Ultimamente tenho conversado com pais que apresentam uma ansiedade muito grande com relação ao futuro de seus filhos. Pensam tanto no amanhã que se esquecem totalmente de viver o hoje ao lado dos filhos que amam.
Minha infância lembro-me bem, foi passada na rua , brincando, aprendendo, descobrindo e fazendo amigos. Aprendi a andar de bicicleta, a jogar bola, fazer comidinha (com terra e plantinhas), pular amarelinha, brincar de esconde- esconde, pega – pega, duro- mole entre tantas outras brincadeiras. Existia sim, uma rotina: escola, almoço, lição de casa e brincar. Tudo dentro de uma harmonia que hoje vejo, era a ideal. No tempo que exercia a função de ser criança aprendi muitas coisas que carrego até hoje e essas lembranças me deixam muito feliz, saudosa até!
Lanço aqui uma pergunta. Seu filho vai ter saudades de que? Da rotina apressada entre escola, aula de ballet, inglês, natação e futebol? De amigos que só conhece virtualmente pelo MSN ou pelo FACEBOOK? E você me responde:
- Mas estamos na era da globalização, meu filho tem que “estar” atualizado.
E eu vou dizer: que bom, mas ele precisa ter tempo de ser criança. Ele precisa fazer coisas de criança, brincar não só com jogos educativos e sim com terra, com água, na chuva, no banho, com tinta, com bola, com amigos reais e não só super heróis, ouvir, criar e contar histórias. Inventar brincadeiras, aprender as brincadeiras típicas da infância, assim como as músicas, a nossa cultura.
São pequenas ações que compreendem o universo infantil e dão margem a uma vida saudável e feliz.
Hoje em dia as crianças convivem com crianças na escola, porém isso não basta, pois mesmo neste ambiente infantil, a liberdade de escolha e o tempo não estão disponíveis. Faz-se necessário, na infância, o ócio, que nesta fase será o tempo mais produtivo que ela terá.
Pais inteligentes emocionalmente buscam para seus filhos uma vivência apropriada a sua faixa etária, sem cobranças nem exigências.
Percebo que devido à correria do dia – a – dia muitos pais apressam também a vida de seus filhos querendo que falem antes do tempo, que andem precocemente, que deixem de usar as fraldas rapidamente, que leiam e escrevam antes mesmo de conseguirem tomar banho sozinhos. E caso uma dessas etapas seja vencida antecipadamente a cobrança aumenta e essa criança vive em meio à ansiedade, exigências e muitas dúvidas.
Calma Pais! Deixem as crianças serem crianças.
Cada criança tem seu tempo, eu sempre exemplifico dessa forma, ela tem o tempo para começar a falar, andar e se alfabetizar. E o melhor tempo é o de brincar. Li recentemente um texto que fala sobre o direito de brincar de Gilberto Dimenstein. Ele define o brincar de uma forma tão agradável que resolvi transcrever um trecho do artigo.
“Brincar é, em essência, experimentar a emoção da descoberta. É surpreender-se investigando, no cume da árvore, as frutas e as flores. É admirar as conchas da praia, olhar os peixes no rio, sentir o gosto da chuva no rosto, sujar-se na lama, entrar nas cavernas. Ou, simplesmente, ficar sem fazer nada vendo as coisas, quaisquer coisas passarem, entretido com o canto de um pássaro. É cutucar a terra, descobrir a minhoca cortá-la em pedaços e ver as várias partes se contorcerem. É ficar sentado, intrigado com as cores do arco-íris. Na brincadeira, unem-se o prazer e o aprendizado.”
Proporcionem aos seus filhos alguns momentos para que eles exerçam o papel de criança.
Aproveite o tempo que seu filho brinca, para observá-lo. Eu sempre oriento isso aos pais, pois quando os observamos estamos descobrindo suas reações. E no momento em que a criança está brincando, fantasiando, criando, suas ações e reações estão latente e facilmente você as perceberá.
Quando eu era professora, tinha uma turma de maternal (crianças de 3 anos). Na sala de aula havia um aluno lindo, chamava-se Fernando. Ele não gostava de brincar com nada que sujasse sua mão, sempre que eu oferecia massinha, argila ou tinta, sentia que ele tinha vontade de brincar, mas algo maior fazia com que ele recusasse e ficasse apenas olhando os amigos. Isso me preocupava muito, pois eu queria que ele participasse das brincadeiras e nessas atividades as crianças aprendiam muito. Um dia marquei reunião com a mãe do Fernando e questionei como ele agia em casa com relação a sujar as mãos. A mãe respondeu que dificilmente isso acontecia em casa, pois ela era dentista e o pai médico, ambos tinham o hábito de lavar as mãos várias vezes e que cobravam esta postura higiênica do menino sem contar que não gostavam que ele se sujasse. Eu calmamente fui explicando para a mãe que Fernando era um menino de 3 anos e precisava brincar se sujar e experimentar várias coisas, que como mãe ela deveria autorizá-lo a sujar as mãos. Depois da nossa reunião, a família do Fernando mudou a postura e o mesmo passou a descobrir muitas coisas. Lembro-me tão bem o primeiro contato dele com a tinta, a alegria de carimbar suas mãos azuis no papel e sentir a textura e a temperatura que essa sensação lhe causava. A cada dia Fernando descobria coisas novas e sentia-se mais feliz. No final daquele ano, os pais de Fernando vieram conversar comigo sobre o quanto ele tinha mudado para melhor e como eles (os pais) também haviam aprendido a oferecer oportunidades para o filho.
Como foi sua infância ?Do que você como mãe , pai ou responsável por uma criança, lembram da infância. Se você só tem lembranças ruins, vale a pena rever o que você está proporcionando ao seu filho. Caso suas lembranças sejam positivas, use-as como exemplo para que seu filho possa ter a mesma oportunidade que você.
Lembre-se que minha sugestão de proporcionar uma infância boa a seu filho, não envolve custo , apenas tempo e dedicação.
Para que seu filho exerça a função de ser criança, ele não precisa de brinquedos caros, vídeo game de última geração, basta apenas que ele tenha oportunidades para brincar, criar e ser feliz.
Crianças que vivem como “ crianças” têm em comum o desenvolvimento pleno de suas habilidades . Mesmo hoje, quando comentamos que as crianças são diferentes das de 20 anos atrás, precisamos vê-las como tal. Respeitando-a sem delegar pressões e poderes que a sociedade atual insiste em forçar. A infância deve durar o maior tempo possível, e todos os pais devem colaborar para que uma menina de 10 anos ainda tenha característica de criança e não a de um adulto em miniatura.
Você quer saber se seu filho realmente está vivendo uma infância feliz? Pergunte para ele o que é ser criança. Baseado nas respostas, você perceberá que tipo de infância está oferecendo a ele e se tem algo a mudar. Boa Sorte!
Quer comprar meu livro?
sábado, 15 de outubro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Harmonia Familiar
Queridos amigos.
É com muita alegria que venho compartilhar com vocês, mais uma forma de poder atender as famílias e ajudá-las a viver em harmonia.
Além do meu Livro, dos programas na TV, dos artigos nas Revistas, o EAD- curso a distâcia para pais, o Blog, as Entrevistas em jornais,as Palestras em empresas e escolas e o Atendimento Domiciliar agora estou com um espaço acolhedor e estruturado para atender pais, crianças e educadores.
A Dr. Lilian Guedes convidou-me à fazer parte de sua equipe de profissionais . Convite aceito ... e portas abertas.
A partir de hoje coloco a disposição meu profissionalismo para ajudar pais na orientação da educação de seus filhos nas diversas idades e conflitos e crianças com dificuldades no desempenho escolar.
Venha conhecer nosso espaço !
Agende um horário! Conversar sobre educação dos filhos é aprender a viver em harmonia.
Consultório: Rua Orlando Carpino, 852 - Castelo
Telefone: 19-33857100
Enviei esta mensagem para alguns amigos e o incentivo que recebo constantemente me fortacece para continuar sempre...
Olá Débora
Fico muito feliz por você. As familias estão precisando de ajuda para encontrar a harmonia dentro de seus lares. Parabéns.
Grande abraço.Atenciosamente,
Mary Publio
Parabéns!!!!!!!
Que Deus abençoe muito esta nova etapa!
Estou sempre a disposição com muito carinho,
Fabi.
Parabéns!!!!!! Ficamos muito felizes em saber dessa novidade, mas fazendo tanta coisa, vocë tem tempo para dormir!!!!! rsrsrsrsrs, beijos Adriana, Marco e Pedro.
Débora: tudo bem com você, Vladimir e filhos ? Ficamos contentes em saber que profissionalmente, está atingindo níveis altíssimos. Você está colhendo tudo que plantou . Parabéns e muito sucesso.
Um grande abraço, do
Antonio CArlos e Sonia
Que notícia maravilhosa minha amiga...felicíssima com a notícia.....você merece..Parabéns!!!!!
Deus te Abençõe sempre
Gde bjo
Andréa
Parabéns, Débora!
Que Deus a abençoe nessa nova empreitada.
Mas, só de ler o “Além de ...” já fiquei cansado. Haja energia e determinação... rs...
Falando sério: nossa família tinha certeza de seu sucesso e que ele era questão de tempo. Pronto! Chegou!!
Felicidades mil e muito, mas muito SUCE$$O.
Temos orgulho de compartilhar essa conquista com você.
Beijos
Julia, Valeria e Fernando
Nossa que chique....parabéns...sucesso!!!!
Bjs
Cris
Debora, parabéns!!!! Sucesso nesta nova jornada!!!!
Bjs
Oi Tiaaaaa !!!!!
Adorei a novidade e estamos mandando muita energia positiva para esta sua nova etapa e que este consultorio fique lotado de atendimentos!!!!!!
mil bjs
Co, Roque e Pedro
Debora
bom dia
de verdade esta é mesmo uma boa notícia
votos de sucesso e alegrias nesta nova jornada e que N.Sra. Auxiliadora mãe e Rainha esteja sempre a sua frente
Capovilla e Beth
Parabéns por mais essa conquista e sucesso sempre.
Paz e Bem.
Adriano Bezerra dos Santos
Parábens Debora!!!
Que DEUS te ilumine nessa nova jornada, tenho certeza que você será muito feliz.
bjs Dora
Débora
Parabéns, sucesso, você merece.abraço.
Alexandra de Souza Barteli Ferreira
Débora, parabéns pela abrangência do seu trabalho, é trabalhando com a base da infancia que se forma adultos felizes e saudáveis. Acredito que cursos para pais já devia fazer parte do pré-natal!
Boa sorte!
Bjs.Marigian
É com muita alegria que venho compartilhar com vocês, mais uma forma de poder atender as famílias e ajudá-las a viver em harmonia.
Além do meu Livro, dos programas na TV, dos artigos nas Revistas, o EAD- curso a distâcia para pais, o Blog, as Entrevistas em jornais,as Palestras em empresas e escolas e o Atendimento Domiciliar agora estou com um espaço acolhedor e estruturado para atender pais, crianças e educadores.
A Dr. Lilian Guedes convidou-me à fazer parte de sua equipe de profissionais . Convite aceito ... e portas abertas.
A partir de hoje coloco a disposição meu profissionalismo para ajudar pais na orientação da educação de seus filhos nas diversas idades e conflitos e crianças com dificuldades no desempenho escolar.
Venha conhecer nosso espaço !
Agende um horário! Conversar sobre educação dos filhos é aprender a viver em harmonia.
Consultório: Rua Orlando Carpino, 852 - Castelo
Telefone: 19-33857100
Enviei esta mensagem para alguns amigos e o incentivo que recebo constantemente me fortacece para continuar sempre...
Olá Débora
Fico muito feliz por você. As familias estão precisando de ajuda para encontrar a harmonia dentro de seus lares. Parabéns.
Grande abraço.Atenciosamente,
Mary Publio
Parabéns!!!!!!!
Que Deus abençoe muito esta nova etapa!
Estou sempre a disposição com muito carinho,
Fabi.
Parabéns!!!!!! Ficamos muito felizes em saber dessa novidade, mas fazendo tanta coisa, vocë tem tempo para dormir!!!!! rsrsrsrsrs, beijos Adriana, Marco e Pedro.
Débora: tudo bem com você, Vladimir e filhos ? Ficamos contentes em saber que profissionalmente, está atingindo níveis altíssimos. Você está colhendo tudo que plantou . Parabéns e muito sucesso.
Um grande abraço, do
Antonio CArlos e Sonia
Que notícia maravilhosa minha amiga...felicíssima com a notícia.....você merece..Parabéns!!!!!
Deus te Abençõe sempre
Gde bjo
Andréa
Parabéns, Débora!
Que Deus a abençoe nessa nova empreitada.
Mas, só de ler o “Além de ...” já fiquei cansado. Haja energia e determinação... rs...
Falando sério: nossa família tinha certeza de seu sucesso e que ele era questão de tempo. Pronto! Chegou!!
Felicidades mil e muito, mas muito SUCE$$O.
Temos orgulho de compartilhar essa conquista com você.
Beijos
Julia, Valeria e Fernando
Nossa que chique....parabéns...sucesso!!!!
Bjs
Cris
Debora, parabéns!!!! Sucesso nesta nova jornada!!!!
Bjs
Oi Tiaaaaa !!!!!
Adorei a novidade e estamos mandando muita energia positiva para esta sua nova etapa e que este consultorio fique lotado de atendimentos!!!!!!
mil bjs
Co, Roque e Pedro
Debora
bom dia
de verdade esta é mesmo uma boa notícia
votos de sucesso e alegrias nesta nova jornada e que N.Sra. Auxiliadora mãe e Rainha esteja sempre a sua frente
Capovilla e Beth
Parabéns por mais essa conquista e sucesso sempre.
Paz e Bem.
Adriano Bezerra dos Santos
Parábens Debora!!!
Que DEUS te ilumine nessa nova jornada, tenho certeza que você será muito feliz.
bjs Dora
Débora
Parabéns, sucesso, você merece.abraço.
Alexandra de Souza Barteli Ferreira
Débora, parabéns pela abrangência do seu trabalho, é trabalhando com a base da infancia que se forma adultos felizes e saudáveis. Acredito que cursos para pais já devia fazer parte do pré-natal!
Boa sorte!
Bjs.Marigian
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Lição de casa !!!!
Fui entrevistada pelo site: Mães e filhos .com, falando sobre esse tema tão preocupante para alguns pais!!!
Boa leitura!!!
Sejam elas pequenas ou já mais crescidas, o fato é que para muitas crianças a hora de fazer a lição de casa é um verdadeiro tormento. Afinal, ter de parar de brincar simplesmente para fazer o dever escolar dá muita preguiça! Motivá-las a cumprir as tarefas é dever dos pais, que também podem contar com a ajuda da própria escola.
Segundo a psicopedagoga Debora Corigliano, o momento da lição de casa deve ser acima de tudo prazeroso. Mas, será que isto é mesmo possível? Bom, na entrevista a seguir, ela orienta pais e mães nesta importante e inevitável tarefa!
- Desde o primeiro momento em que as crianças começam a levar tarefas escolares para casa, os pais tendem a ficar ansiosos. Neste início, quando a criança tem em torno de 4 anos, os pais devem ajudá-la a fazer a tarefa? De que forma?
Debora – Sim, por ser o primeiro contato da criança com esta atividade, os pais devem estar presentes orientando-a como conduzir a tarefa. Esta atividade deve ser prazerosa para ambos, pois se houver conflito e desarmonia a criança ficará com a impressão de que fazer lição de casa é ruim. Nesta idade, os pais podem ajudar lendo o enunciado da lição e oferecer condições para que a criança realize com sucesso. Jamais os pais deverão fazer a lição pela criança!
- A partir de que fase os pais já devem deixar a criança sozinha no ambiente para fazer a lição?
Debora – Primeiro os pais devem ensinar a criança a ter uma rotina de horário para a lição de casa. A autonomia só poderá ser dada quando a criança já souber ler e entender o que pede a lição. Mesmo que ela faça sozinha, sempre deve haver uma supervisão por parte dos pais. É importante ressaltar que a supervisão deve ser feita logo após a lição ter sido concluída. Não é proveitoso deixar a criança sozinha fazendo a lição de casa à tarde por exemplo, e só a noite quando a mãe chega, solicitar os cadernos para ver se tudo foi feito certo. Dessa forma a criança irá deixar tudo para ser feito a noite e com certeza essa ação causará um desentendimento familiar.
- Se percebem que há respostas incorretas na lição, os pais devem interferir e corrigir para que a tarefa chegue completamente correta à sala de aula?
Debora – Essa pergunta deve ser feita para a professora logo no começo do ano, pois há escolas que preferem que a lição de casa venha com os erros para poder avaliar melhor o aluno. A interferência dos pais nessa ação deve ser de forma a agregar o conhecimento do aluno e não de forma punitiva, como geralmente acontece. Às vezes o aluno não entendeu a lição de casa e por esse motivo a fez errado. A comunicação entre escola e família se faz importante neste momento.
- Quando vão ficando maiorzinhas, percebemos que muitas crianças já demonstram um pouco de preguiça em fazer a lição. Como os pais devem estimulá-las a fazer a tarefa? Prometer uma recompensa, como algum presentinho, é correto?
Debora – O mais adequado é ter uma rotina com tempo de estudo. Isto deve ser definido em comum acordo com a criança. Digamos que o tempo estipulado para o estudo (lição de casa) será de 40 minutos diários ( isso é variável de acordo com a idade da criança). Se ela faz a lição em 10 minutos para se livrar da responsabilidade ela terá ainda 30 minutos para fazer atividades relacionadas a escola, por exemplo ler um livro, fazer uma palavra cruzada, pesquisar algo que envolva o conteúdo da escola. Isso reforça uma rotina de estudo. Esta estratégia de determinar horários pode ser usada para várias atividades, como o tempo de ficar no computador, game, vendo tv, etc… Quando a criança ajuda a organizar estes horários ela é co-responsável e fica mais fácil para cumprir. Quanto às recompensas, sou contra. O estudo é uma atividade importante e deve ser feito com responsabilidade e a própria recompensa é o sucesso na escola e futuramente na vida profissional.
- E se a criança começa a se recusar a fazer a lição e o dia a dia doméstico passa a ficar tumultuado por desentendimentos entre pais e filhos? Como resolver o problema? Castigo resolve?
Debora – Acho que na resposta anterior cito estratégias para evitar este conflito. Reforço que o momento da lição de casa e do estudo deve ser prazeroso e cabe aos pais proporcionar isso aos filhos. Caso não consigam, o melhor a fazer é pedir ajuda na escola.
- Qual a receita imbatível para se criar uma rotina em que a lição de casa seja feita sempre com calma e atenção e nunca fique em branco?
Debora - Torná-la prazerosa e com obtenção de pequenos sucessos. Quando uma criança realiza algo (referente ao estudo) e obtém pequenos sucessos (elogios, acertos, orgulho por realizá-lo), sente-se motivada e fazer. No processo de desenvolvimento do estudo, o erro se faz presente. É importante mostrar para a criança que errar faz parte e que juntos poderão superar as dificuldades. Saber lidar com o erro, aceitá-lo e agir em função do acerto deve partir do exemplo dos pais.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Meu filho fala palavrão?
Boa Leitura!!
Saia justa – como ensinar as crianças a não falar palavrão?
Publicado em 11/08/2011
Alguém aqui já passou por uma saia justa porque o filho aprendeu e agora não para mais de falar palavrão? Bom, esta é uma daquelas situações que as mamães ficam com ligeira vontade de dar uma sumidinha do mapa! Imagine, uma criança tão bonitinha e meiga falando as piores palavras para avós, amiguinhos, professores, muitas vezes sem nem mesmo saber seus significados… Então, vamos lá: como contornar o problema e ensinar os pequenos a não falarem mais palavrão?
A psicopedagoga Debora Corigliano explica que as crianças falam palavrões por imitação do adulto. “Por volta dos 3, 4 anos a criança ouve, por exemplo, o pai falando euforicamente um palavrão ao assistir um jogo de futebol, em outro momento semelhante ela repetirá esta ação, sem saber o significado do palavrão. Apenas por repetição, e por acaso se alguém achar engraçadinho ela repetirá em vários momentos”.
Uma observação importante, ela diz, é perceber em que situação a criança fala o palavrão, e desta forma saber como e com quem ela aprendeu. “Por exemplo, se a criança começa a falar ‘bunda’ em qualquer contexto, é sinal de que ela aprendeu com um amigo e nem sabe ao certo o significado e em que contexto usar. Porém se ela fala um palavrão mais carregado e com a entonação e colocação corretas, é sinal que ela aprendeu com um adulto”.
E é aí que entra o bom exemplo dos pais como forma eficiente de ensinar os pequenos a não pronunciarem palavras tão feias. “A criança aprende pelo exemplo, o mais correto é que não falem palavrões em frente a criança. Caso ela já tenha este hábito, o melhor é não dar ênfase, pois assim ela perderá o foco”, diz a psicopedagoga.
E castigo, resolve? “Neste caso, não. O mais correto é sempre pedir ao filho que não repita esta palavra, pois ela não é certa, e nesta ocasião sugerir outra para que ele possa expressar o mesmo sentimento que o fez falar o palavrão”.
Bom, na tentativa de bem educar, há pais que acabam liberando os palavrões em determinadas situações. Por exemplo, ‘entre os amiguinhos pode, mas na frente do vovô e da vovó, não’. Segundo Debora Corigliano, porém, “a criança não tem essa percepção como o adulto . Por esse motivo, o melhor a fazer é evitar o palavrão em qualquer situação”.
Já no caso dos filhos deixarem de falar palavrão em casa mas continuarem na escola, a psicopedagoga diz que os professores terão que entrar em ação. “A escola saberá trabalhar esta questão. Pois se isso só acontece lá, é porque há um estímulo que leve a criança a fala. Neste ponto a própria escola deverá resolver esta questão, chamando os pais do aluno que pronuncia estas palavras que por sua vez acaba por influenciar os outros”.
Debora Corigliano mantém o blog www.orientandopaiseducandofilhos.blogspot.com .
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domingo, 17 de julho de 2011
Oriente-se
Recentemente fiz um convite através do meu mailing e também facebook para assistirem o Programa Oriente-se da TV Século 21, no qual seria entrevistada.
Abordamos nos dois programas a educação dos filhos.
No primeiro falamos sobre “Birras". Assunto vasto, pois falamos de limites, palmadas, castigos e formas assertivas de educar.
No segundo programa o tema foi “Adolescentes rebeldes”, assunto também cheio de oportunidades de aprendizado e opiniões divergentes.
Um fato, em meio a tantos, me deixou muito feliz: a participação de adolescentes fazendo perguntas via e-mail. Essa é uma questão a ser levantada, pois demonstra a preocupação dos jovens com o melhor caminho a ser seguido em meio a uma fase tão turbulenta e cheia de interrogações.
Abordamos nos dois programas a educação dos filhos.
No primeiro falamos sobre “Birras". Assunto vasto, pois falamos de limites, palmadas, castigos e formas assertivas de educar.
No segundo programa o tema foi “Adolescentes rebeldes”, assunto também cheio de oportunidades de aprendizado e opiniões divergentes.
Um fato, em meio a tantos, me deixou muito feliz: a participação de adolescentes fazendo perguntas via e-mail. Essa é uma questão a ser levantada, pois demonstra a preocupação dos jovens com o melhor caminho a ser seguido em meio a uma fase tão turbulenta e cheia de interrogações.
O programa é dinâmico, apresentado pela Renata Admiral que se coloca sempre aberta às opiniões dos convidados, oferecendo muita liberdade para os mesmos.
Em breve os dois programas estarão disponíveis no Youtube e com certeza divulgarei!
Um abraço.
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
FÉRIAS! O QUE FAZER COM A CRIANÇADA?
Mês de janeiro ou mês de julho, não importa a criança entra em férias e os pais ficam aflitos, pois de um lado, a criançada querendo brincar, de outro, pais em pleno ritmo de trabalho e sem poder dedicar o devido tempo aos filhos.
O que fazer? O ideal seria conciliar as férias da família nesse período, porém isso nem sempre é possível.
Para você que tem filho em idade pré- escolar uma opção é deixá-lo na escola, existem muitas escolas que oferecem curso de férias em período integral. É importante ficar atento para que a escola forneça mesmo atividades diferenciadas nas férias. Às vezes só existe o título e a criança fica o mês inteiro sem perceber que está em férias, pois a rotina é a mesma e a escola não proporciona atividades diferentes e divertidas.
Outra opção é a casa da avó, tio, padrinhos e familiares. Essa proposta é muito boa, principalmente se a criança mora longe desses familiares. Ter esse convívio será muito importante. Porém só faça isso se a criança já estiver acostumada a dormir fora de casa. Uma amiga minha fez isso nas férias escolares do filho. A avó havia convidado o neto para ficar alguns dias em sua casa. A criança, motivada com a idéia de viajar e ficar na casa dos avós, foi muito feliz. Porém no segundo dia já queria voltar. O problema era que a casa da avó era distante 600 km. E ao invés de solucionar um problema esse casal arrumou outro.
Dependendo da idade da criança, pode-se também contar com clubes ou colônia de férias que durante um mês oferecem atividades diversificadas e muito interessantes para as crianças. Vale ressaltar a credibilidade e a experiência desses lugares em programar férias. Itens importantes devem ser levados em conta como:
• Crianças com idades diferentes ficam em grupos distintos.
• Horário de início e termino das atividades, devem conciliar com sua rotina de trabalho, pois se for muito diferente a criança sempre chegará atrasada ou sairá mais cedo, muitas vezes perdendo o melhor da diversão.
• Caso a colônia de férias ofereça alimentação, questionar como são feitas e as condições de higiene e armazenamento.
• É aconselhável que a criança que nunca foi a uma colônia de férias, mesmo que seja um dia, vá em companhia de um amigo. Pois chegar a um lugar, com crianças e monitores sem conhecer ninguém, pode ser um pouco constrangedor.
• Roupas confortáveis, tênis, agasalho e uma garrafa de água, não podem faltar na mochila de seu filho, além é claro da identificação com telefones de emergência. Se seu filho for maior de 10 anos poderá levar um celular para emergências.
Vale ressaltar que criança também precisa de férias, mudar a rotina, vivenciar coisas novas. E se vocês conseguirem um tempinho aproveitem em companhia deles. A criança sente quando seus pais estão de folga e ela tem que ter a rotina normal de um dia comum. Quando lecionava em uma escola, geralmente trabalhava no curso de férias oferecido pela mesma. Às vezes percebia que alguns pais estavam em férias, mas continuavam levando o filho para a escola. A criança se sentia triste e muitas vezes chorava, pois não queria ficar na escola e sim em companhia de seus pais. Mesmo tendo 3 ou 4 anos, a criança percebe a mudança da rotina de casa, quando os pais estão em férias e ela não. Horários diferentes, roupas esportivas, sinalizam que os pais estão de folga. Aproveite este tempo para ficar com seu filho. Ele também precisa de férias escolares.
Deixo aqui algumas dicas para que os pais possam, mesmo deixando a criança em casa, proporcionar férias animadas e agradáveis.
• Deixe a criança dormir, às vezes, até um pouco mais tarde. Convide-a para dormir em um ambiente diferente, que tal todos dormirem juntinhos em seus colchões no chão da sala, com certeza será uma farra!
• Leve seu filho (a) ao cinema.
• Deixe-o dormir um dia na casa dos avós. Com isso, o dia que você realmente precisar, ele estará acostumado e vocês não terão problemas.
• Pegue um jogo que esteja esquecido no armário e convide toda a família para jogar, mesmo que seja à noite quando vocês já tiverem voltado do trabalho, serão com certeza 30 minutos prazerosos para todos da família.
• Convide um amigo de seu filho para passar algumas horas em sua casa. Neste dia um bom DVD e pipoca farão sucesso.
• Que tal um gostoso passeio ao Bosque para relaxar, um piquenique pode acontecer sem muitos problemas.
• Tire-o do computador e vídeo game. Compre pipas, pião, boneca de pano, argila, faça massinha caseira. Isso fará com que a criança perceba que a rotina nas férias, mudou.
• Cozinhe junto com seu filho, que tal fazerem algo bem gostoso como bolinho de chuva, brigadeiro, bolo, etc.
• Peça ajuda de seu filho (a) para organizar os brinquedos dele, para ele será muito divertido ter você ao lado para essa atividade. Aproveite a empolgação e arrume também o armário das roupas.
• Assista um programa infantil com ele, e depois faça comentários. Ele com certeza terá muito prazer em sua companhia.
• Compre um pequeno presente para ele, use a criatividade e faça desse ato de presentear um momento muito especial.
• Existem publicações que ensinam a construir jogos e brinquedos com material reciclável. Essa é uma boa oportunidade para que juntos, vocês possam brincar, construir algo interessante e reciclarem objetos. Mãos a obra!
• Livros para colorir são um excelente passa-tempo. Se a criança já for alfabetizada existem em banca de jornal cruzadinhas, almanaques e revistas de entretenimento para essa faixa etária
• Riam juntos, durmam juntos, leiam juntos, assistam um desenho juntos, o importante durante este mês é fazer com que a criança perceba que férias são agradáveis e mesmo que na casa só ela esteja gozando deste privilégio vale a pena fazê-la feliz! Boa sorte!
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