente integradas e complementares, mas, enquanto a primeira, felizmente, vem ganhando força, a segunda parte, muitas vezes, tem sido deixada de lado.
Talvez por ser mais complexa e bem mais difícil do que a primeira.
Criar um hábito de separar o lixo para a reciclagem é bem mais simples do que trabalhar valores.
Estabelecer rotinas para reduzir o consumo de água e luz em casa é bem mais fácil do que impor limite aos filhos.
Por quê?
Porque o grau de compromisso é bem diferente nos dois casos.
Acredito que para deixarmos um mundo melhor precisamos adotar algumas ações, enquanto para deixarmos filhos melhores precisamos adotar outras atitudes. E, muitas vezes precisamos lidar com escolhas e mudanças. E isso, certamente, é bem mais difícil.
Nossa própria percepção de certo e errado, ou melhor, de mais ou menos errado, também parece estar sendo afetada.
Por exemplo, sentimo-nos indignados ao ver alguém arremessando uma latinha pela janela do ônibus, mas, se não estivermos atentos, podemos não dar maior atenção a um jovem que não cede seu assento para um idoso.
No último final de semana levei meu filho a uma festa em um buffet infantil. Fiquei observando como as crianças atropelavam a quem estivesse à frente de sua passagem. Não se davam nem ao trabalho de falar “um sai da frente”. Pedir licença? Nem pensar.
E aquilo era uma situação completamente normal. Alguns achavam até bonitinho ver o “entusiasmo” dos filhos.
Entendo que é difícil...
Afinal, são tantas preocupações: contas a pagar, conflitos na empresa, problemas de relacionamento, crise econômica, etc.
E ainda, educar filhos.
Esses seres sem manual de instrução ou controle remoto, com altíssimo custo operacional e ainda com vontades próprias que, na maioria das vezes, não coincidem com as nossas.
Na verdade, eu não entendo que seja difícil. Que me desculpem a sinceridade os pais relapsos, temerosos, ocupados, descomprometidos, assustados, desinformados, etc., mas não acho que a questão seja a dificuldade em educar os filhos e sim a falta de compromisso com a própria escolha de tê-los.
Escolher ter filhos é escolher assumir uma grande responsabilidade. Muito maior do que o atendimento a um cliente, a entrega de uma mercadoria ou uma viagem de negócios.
Isso é tão óbvio quanto à frase: “precisamos deixar um mundo melhor para os nossos filhos”. Mas, na prática, o que vemos acontecer é algo diferente: “Vou pagar uma boa escola na expectativa de que ela prepare uma pessoa melhor para o mundo enquanto eu cuido da minha carreira para poder pagar essa escola”.
Na verdade, delega-se essa responsabilidade e, muitas vezes, sem fazer o devido acompanhamento dos resultados. Pior, acredita-se que é possível delegar aquilo que é indelegável.
Deixar um mundo melhor para os filhos caminha lado a lado com deixar filhos melhores para o mundo. E, para isso, só existe um jeito: Assumir essa responsabilidade como uma prioridade.
Se o investimento vale? Não sei! Afinal, escolher envolve perdas e ganhos.
Mas uma coisa eu sei: É essencial ter clareza e consciência da escolha que se está fazendo.
Ser uma pessoa melhor para deixar filhos melhores para o mundo, eis aí um bom desafio...
Um abraço.
Flávio Lettieri
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valores
domingo, 14 de novembro de 2010
Fui entrevistada pela jornalista Vanessa Xavier sobre o comportamento dos nossos filhos frente à internet. A entrevista foi postada no blog " Dedinho Digital". Convido você a ler a entrevista e visitar o blog.
Boa leitura!
*Por Vanessa Xavier
Os pais não podem privar o filho de ter acesso à Internet. Foi com essa frase que a psicopedagoga Debora Corigliano, palestrante e autora do livro Orientando pais, educando filhos, começou a entrevista concedida ao blog Dedinho Digital. Quando perguntada como os pais devem agir com relação à Internet ela enfatiza “Os pais devem organizar uma rotina de atividades diárias com a participação do filho nesse processo, já que, assim, ele mesmo determinará o tempo para cada atividade, incluindo o tempo de acesso à Internet.”
A mudança no aspecto comportamental da geração nascida após o advento da Internet, quando comparada com as anteriores, está relacionada à quase ausência de experiências concretas. Ou seja, essa geração tem acesso fácil à fonte de informação, no entanto está mais restrita a experiências concretas. “Elas conseguem visualizar um parque em outro país, porém não andam a pé pelo quarteirão de suas residências”, comenta a psicopedagoga.
Outra diferença fundamental de comportamento é que hoje as crianças estão mais questionadoras, o que, segundo Debora, deve ser valorizado. “Por outro lado vejo pais que não estão dispostos a responder ou a participar desse momento. Dessa forma as crianças buscam fora de casa as respostas para todos os questionamentos e é aí que os valores familiares se perdem.”
Quando perguntada sobre o papel da escola nesse processo de educação e aprendizado da nova geração, Débora comenta que já se deparou com educadores que lecionam na mesma turma, com faixa etária de oito anos, mas que se esquecem que a criança de oito anos hoje é diferente da de cinco anos atrás.
“A escola precisa ser motivadora, interessante e inovadora”, completa Debora.
A psicopedagoga deixa a dica: Conheça os sites de relacionamento que seu filho acessa e fique de olho por onde ele navega.
Bog Dedinho digital : http://dedinhodigital.wordpress.com/
Boa leitura!
*Por Vanessa Xavier
Os pais não podem privar o filho de ter acesso à Internet. Foi com essa frase que a psicopedagoga Debora Corigliano, palestrante e autora do livro Orientando pais, educando filhos, começou a entrevista concedida ao blog Dedinho Digital. Quando perguntada como os pais devem agir com relação à Internet ela enfatiza “Os pais devem organizar uma rotina de atividades diárias com a participação do filho nesse processo, já que, assim, ele mesmo determinará o tempo para cada atividade, incluindo o tempo de acesso à Internet.”
A mudança no aspecto comportamental da geração nascida após o advento da Internet, quando comparada com as anteriores, está relacionada à quase ausência de experiências concretas. Ou seja, essa geração tem acesso fácil à fonte de informação, no entanto está mais restrita a experiências concretas. “Elas conseguem visualizar um parque em outro país, porém não andam a pé pelo quarteirão de suas residências”, comenta a psicopedagoga.
Outra diferença fundamental de comportamento é que hoje as crianças estão mais questionadoras, o que, segundo Debora, deve ser valorizado. “Por outro lado vejo pais que não estão dispostos a responder ou a participar desse momento. Dessa forma as crianças buscam fora de casa as respostas para todos os questionamentos e é aí que os valores familiares se perdem.”
Quando perguntada sobre o papel da escola nesse processo de educação e aprendizado da nova geração, Débora comenta que já se deparou com educadores que lecionam na mesma turma, com faixa etária de oito anos, mas que se esquecem que a criança de oito anos hoje é diferente da de cinco anos atrás.
“A escola precisa ser motivadora, interessante e inovadora”, completa Debora.
A psicopedagoga deixa a dica: Conheça os sites de relacionamento que seu filho acessa e fique de olho por onde ele navega.
Bog Dedinho digital : http://dedinhodigital.wordpress.com/
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amor aos filhos,
educação,
internet
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
E a família, como vai?
E a família, como vai?
Hoje em dia há uma busca constante no resgate a família. Chamam-na de família moderna. Idealiza-se uma família harmoniosa, focada na integração e satisfação de seus componentes. Vemos isso estereotipado nos comerciais de TV, nos folders dos lançamentos de novos empreendimentos imobiliários, nos cartazes que anunciam carros, roupas e utensílios. Porém esta foto da família perfeita há muito não se retrata mais.
As famílias rotuladas como as tradicionais, são compostas por pai, mãe e filho, porém nada se tem de tradicional. A mãe trabalha fora , o pai trabalha e estuda a noite, os filhos ficam na escola em período integral , ou possuem uma agenda super lotada para suprir a ausência dos pais. O que tem isso de tradicional?
Já as famílias que são rotuladas como “família moderna”, são compostas por uma variedade dinâmica. São mães com filhos, pais com outros filhos, mães com namorados e filhos, avós que cuidam dos filhos e da mãe que é solteira e assim por diante.
Não estou aqui para criticar nenhuma formação familiar, estou sim, para valorizar o que se tem como família. Se o caso é apenas mãe e seu filho, que a valorização familiar esteja intrínseca em tudo o que fazem. Que os bons hábitos tradicionais de uma família estejam presentes em sua formação, como alimentar-se a mesa, dormir em cama separadas, respeito mútuo, e assim por diante.
A família (pessoas que moram na mesma casa) deve buscar a harmonização. Hoje vejo muitos pais que preferem ficar fora de casa após o expediente, pois sabem que ao chagar em casa haverá briga e desentendimento.
Não existe uma receita pronta para solucionar este dilema familiar, existe sim, uma enorme vontade de acertar. Um desafio em construir uma família melhor, não financeiramente falando, repleta de bens materiais. E sim esbanjando um relacionamento feliz e assertivo.
É nessa estrutura que apresento a palestra “ E a família, como vai?” . Uma palestra dinâmica com aproximadamente 90 minutos de duração.
Quando uma família vive em harmonia, as crianças refletem esse bem estar e vivem felizes.
Entre em contato para conversarmos sobre esta palestra.
Palestrante : Debora Corigliano – Psicopedagoga.
Hoje em dia há uma busca constante no resgate a família. Chamam-na de família moderna. Idealiza-se uma família harmoniosa, focada na integração e satisfação de seus componentes. Vemos isso estereotipado nos comerciais de TV, nos folders dos lançamentos de novos empreendimentos imobiliários, nos cartazes que anunciam carros, roupas e utensílios. Porém esta foto da família perfeita há muito não se retrata mais.
As famílias rotuladas como as tradicionais, são compostas por pai, mãe e filho, porém nada se tem de tradicional. A mãe trabalha fora , o pai trabalha e estuda a noite, os filhos ficam na escola em período integral , ou possuem uma agenda super lotada para suprir a ausência dos pais. O que tem isso de tradicional?
Já as famílias que são rotuladas como “família moderna”, são compostas por uma variedade dinâmica. São mães com filhos, pais com outros filhos, mães com namorados e filhos, avós que cuidam dos filhos e da mãe que é solteira e assim por diante.
Não estou aqui para criticar nenhuma formação familiar, estou sim, para valorizar o que se tem como família. Se o caso é apenas mãe e seu filho, que a valorização familiar esteja intrínseca em tudo o que fazem. Que os bons hábitos tradicionais de uma família estejam presentes em sua formação, como alimentar-se a mesa, dormir em cama separadas, respeito mútuo, e assim por diante.
A família (pessoas que moram na mesma casa) deve buscar a harmonização. Hoje vejo muitos pais que preferem ficar fora de casa após o expediente, pois sabem que ao chagar em casa haverá briga e desentendimento.
Não existe uma receita pronta para solucionar este dilema familiar, existe sim, uma enorme vontade de acertar. Um desafio em construir uma família melhor, não financeiramente falando, repleta de bens materiais. E sim esbanjando um relacionamento feliz e assertivo.
É nessa estrutura que apresento a palestra “ E a família, como vai?” . Uma palestra dinâmica com aproximadamente 90 minutos de duração.
Quando uma família vive em harmonia, as crianças refletem esse bem estar e vivem felizes.
Entre em contato para conversarmos sobre esta palestra.
Palestrante : Debora Corigliano – Psicopedagoga.
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palestra sobre família
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