Estudos comprovam que funcionários felizes são mais motivados, têm mais comprometimento, cultivam a harmonia no ambiente de trabalho e consequentemente apresentam melhores resultados às corporações. A importância de um funcionário feliz para a empresa está a médio e longo prazo diretamente ligado ao sucesso dela.
Mas como garantir esta felicidade corporativa? Quando um indivíduo se sente realizado profissionalmente, dentro de um sistema de competitividade, sobrecarga e de metas a serem atingidas, o lado pessoal dele certamente será afetado. Por este aspecto nem sempre o suposto sucesso profissional reflete o bem estar como um todo. Este indivíduo, em breve irá sofrer e isso refletirá em seu desempenho profissional.
Todos nós precisamos de uma estrutura consistente familiar, para que a vida tenha qualidade. Faz-se necessário contemplar o indivíduo na sua totalidade, não só no trabalho, mas também nas suas relações interpessoais com amigos, filhos e família, para que ele obtenha sucesso em todas as áreas da mesma forma. A isso denominamos “ equilíbrio”.
No ambiente coorporativo, uma liderança organizacional tem condições de oferecer subsídios para este “equilíbrio”: famílias em harmonia / funcionários felizes/ produtividade e motivação plena.
Com ampla experiência em orientação familiar, Debora Corigliano desenvolve o Projeto Bem Estar que visa apresentar aos funcionários palestras que percorrem o caminho da emoção de ser pai/ mãe passando, inclusive, pela necessidade de desempenhar todos os papéis que a sociedade lhe impõe. Visando ajudá-los a transformar o pouco tempo que dispõe em momentos de qualidade, nessa delicada relação. Serão abordadas situações práticas que ajudam a valorizar a relação de pais e filhos, focando o amor, o respeito, o limite, o diálogo, entre outras situações cotidianas. Quando uma família vive em harmonia, todos refletem esse bem estar e vivem felizes e muito mais produtivos.
Debora Corigliano é autora do livro “Orientando Pais Educando Filhos”, especialista em orientação familiar atua realizando atendimentos em seu consultório em Campinas e realizando palestras em empresas e escolas. Realizou o projeto Amigos da Escola pela Rede Globo de televisão nas fases 2009, 2010 e 2011, tem pela TV Sec. 21 um curso EAD para família: “Pais e filhos uma parceria de sucesso”. Através de seu blog www.orientandopaiseducandofilhos.blogspot.com escreve artigos sobre orientação familiar e educacional. Freqüentemente é convidada a dar entrevistas em programas de TV e rádio, além de colaborar com seus artigos em várias publicações.
Quer comprar meu livro?
sábado, 17 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
O olhar atento de um professor pode ajudar muito um aluno!
Conversei com uma amiga que recentemente passou com seus dois filhos por um assalto. Além do trauma que esta experiência trouxe, no assalto foi roubado todo o material escolar dos meninos que estava no carro. No dia seguinte, minha amiga foi à escola e conversou com a coordenação comentando o ocorrido e solicitando orientação de como organizar novamente a vida escolar dos meninos. Os livros roubados seriam comprados, porém surgiu a dúvida de como agir com o conteúdo que estava nos cadernos. A coordenação foi muito prática nesta questão, o que já havia sido assimilado e avaliado, poderia ficar para trás, apenas conteúdos de português e matemática que ainda seriam avaliados precisariam ser xerocados de outro caderno. A professora do filho menor que está no fundamental 1 solicitou que o caderno de caligrafia fosse refeito. Minha amiga discordou da professora dizendo que o menino havia passado por um trauma muito sério com relação ao assalto, estava apresentando reações de medo e insegurança e que o exercício motor que o caderno de caligrafia propunha já havia sido feito anteriormente! Concordei com ela. Mas o que quero ressaltar dessa história toda é a sensibilidade do professor de ensino fundamental 1 frente a uma questão emocional e traumática do aluno. Vejo que o enfoque era o caderno de caligrafia e o material perdido e não a estrutura emocional dessa criança.
Peço a vocês uma reflexão: Um aluno bem emocionalmente, com estruturas sólidas, consegue atingir melhor os objetivos propostos pela escola. Se isso é um fato, porque o professor não dá a devida importância?
Vejo muitos professores focando sua aula em conteúdos , quando a turma toda precisa de atenção, e atividades que a façam equilibrar-se emocionalmente.
Quando uma criança passa por um trauma ou a turma toda, como foi o caso da escola de Realengo no Rio de Janeiro, a professora, ou melhor, toda a equipe deve ficar atenta para ajudar esse aluno, não só pensando no que se perdeu, mas sim em como ajudá-lo a voltar para uma rotina emocionalmente saudável.
Em uma entrevista Juan Casassus, filósofo e sociólogo chileno afirma que a importância dos fatores emocionais ligados a aprendizagem é muito importante e tem um peso fundamental no desenvolvimento do aluno. Segundo Casassus “Quando os estudantes se sentem aceitos, os músculos se distendem e o corpo relaxa. O reflexo disso é que eles se tornam mais seguros. Assim, o medo se reduz, as crianças ficam mais espontâneas e participativas e sem temor de cometer erros - quero sublinhar que o mecanismo da tentativa e erro é fundamental para aprender. Confiantes, elas são capazes de mostrar até mesmo o momento em que o interesse pelo assunto tratado em sala desaparece - e o porquê de isso ter ocorrido. Construir uma relação assim pode demorar, mas certamente nunca será desperdício de tempo.”
Nesta situação de trauma, o professor precisa ter a habilidade de observar o aluno e ajudá-lo, neste caso a palavra mais adequada e que todo professor deve conhecer é a resiliência.
Recentemente li um artigo da professora Dra. Sandra Maia Farias Vasconcelos que nos mostra como lidar com situações de traumas. Leia a seguir:
“Há mais de quarenta anos, a ciência tem-se interrogado sobre o fato de que certas pessoas têm a capacidade de superar as piores situações, enquanto outras ficam presas nas malhas da infelicidade e da angústia que se abateram sobre elas como numa rede engodada. Por que certos indivíduos são capazes de se levantar após um grande trauma e outros permanecem no chamado fundo do poço, incapazes de, mesmo sabendo não ter mais forças para cavar, subir tomando como apoio as paredes desse poço e continuar seu caminho?
As experiências e estudos feitos têm mostrado algumas explicações científicas sobre esse fato. A biologia defende o ponto de vista de que cada ser humano é dotado de um potencial genético que o faz ser mais resistente que outros. A psicologia, por sua vez, dá realce e importância das relações familiares, sobretudo na infância, que construirá nesse individuo a capacidade de suportar certas crises e de superá-las. A sociologia vai fazer referência à influência do entorno, da cultura, das tradições como construtores dessa capacidade do individuo de suplantar as adversidades. A teologia traz um aporte diferente pela própria subjetividade transcendente, uma visão outra da condição humana e da necessidade do sofrimento como fator de evolução espiritual: o célebre “dar a outra face”.
Mas foi o cotidiano das pessoas que passam por traumas, que realmente atravessam o vale das sombras, o que realmente atraiu a curiosidade de cientistas do mundo inteiro. Não são personagens de ficção que se erguem após a grande queda; são homens, mulheres, crianças, velhos, o individuo comum do mundo que retoma sua vida após a morte de um filho, a perda de uma parte de seu corpo, a perda do emprego, doenças graves, físicas ou psíquicas, em si mesmo ou em alguém da família, razões suficientes para levar um individuo ao caos. Esses que são capazes de continuar uma vida de qualidade, sem autopunições, sem resignação destruidora, que renascem dos escombros, esses são seres resilientes.
A resiliência é um termo oriundo da física. Trata-se da capacidade dos materiais de resistirem aos choques. Esse termo passou por um deslizamento em direção às ciências humanas e hoje representa a capacidade de um ser humano de sobreviver a um trauma, a resistência do individuo face às adversidades, não somente guiada por uma resistência física, mas pela visão positiva de reconstruir sua vida, a despeito de um entorno negativo, do estresse, das contrições sociais, que influenciam negativamente para seu retorno à vida. Assim, um dos fatores de resiliência é a capacidade do individuo de garantir sua integridade, mesmo nos momentos mais críticos.
Não se é resiliente sozinho, embora a resiliência seja íntima e pessoal. Um dos fatores de maior importância é o apoio e o acolhimento, feito em geral por outro individuo.”
Assim como o filho da minha amiga terá que ser resiliente com o apoio da família e da escola, aquelas crianças de Realengo-RJ também, porém a ajuda do professor é fundamental neste processo.
Professor leia mais, procure informações pertinentes ao bem estar emocional do seu aluno, com certeza você fará a diferença na vida dele!
sábado, 28 de janeiro de 2012
Família e escola: 1ª parte - A volta às aulas!
Nesta época do ano, a maior preocupação dos pais na volta às aulas é a compra de materiais escolares e uniformes. Querem deixar tudo pronto e arrumadinho para que o filho tenha vontade de voltar às aulas.
Porém algo também importante não pode ser deixado de lado. O recomeço ou para alguns que estão ingressando no ensino fundamental, o começo da vida acadêmica. Para o aluno iniciar um ano letivo entusiasmado e manter-se assim ao longo do ano, muitos detalhes além do material escolar devem ser providenciados. A família deve se organizar para a nova fase da rotina escolar.
Se a criança está ingressando no ensino fundamental ou está nas séries iniciais, vale ressaltar:
Boa sorte nesta nova fase!
Porém algo também importante não pode ser deixado de lado. O recomeço ou para alguns que estão ingressando no ensino fundamental, o começo da vida acadêmica. Para o aluno iniciar um ano letivo entusiasmado e manter-se assim ao longo do ano, muitos detalhes além do material escolar devem ser providenciados. A família deve se organizar para a nova fase da rotina escolar.
Se a criança está ingressando no ensino fundamental ou está nas séries iniciais, vale ressaltar:
- Organize também um material para estudos, com revistas e gibis para pesquisa.
- Um local apropriado para fazer as lições, que poderá ser organizado pela própria criança.
- Uma caixa contendo lápis, tinta, cola tesoura e outros itens para realização das tarefas.
- Jogos que correspondam à faixa etária de seu filho, que estimulem a alfabetização, a linguagem escrita, a matemática ou até a língua inglesa.
- Sites com conteúdo apropriado para o ano escolar. Ensine seu filho a acessar este tipo de conteúdo.
- Estabeleça com ele uma rotina de atividades, com horários para estudo, lição de casa, TV, computador, vídeo game entre outras atividades.
- Não esqueça de colocar nesta rotina o momento do “ócio”, toda criança precisa ter um momento para brincar, descansar ou simplesmente ficar a toa.
- Organize seu local de estudo, não é porque ele já é adolescente que precisará fazer isso sozinho, com a parceria dos pais tudo fica mais fácil e prazeroso.
- Organize com seu filho uma rotina diária de estudos.
- Monte um quadro de atividades, incluindo tempo para estudos e diversão.
- Dê para seu filho de presente alguma literatura que faça parte de seu dia a dia. Por exemplo, se ele é fanático por futebol, compre um livro ou revista sobre este assunto. Com certeza ele terá prazer em fazer esta leitura e poderá ser o início de um novo hábito saudável.
- Proponha grupo de estudos em sua casa, adolescentes gostam de atividades em grupo. E o ato de ser a anfitriã fará com que você ganhe pontos com seu filho.
- Atividades culturais podem fazer parte da agenda de seu filho. Organize-se para tal.
Boa sorte nesta nova fase!
domingo, 8 de janeiro de 2012
Orientação Familiar
Você conhece o serviço de Orientação Familiar?
Este serviço consiste em orientar pais e ou filhos a lidarem mais assertivamente com as dificuldades no relacionamento do dia a dia em família. Conviver e se relacionar nem sempre é muito fácil , pedir ajuda é uma ação comum e com bons resultados.
Ter filhos pequenos e educá-los corretamente, dividir as tarefas diárias, saber lidar com a dupla jornada de trabalho e tantas outras ações em muitos momentos ,levam as famílias a entrarem em confronto e desarmonia. Neste caso a Orientação Familiar acontece como forma preventiva e apaziguadora .
Muitas famílias já receberam este serviço de orientação e hoje conseguem viver com prazer e harmonia.
Ligue e agende um horário para conhecer este serviço.
Debora Corigliano
19- 3383-1173 ou deboracorigliano@hotmail.com
Este serviço consiste em orientar pais e ou filhos a lidarem mais assertivamente com as dificuldades no relacionamento do dia a dia em família. Conviver e se relacionar nem sempre é muito fácil , pedir ajuda é uma ação comum e com bons resultados.
Ter filhos pequenos e educá-los corretamente, dividir as tarefas diárias, saber lidar com a dupla jornada de trabalho e tantas outras ações em muitos momentos ,levam as famílias a entrarem em confronto e desarmonia. Neste caso a Orientação Familiar acontece como forma preventiva e apaziguadora .
Muitas famílias já receberam este serviço de orientação e hoje conseguem viver com prazer e harmonia.
Ligue e agende um horário para conhecer este serviço.
Debora Corigliano
19- 3383-1173 ou deboracorigliano@hotmail.com
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Papai Noel existe?
Queridos amigos, no dia 3 de Dezembro, participei do programa Oriente-se na TV SEC. 21 e o tema era " fantasias e mentiras na infância". Os convidados Iuri Capelatto ( psicólogo) , Pe. Osvaldo e eu falamos sobre este tema abordando a mentira, a fantasia e um pouco do mundo virtual.
Após o programa, recebi um e-mail de uma amiga , que autorizou a publicação na integra . Como fiquei feliz com a leitura do mesmo, o remeti ao Iuri que tembém o comentou.
Transcrevo-os aqui para dividir com vocês o orgulho e a emoção de se trabalhar com famílias!!!
Olá Débora!!!!
Foi ótimo o pragrama.
Conheci o Yuri em palestra na escola da minha filha neste ano. Ele é ótimo!
Sabe o que é muito legal de ouví-la? É que eu aprendo mais um tanto e confirmo algumas práticas adotadas aqui em casa. Rsrsrs...
Quando você falou sobre as perguntas de seu filho sobre a existência ou não do Papai Noel, e a sua resposta de que ele existe para quem acredita, é exatamente o que conversamos com a nossa filha aqui em casa, só que é a respeito do Coelhinho da Páscoa e da Fada do Dente, pois ela completou sete anos e está trocando-os.Já com o Papai Noel, eu a coloquei no colo dele quando ela tinha dois meses e tenho uma foto linda deste dia. O Papai Noel se sensibilizou devido o tamanho dela e demonstrou uma serenidade no olhar. Já nos próximos dois anos de vida tinha medo e não se aproximou de Papai Noel algum.
Aos dois anos e meio fomos ao teatro pela primeira vez, e ela sentiu medo das personagens no escurinho do teatro, mas insistimos e ficamos até o final da peça, explicamos que eram apenas pessoas vestidas com fantasias e maquiagem especial, como os Palhaços! Daí tudo bem!
Até que aos três anos, no Natal, ela não queria se aproximar dos Papais Noéis, apenas ficava olhando de longe. E eu observando-a por algum tempo, depois perguntei porque ela não queria dar um abraço no Papai Noel. Ela me respondeu que não tinha medo, mas sentia vergonha porque atrás da fantasia de Papai Noel havia uma pessoa que ela não conhecia! Rsrsrsrsrsrsrs!!!
Expliquei que mesmo assim, era uma pessoa que gostava muito das crianças e do Natal, e ela acabou aceitando ir falar com o Papai Noel, mas com um olhar tímido e desconfiado! Rsrsrsrsrsrs!!!
Daí, no ano seguinte, aos quatro anos, meu irmão se vestiu de Papai Noel para fazer a entrega dos presentes entre nossos familiares, e ele cometeu o "crime" de, ao abraçá-la, dizer: "Clarinha, aqui está o seu presente! Agora dá um abraço no tio Carlão!" Hahahahahahaha!!!
E não é que a espertinha guardou o segredo? Meses depois ela veio me perguntar se eu sabia quem era o Papai Noel que esteve no nosso Natal, eu respondi que era o Papai Noel, e ela me fez suspense por mais algumas semanas, até que me confirmou que era o tio me explicando como descobriu. E ainda me pediu segredo em relação a uma menina que estava na mesma festa, que tem uns dois anos a mais que ela, para que a amiguinha não ficasse sabendo. Daí em diante, mesmo sabendo que o Papai Noel não é real, ela gosta de brincar com a magia de sua existência, como nós adultos.
A própósito, ela já há duas semanas atrás levou o pai às lojas de brinquedos para garantir o seu desejo de Natal com direito a pesquisa de preço e cálculos, utilizando-se das noções de matemática financeira que aprendeu neste primeiro ano escolar. Exigiu que a vendedora embrulhasse para presente porque ia por embaixo da árvore e abrí-lo somente no dia de Natal após recebê-lo das mãos do Papai Noel da família. É que minha tia invesstiu numa fantasia com máscara e a cada ano ela escolhe um familiar para representar o Papai Noel... É uma verdadeira diversão! Tudo realizado com simplicidade e alegria, ficamos todos parecendo que temos sete anos de idade como a minha filha! Hahahahahahahahahaha!!!
Obrigada por me ler! É maravilhoso ter pessoas como você, com quem possamos aprender tanto!
Um beijão e um ótimo Natal, que você seja mais uma vez iluminada pelo Espírito Santo do Menino Jesus, e que a Sua Luz continue refletindo na sua vida por todo o ano novo!
Clélia de Azevedo Silva
Aqui está a mensagem do Iuri Capelato
Oi Débora,
muito obrigado pelo envio, que bom recebermos mensagens assim, de pessoas sadias, com famílias afetivas.
Isso nos dá esperança de que ainda existem boas pessoas no mundo, dispostas a cuidarem dos filhos.
Nós que trabalhamos tanto com pessoas e vemos tantas histórias complicadas.Mas histórias assim nos mostram que vale a pena continuar a luta.
Parabéns pelo excelente trabalho que realiza!
Abraços,
Iuri Victor Capelatto
Psicólogo e psicoterapeuta
Após o programa, recebi um e-mail de uma amiga , que autorizou a publicação na integra . Como fiquei feliz com a leitura do mesmo, o remeti ao Iuri que tembém o comentou.
Transcrevo-os aqui para dividir com vocês o orgulho e a emoção de se trabalhar com famílias!!!
Olá Débora!!!!
Foi ótimo o pragrama.
Conheci o Yuri em palestra na escola da minha filha neste ano. Ele é ótimo!
Sabe o que é muito legal de ouví-la? É que eu aprendo mais um tanto e confirmo algumas práticas adotadas aqui em casa. Rsrsrs...
Quando você falou sobre as perguntas de seu filho sobre a existência ou não do Papai Noel, e a sua resposta de que ele existe para quem acredita, é exatamente o que conversamos com a nossa filha aqui em casa, só que é a respeito do Coelhinho da Páscoa e da Fada do Dente, pois ela completou sete anos e está trocando-os.Já com o Papai Noel, eu a coloquei no colo dele quando ela tinha dois meses e tenho uma foto linda deste dia. O Papai Noel se sensibilizou devido o tamanho dela e demonstrou uma serenidade no olhar. Já nos próximos dois anos de vida tinha medo e não se aproximou de Papai Noel algum.
Aos dois anos e meio fomos ao teatro pela primeira vez, e ela sentiu medo das personagens no escurinho do teatro, mas insistimos e ficamos até o final da peça, explicamos que eram apenas pessoas vestidas com fantasias e maquiagem especial, como os Palhaços! Daí tudo bem!
Até que aos três anos, no Natal, ela não queria se aproximar dos Papais Noéis, apenas ficava olhando de longe. E eu observando-a por algum tempo, depois perguntei porque ela não queria dar um abraço no Papai Noel. Ela me respondeu que não tinha medo, mas sentia vergonha porque atrás da fantasia de Papai Noel havia uma pessoa que ela não conhecia! Rsrsrsrsrsrsrs!!!
Expliquei que mesmo assim, era uma pessoa que gostava muito das crianças e do Natal, e ela acabou aceitando ir falar com o Papai Noel, mas com um olhar tímido e desconfiado! Rsrsrsrsrsrs!!!
Daí, no ano seguinte, aos quatro anos, meu irmão se vestiu de Papai Noel para fazer a entrega dos presentes entre nossos familiares, e ele cometeu o "crime" de, ao abraçá-la, dizer: "Clarinha, aqui está o seu presente! Agora dá um abraço no tio Carlão!" Hahahahahahaha!!!
E não é que a espertinha guardou o segredo? Meses depois ela veio me perguntar se eu sabia quem era o Papai Noel que esteve no nosso Natal, eu respondi que era o Papai Noel, e ela me fez suspense por mais algumas semanas, até que me confirmou que era o tio me explicando como descobriu. E ainda me pediu segredo em relação a uma menina que estava na mesma festa, que tem uns dois anos a mais que ela, para que a amiguinha não ficasse sabendo. Daí em diante, mesmo sabendo que o Papai Noel não é real, ela gosta de brincar com a magia de sua existência, como nós adultos.
A própósito, ela já há duas semanas atrás levou o pai às lojas de brinquedos para garantir o seu desejo de Natal com direito a pesquisa de preço e cálculos, utilizando-se das noções de matemática financeira que aprendeu neste primeiro ano escolar. Exigiu que a vendedora embrulhasse para presente porque ia por embaixo da árvore e abrí-lo somente no dia de Natal após recebê-lo das mãos do Papai Noel da família. É que minha tia invesstiu numa fantasia com máscara e a cada ano ela escolhe um familiar para representar o Papai Noel... É uma verdadeira diversão! Tudo realizado com simplicidade e alegria, ficamos todos parecendo que temos sete anos de idade como a minha filha! Hahahahahahahahahaha!!!
Obrigada por me ler! É maravilhoso ter pessoas como você, com quem possamos aprender tanto!
Um beijão e um ótimo Natal, que você seja mais uma vez iluminada pelo Espírito Santo do Menino Jesus, e que a Sua Luz continue refletindo na sua vida por todo o ano novo!
Clélia de Azevedo Silva
Aqui está a mensagem do Iuri Capelato
Oi Débora,
muito obrigado pelo envio, que bom recebermos mensagens assim, de pessoas sadias, com famílias afetivas.
Isso nos dá esperança de que ainda existem boas pessoas no mundo, dispostas a cuidarem dos filhos.
Nós que trabalhamos tanto com pessoas e vemos tantas histórias complicadas.Mas histórias assim nos mostram que vale a pena continuar a luta.
Parabéns pelo excelente trabalho que realiza!
Abraços,
Iuri Victor Capelatto
Psicólogo e psicoterapeuta
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domingo, 20 de novembro de 2011
Filhos com perigo de repetir de ano? Ainda dá tempo de recuperar!
Fim de ano. Para muitos, férias à vista! Para outros, tempo de sufoco para não repetir de ano na escola… Se seus filhos se encaixam nesta segunda alternativa, amiga, não perca as esperanças. Seja lá qual for a idade das crianças, com a sua presença e orientação nos estudos elas ainda têm chances de recuperar as boas notas! Pelo menos nas escolas que ainda não realizaram as provas finais…
De acordo com a psicopedagoga Debora Corigliano, neste momento de tensão, os pais não devem brigar ou punir os filhos por conta das notas. Acompanhe na entrevista a seguir de que forma você pode, de fato, ajudá-los.
- Os alunos que estão “pendurados”, lutando por notas boas para conseguirem passar de ano, ainda têm chances a esta altura do ano letivo?
Debora – Depende de quanto ele precisa em relação à nota e também da escola. Algumas escolas já estão em provas finais e acabam dando a chance na recuperação e no conselho de classe. Precisamos pensar que para o aluno ser aprovado pelo conselho ele tem quer estar bem em algumas matérias.
- De que forma estes alunos devem estudar para garantirem o sucesso nas notas?
Debora – Focando no conteúdo que será dado na prova. Participando das aulas de reforço que a escola oferece e, dependendo da idade do aluno, tendo um acompanhamento por parte dos pais.
- De que forma os pais devem orientar os filhos nesta situação?
Debora – Ajudando-os no que for necessário. Agora não é o momento de brigar, punir e fazer chantagens do tipo: ‘se você não passar de ano vai acontecer tal coisa’! Isso só atrapalha o momento difícil que o aluno está passando.
- Professor particular é fundamental nesta hora?
Debora – Sim, se o problema for de conteúdo, ou melhor falta de conteúdo. Se o problema por de origem emocional o mais sensato é procurar uma psicopedagoga.
- Os pais devem impor regras do tipo: ‘se não passar de ano não ganha presente de Natal’, ou, ‘se não conseguir boas notas não vai viajar nas férias’… Este tipo de coisa ajuda ou atrapalha ainda mais? Vale para todas as idades?
Debora – Acho que respondi na anterior. Se a criança não está indo bem na escola, os pais devem procurar qual é o real problema. Se o aluno está estudando e mesmo assim não consegue nota, precisa de ajuda e não de punição. Agora se o aluno é desinteressado, não faz as lições, não apresenta bom comportamento e por esses motivos irá repetir de ano, acredito que a punição já está dada: a repetência! Cabe aos pais conscientizá-lo do prejuízo que terá em sua vida acadêmica. Sou a favor de dar uma punição que esteja diretamente ligada ao ato em si. Se não estudou, a penalidade será estudar mais tempo e ter vídeogame ou computador menos tempo. E assim por diante…
- No caso da aprovação, a criança deve ganhar algum tipo de “recompensa”? E, na reprovação, algum tipo de castigo?
Debora – No caso de aprovação, ou de notas boas nas provas, o primeiro prêmio deverá ser o reconhecimento pelos pais, com um incentivo, um forte abraço e um beijo. E pelo mérito a criança poderá escolher algo que farão juntos para comemorar… Agora na reprovação, o ato pune por si só. Não adianta agora ficar falando e humilhando a criança!!! Ela precisará de ajuda!
- Para não passar mais este sufoco no próximo ano, como devem ser os combinados e regras entre pais e filhos em relação à escola?
Debora – Estudo em primeiro lugar. A criança deverá ter uma rotina de estudos, brincadeiras, computador, videogame, etc… Mas o mais importante é que, não importa a idade, sempre deverá haver um monitoramento por parte dos pais. A autonomia nestes casos pode ser a maior vilã, pois os pais deixam o filho estudar por si só, e depois cobram tudo tarde demais. É sempre bom estar atento ao que o filho tem feito e manter um contato constante com a escola, mesmo que ele esteja no ensino médio. As crianças, não importa a idade, precisam aprender a estudar e precisam da ajuda de um adulto.
Dúvidas? – Debora Corigliano: Rua Orlando Carpino, 852 – Castelo – Campinas (SP) – Tel: 19- 3383-1173
De acordo com a psicopedagoga Debora Corigliano, neste momento de tensão, os pais não devem brigar ou punir os filhos por conta das notas. Acompanhe na entrevista a seguir de que forma você pode, de fato, ajudá-los.
- Os alunos que estão “pendurados”, lutando por notas boas para conseguirem passar de ano, ainda têm chances a esta altura do ano letivo?
Debora – Depende de quanto ele precisa em relação à nota e também da escola. Algumas escolas já estão em provas finais e acabam dando a chance na recuperação e no conselho de classe. Precisamos pensar que para o aluno ser aprovado pelo conselho ele tem quer estar bem em algumas matérias.
- De que forma estes alunos devem estudar para garantirem o sucesso nas notas?
Debora – Focando no conteúdo que será dado na prova. Participando das aulas de reforço que a escola oferece e, dependendo da idade do aluno, tendo um acompanhamento por parte dos pais.
- De que forma os pais devem orientar os filhos nesta situação?
Debora – Ajudando-os no que for necessário. Agora não é o momento de brigar, punir e fazer chantagens do tipo: ‘se você não passar de ano vai acontecer tal coisa’! Isso só atrapalha o momento difícil que o aluno está passando.
- Professor particular é fundamental nesta hora?
Debora – Sim, se o problema for de conteúdo, ou melhor falta de conteúdo. Se o problema por de origem emocional o mais sensato é procurar uma psicopedagoga.
- Os pais devem impor regras do tipo: ‘se não passar de ano não ganha presente de Natal’, ou, ‘se não conseguir boas notas não vai viajar nas férias’… Este tipo de coisa ajuda ou atrapalha ainda mais? Vale para todas as idades?
Debora – Acho que respondi na anterior. Se a criança não está indo bem na escola, os pais devem procurar qual é o real problema. Se o aluno está estudando e mesmo assim não consegue nota, precisa de ajuda e não de punição. Agora se o aluno é desinteressado, não faz as lições, não apresenta bom comportamento e por esses motivos irá repetir de ano, acredito que a punição já está dada: a repetência! Cabe aos pais conscientizá-lo do prejuízo que terá em sua vida acadêmica. Sou a favor de dar uma punição que esteja diretamente ligada ao ato em si. Se não estudou, a penalidade será estudar mais tempo e ter vídeogame ou computador menos tempo. E assim por diante…
- No caso da aprovação, a criança deve ganhar algum tipo de “recompensa”? E, na reprovação, algum tipo de castigo?
Debora – No caso de aprovação, ou de notas boas nas provas, o primeiro prêmio deverá ser o reconhecimento pelos pais, com um incentivo, um forte abraço e um beijo. E pelo mérito a criança poderá escolher algo que farão juntos para comemorar… Agora na reprovação, o ato pune por si só. Não adianta agora ficar falando e humilhando a criança!!! Ela precisará de ajuda!
- Para não passar mais este sufoco no próximo ano, como devem ser os combinados e regras entre pais e filhos em relação à escola?
Debora – Estudo em primeiro lugar. A criança deverá ter uma rotina de estudos, brincadeiras, computador, videogame, etc… Mas o mais importante é que, não importa a idade, sempre deverá haver um monitoramento por parte dos pais. A autonomia nestes casos pode ser a maior vilã, pois os pais deixam o filho estudar por si só, e depois cobram tudo tarde demais. É sempre bom estar atento ao que o filho tem feito e manter um contato constante com a escola, mesmo que ele esteja no ensino médio. As crianças, não importa a idade, precisam aprender a estudar e precisam da ajuda de um adulto.
Dúvidas? – Debora Corigliano: Rua Orlando Carpino, 852 – Castelo – Campinas (SP) – Tel: 19- 3383-1173
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011
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