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quarta-feira, 11 de julho de 2012
Ação e reação dos nossos filhos!
Estou em férias! Isto é muito bom! Porém não consigo desligar totalmente, acho que isto acontece com todos os bons profissionais. Percebo que um decorador, ao entrar na casa de alguém, repara com certeza na decoração, uma fonoaudióloga também observa a dicção das pessoas, um paisagista olha com muita atenção para todos os jardins e comigo não poderia ser diferente.
Fui ao shopping e como sempre gosto de fazer, paro para tomar um café em uma casa que além de servir um delicioso café vende chocolates maravilhosos.
Eu estava esperando meu café, e percebi uma família composta por pai, mãe, avó e uma criança de aproximadamente 4 anos. A mãe comprou uma caixa de chocolates e antes de entregar para a menina o pai tirou um bombom e a menina começou a gritar, não querendo dar o bombom ao pai. O pai ficou envergonhado com a cena, pois a menina gritava não permitindo que ele pegasse nada. Ele tentou se justificar para filha, falando que pegou somente um e que haviam muitos na caixa. Neste momento a mãe vendo a cena, tentou também se justificar, dizendo para a filha que ela tinha que aprender a dividir e que era muito feio não dar um bombom ao pai. Neste momento a menina ficou calada, porém agarrada a caixa e o pai constrangido em comer o tal bombom. Para completar a cena a avó vendo tudo isso falou em alto e bom tom: - para com isso menina, dê o chocolate ao seu pai, se não você vai ficar uma baleia de tão gorda. A mãe completou a frase dizendo, você não pode comer tudo, pois se o fizer ficará doente com tanta dor de barriga.
Com estas falas e a menina ainda aos prantos, saíram da loja de chocolates e seguiram seu passeio. Eu fiquei ali observando a cena e pensando que apenas um chocolate pode causar tanta confusão em uma família.
Ontem lendo um livro sobre bullying , constatei que o bullying em muitos casos pode começar na família. E quando me remeto ao episódio do chocolate e lembro-me da fala da avó, falando que a menina vai ficar uma baleia penso em tantos outros momentos que pais e avós acabam por depreciar seus filhos e netos, rotulando-os , colocando apelidos negativos como baleia, gordo, quatro olhos, magrela, bagunceira , etc.
Mas como finalizar esta aventura , sem pais constrangidos, avó ameaçadora e menina aprendendo a dividir....
Vamos mudar a cena e imaginar a mãe comprando o chocolate e abrindo a caixa e entregando apenas 1 bombom para a filha e um para o pai. Neste momento a menina solicitaria a caixa toda e a mãe, calmamente diria :- compramos esta caixa para todos nós, você pode comer quantos quiser, porém eu darei a você um de cada vez. Se esta ação fosse repetida sempre em momentos distintos, com certeza essa menina saberia entender a situação e não faria escândalo no shopping. Quanto à atitude da avó...bom vamos deixar para uma próxima vez!!!
Um abraço.
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segunda-feira, 2 de julho de 2012
Tenho que procurar uma psicopedagoga, e agora?
Muitos pais me procuram alegando que a escola solicitou uma avaliação com uma psicopedagoga. E agora o que fazer?
A aquisição de conhecimento e o sucesso escolar é um assunto importante para os pais e fundamental para o desenvolvimento dos filhos. Mas nem sempre isto flui com agilidade e perfeição. Às vezes algo não vai bem e o rendimento escolar fica prejudicado, o relacionamento aluno, escola, amigos e familiares, também estão abalados.
Quando isto acontece, a participação de um profissional capacitado é fundamental para a reestruturação do aluno no ritmo escolar e na estabilidade emocional e social.
Como psicopedagoga atuo diretamente com a criança diagnosticando suas dificuldades e também na orientação aos pais auxiliando-os a compreenderem e redirecionarem o comportamento problemático de seu filho, como birras, agressividade, indisciplina, ausência de limites entre outros fatores.
Não exite em procurar um profissional capacitado. O tempo pode ser um aliado na recuperação do rendimento escolar.
Debora Corigliano
A aquisição de conhecimento e o sucesso escolar é um assunto importante para os pais e fundamental para o desenvolvimento dos filhos. Mas nem sempre isto flui com agilidade e perfeição. Às vezes algo não vai bem e o rendimento escolar fica prejudicado, o relacionamento aluno, escola, amigos e familiares, também estão abalados.
Quando isto acontece, a participação de um profissional capacitado é fundamental para a reestruturação do aluno no ritmo escolar e na estabilidade emocional e social.
Como psicopedagoga atuo diretamente com a criança diagnosticando suas dificuldades e também na orientação aos pais auxiliando-os a compreenderem e redirecionarem o comportamento problemático de seu filho, como birras, agressividade, indisciplina, ausência de limites entre outros fatores.
Não exite em procurar um profissional capacitado. O tempo pode ser um aliado na recuperação do rendimento escolar.
Entre em contato e agende um horário!
Um abraço Debora Corigliano
terça-feira, 5 de junho de 2012
VAI TOMAR LEITINHO COM A MAMÃE!
Este texto é de autoria de um amigo Flávio Lettieri. Li em seu blog e gostei muito! Vale a leitura!!!
Vai tomar leitinho com a Mamãe”, gritou o homem irritado ao ver a bola sair pela linha de fundo.
“Chuta igual macho, seu pezinho de boneca”, esbravejava o mesmo homem, alguns instantes mais tarde.
Dentro da quadra, o menino de cabeça baixa tentava não ouvir os xingamentos que vinham do seu pai.
Tudo isso eu presenciei no último domingo, quando acompanhava meu filho em um campeonato de futebol.
Era um evento com centenas de crianças entre nove e quatorze anos, de diferentes regiões de São Paulo. Alguns bons de bola, outros nem tanto, mas todos ali movidos por suas paixões pelo futebol.
Havia também os pais. Alguns vibrantes, outros nem tanto, mas cada um, de sua forma, torcendo por seus filhos.E tinha também esse babaca, ops, esse pai.Acho que fiquei ainda mais sensibilizado porque o menino tinha o mesmo nome do meu filho. E, como ele, também era magrinho e jogava de atacante.
O pai, contrastando com o menino, era grande e forte. E, não bastando essa desproporção de tamanho entre os dois, o troglodita, ainda que inconscientemente, fazia de tudo para que o garoto se sentisse ainda menor.As pessoas em volta estavam incomodadas com a situação, mas, assim como eu, creio que avaliaram que uma intervenção seria provavelmente mais complicadora do que benéfica.
Por fim, acabei trocando de lugar e me privando daquela cena, após presenciar o desfecho bizarro de um gol…O time do garoto pressionava no ataque e a bola caiu no pé do menino. Ele chutou no canto. O goleiro adversário fez a defesa, espalmando a bola para dentro da área. Outro garoto do time aproveitou a chance e tocou a bola para dentro.
Gol!
Os garotos saíram comemorando, inclusive o “Filho do Pai”.O menino alegre olha para o pai, pedindo a sua aprovação.O homem, com a sua mão erguida, mostrava o número três.O menino ainda eufórico correu em sua direção, com o sorriso aberto.“Três. Três chutes fracos na mão do goleiro. Com esse chutinho de moça não vai fazer gol nunca. Ainda bem que o outro cara chutou igual homem”, gritou o pai.O sorriso desapareceu do rosto. A euforia acabou. Enquanto todos comemoravam, o menino magrinho vivia a sua angústia. Aproximou-se do seu “grande” pai e com a voz tremida disse: “desculpa, pai”.
Aquilo me deu um nó na garganta. Saí de perto, com o coração partido e com a cabeça pensando em um monte de coisas…Possivelmente esse cara grandão deva se ver como alguém muito pequenininho. Toda aquela valentia com o garoto deve ser apenas o reflexo de uma insegurança enorme.Fiquei pensando em como ele seria no seu ambiente de trabalho…
Pelas roupas que vestia e pelo próprio perfil das pessoas no evento, deveria ser alguém com boa escolaridade e com um bom nível sócio econômico.Talvez o cara seja chefe de alguém.E, se ele age assim com o filho, deve agir da mesma forma com os subordinados.
Se ele transfere para o filho as suas cobranças, as suas frustrações e os seus fracassos, deve ser um tirano com seus empregados.
Fiquei pensando nos chefes que eu já vi pela vida afora que tinham esse mesmo comportamento. Todos eles, sem exceção, escondiam uma criança assustada, insegura e diminuta dentro de si.
Essas pessoas gritam para fora, pois precisam esconder os seus próprios gritos interiores.Massacram os outros para fugirem de seus medos.Querem se mostrar grandes para esconder o quanto são pequenos.
O time do menininho ganhou o jogo!Do jeito dele, ele também comemorou a vitória. Dos outros, não a dele. Não tinha como ele se sentir vencedor.Esse menino, com seu “grande pai”, eu vi no domingo. Mas sei que existem muitos outros casos iguais por aí.Sei que existem muitos chefes brutais por aí.
Felizmente, nem chefe eu tenho e não preciso passar por isso.Mas, para aqueles que trabalham com esses trogloditas e que não podem enfrentá-los, ou enchê-los de porradas, deixo uma dica:
Lembrem-se que essas pessoas escondem uma criança assustada. E, para uma criança assustada, o melhor remédio é mesmo o carinho.Pode ser difícil, absolutamente difícil, mas ainda assim é o melhor caminho.
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sexta-feira, 20 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
Entrevista com a Psicopedagoga Debora Corigliano
Entrevista com a Psicopedagoga Debora Corigliano, autora do livro Orientando pais, educando filhos . Além de escritora e palestrante ela participa de vários programas de TV, sempre orientando pais a viverem em harmonia com seus filhos.
O que é e para que serve a Orientação Familiar ?
A Orientação Familiar é uma forma rápida e eficiente de ajudar as famílias que passam por vários tipos de dificuldades de convivência, comportamento e rendimento escolar de seus filhos. Ela atua diretamente na apresentação de novas posturas que facilitam a resolução dessas dificuldades.
Como acontece?
Geralmente os pais me procuram no consultório porque estão passando por dificuldades com seus filhos:
• Baixo rendimento escolar
• Desorganização
• Falta de concentração/atenção
• Falta de limites
• A escola solicitou uma avaliação psicopedagógica
• Dificuldades em fazer lição de casa
• Baixa auto estima da criança / adolescente
• Outras opções
Porém a expectativa gira em torno da criança. Os pais solicitam que algo seja mudado na vida do filho, para que a situação que motivou a consulta seja resolvida.
O atendimento é feito somente para a criança/adolescente?
É neste momento que a orientação familiar entra em cena, pois eu acredito que não adianta focar o atendimento só na criança.A família tem um papel importantíssimo neste tratamento.
Pesquisas comprovam que atendimentos voltados à família e não só a criança/adolescente apresentam resultados mais rápidos e eficazes. Quando a família se mobiliza em prol da criança/ adolescente as mudanças comportamentais fluem de forma que todas se sentem melhores nesta ação. Eu mesma tenho muitos casos que comprovam a eficácia do Orientação Familiar. Fui chamada certa vez para atendimento domiciliar, pois a criança estava com problemas de comportamento na escola e falta de limite em casa. Os pais não sabiam como lidar e a escola solicitava uma ajuda profissional. Realizei o atendimento semanal somente com os pais, por aproximadamente 3 meses e fiz uma visita á escola. Após este período, os pais comentaram comigo como o filho havia mudado e melhorado, e eu respondi que não havia atendido o filho, na verdade eu não o conhecia pessoalmente. A mudança e a melhora ocorreram nas atitudes dos pais que refletiram diretamente no filho, adequando seu comportamento.
Na prática como acontece?
O primeiro encontro com aproximadamente 1 hora é feito com os pais/responsáveis para conversarmos sobre o motivo da consulta, neste momento combinamos a ação seguinte: geralmente são 3 a 4 encontros com os pais (dependendo da idade da criança), 1 na escola (dependendo do caso) e 3 a 4 com a criança/adolescente. Esses encontros podem acontecer 1 ou 2 vezes por semana. A cada etapa um relatório é enviado aos pais.
Qual a importância da parceria com a escola?
Esta parceria é importantíssima, pois em muitos casos a criança apresenta dificuldades em aprendizagem e relacionamento que se manifestam nos ambientes que ela convive: família/escola. Desta forma um encontro com a professora se faz necessário para focar as dificuldades e entender a conduta da criança.
O atendimento é feito apenas através de conversa ou há alguma outra dinâmica?
Sim, o atendimento é repleto de estratégias para facilitar o vínculo entre criança/adolescente e psicopedagoga. Com os pais, ¨estudo de ações¨ , são feitos em conjunto e cada atendimento torna-se único e valioso.
Qual a duração do atendimento e como é finalizado?
Não existe um tempo determinado, pois casa caso é um caso. A cada período eu vou sinalizando a família sobre o processo, os resultados obtidos e o momento de alta.
A orientação familiar é indicada somente para famílias com problemas e dificuldades?
Não, a orientação familiar é indicada para pais que querem entender melhor casa fase que seu filho está e com isso agir com ponderação e harmonia para educá-lo com eficácia e segurança. Alguns pais me procuram, pois estão esperando o 2º filho e querem agir acertadamente durante a gravidez e após a chegada do bebê. Outros me procuram quando a família está passando por mudanças (casa, escola) ou por perda de alguém muito próximo, alguns querem orientação para escolher a 1ª escola e o processo de adaptação. Nesses casos a orientação familiar age de forma preventiva, colaborando para estruturação e harmonia familiar.
Qual a mensagem que você pode deixar para as famílias?
Minha mensagem é para que as famílias busquem ajuda e orientação, pois com esta ação, podem evitar problemas futuros maiores. A ação preventiva na orientação familiar é fundamental para educação e desenvolvimento dos filhos dentro de uma família estruturada e harmoniosa.
Como os pais podem entrar em contato com você?
Através do telefone: (19) 33857100 / (19) 33831173
E-mail: deboracorigliano@hotmail.com
Blog: www.orientandopaiseducandofilhos.blogspot.com
O que é e para que serve a Orientação Familiar ?
A Orientação Familiar é uma forma rápida e eficiente de ajudar as famílias que passam por vários tipos de dificuldades de convivência, comportamento e rendimento escolar de seus filhos. Ela atua diretamente na apresentação de novas posturas que facilitam a resolução dessas dificuldades.
Como acontece?
Geralmente os pais me procuram no consultório porque estão passando por dificuldades com seus filhos:
• Baixo rendimento escolar
• Desorganização
• Falta de concentração/atenção
• Falta de limites
• A escola solicitou uma avaliação psicopedagógica
• Dificuldades em fazer lição de casa
• Baixa auto estima da criança / adolescente
• Outras opções
Porém a expectativa gira em torno da criança. Os pais solicitam que algo seja mudado na vida do filho, para que a situação que motivou a consulta seja resolvida.
O atendimento é feito somente para a criança/adolescente?
É neste momento que a orientação familiar entra em cena, pois eu acredito que não adianta focar o atendimento só na criança.A família tem um papel importantíssimo neste tratamento.
Pesquisas comprovam que atendimentos voltados à família e não só a criança/adolescente apresentam resultados mais rápidos e eficazes. Quando a família se mobiliza em prol da criança/ adolescente as mudanças comportamentais fluem de forma que todas se sentem melhores nesta ação. Eu mesma tenho muitos casos que comprovam a eficácia do Orientação Familiar. Fui chamada certa vez para atendimento domiciliar, pois a criança estava com problemas de comportamento na escola e falta de limite em casa. Os pais não sabiam como lidar e a escola solicitava uma ajuda profissional. Realizei o atendimento semanal somente com os pais, por aproximadamente 3 meses e fiz uma visita á escola. Após este período, os pais comentaram comigo como o filho havia mudado e melhorado, e eu respondi que não havia atendido o filho, na verdade eu não o conhecia pessoalmente. A mudança e a melhora ocorreram nas atitudes dos pais que refletiram diretamente no filho, adequando seu comportamento.
Na prática como acontece?
O primeiro encontro com aproximadamente 1 hora é feito com os pais/responsáveis para conversarmos sobre o motivo da consulta, neste momento combinamos a ação seguinte: geralmente são 3 a 4 encontros com os pais (dependendo da idade da criança), 1 na escola (dependendo do caso) e 3 a 4 com a criança/adolescente. Esses encontros podem acontecer 1 ou 2 vezes por semana. A cada etapa um relatório é enviado aos pais.
Qual a importância da parceria com a escola?
Esta parceria é importantíssima, pois em muitos casos a criança apresenta dificuldades em aprendizagem e relacionamento que se manifestam nos ambientes que ela convive: família/escola. Desta forma um encontro com a professora se faz necessário para focar as dificuldades e entender a conduta da criança.
O atendimento é feito apenas através de conversa ou há alguma outra dinâmica?
Sim, o atendimento é repleto de estratégias para facilitar o vínculo entre criança/adolescente e psicopedagoga. Com os pais, ¨estudo de ações¨ , são feitos em conjunto e cada atendimento torna-se único e valioso.
Qual a duração do atendimento e como é finalizado?
Não existe um tempo determinado, pois casa caso é um caso. A cada período eu vou sinalizando a família sobre o processo, os resultados obtidos e o momento de alta.
A orientação familiar é indicada somente para famílias com problemas e dificuldades?
Não, a orientação familiar é indicada para pais que querem entender melhor casa fase que seu filho está e com isso agir com ponderação e harmonia para educá-lo com eficácia e segurança. Alguns pais me procuram, pois estão esperando o 2º filho e querem agir acertadamente durante a gravidez e após a chegada do bebê. Outros me procuram quando a família está passando por mudanças (casa, escola) ou por perda de alguém muito próximo, alguns querem orientação para escolher a 1ª escola e o processo de adaptação. Nesses casos a orientação familiar age de forma preventiva, colaborando para estruturação e harmonia familiar.
Qual a mensagem que você pode deixar para as famílias?
Minha mensagem é para que as famílias busquem ajuda e orientação, pois com esta ação, podem evitar problemas futuros maiores. A ação preventiva na orientação familiar é fundamental para educação e desenvolvimento dos filhos dentro de uma família estruturada e harmoniosa.
Como os pais podem entrar em contato com você?
Através do telefone: (19) 33857100 / (19) 33831173
E-mail: deboracorigliano@hotmail.com
Blog: www.orientandopaiseducandofilhos.blogspot.com
sábado, 17 de março de 2012
PROJETO BEM ESTAR- PALESTRAS
Estudos comprovam que funcionários felizes são mais motivados, têm mais comprometimento, cultivam a harmonia no ambiente de trabalho e consequentemente apresentam melhores resultados às corporações. A importância de um funcionário feliz para a empresa está a médio e longo prazo diretamente ligado ao sucesso dela.
Mas como garantir esta felicidade corporativa? Quando um indivíduo se sente realizado profissionalmente, dentro de um sistema de competitividade, sobrecarga e de metas a serem atingidas, o lado pessoal dele certamente será afetado. Por este aspecto nem sempre o suposto sucesso profissional reflete o bem estar como um todo. Este indivíduo, em breve irá sofrer e isso refletirá em seu desempenho profissional.
Todos nós precisamos de uma estrutura consistente familiar, para que a vida tenha qualidade. Faz-se necessário contemplar o indivíduo na sua totalidade, não só no trabalho, mas também nas suas relações interpessoais com amigos, filhos e família, para que ele obtenha sucesso em todas as áreas da mesma forma. A isso denominamos “ equilíbrio”.
No ambiente coorporativo, uma liderança organizacional tem condições de oferecer subsídios para este “equilíbrio”: famílias em harmonia / funcionários felizes/ produtividade e motivação plena.
Com ampla experiência em orientação familiar, Debora Corigliano desenvolve o Projeto Bem Estar que visa apresentar aos funcionários palestras que percorrem o caminho da emoção de ser pai/ mãe passando, inclusive, pela necessidade de desempenhar todos os papéis que a sociedade lhe impõe. Visando ajudá-los a transformar o pouco tempo que dispõe em momentos de qualidade, nessa delicada relação. Serão abordadas situações práticas que ajudam a valorizar a relação de pais e filhos, focando o amor, o respeito, o limite, o diálogo, entre outras situações cotidianas. Quando uma família vive em harmonia, todos refletem esse bem estar e vivem felizes e muito mais produtivos.
Debora Corigliano é autora do livro “Orientando Pais Educando Filhos”, especialista em orientação familiar atua realizando atendimentos em seu consultório em Campinas e realizando palestras em empresas e escolas. Realizou o projeto Amigos da Escola pela Rede Globo de televisão nas fases 2009, 2010 e 2011, tem pela TV Sec. 21 um curso EAD para família: “Pais e filhos uma parceria de sucesso”. Através de seu blog www.orientandopaiseducandofilhos.blogspot.com escreve artigos sobre orientação familiar e educacional. Freqüentemente é convidada a dar entrevistas em programas de TV e rádio, além de colaborar com seus artigos em várias publicações.
Mas como garantir esta felicidade corporativa? Quando um indivíduo se sente realizado profissionalmente, dentro de um sistema de competitividade, sobrecarga e de metas a serem atingidas, o lado pessoal dele certamente será afetado. Por este aspecto nem sempre o suposto sucesso profissional reflete o bem estar como um todo. Este indivíduo, em breve irá sofrer e isso refletirá em seu desempenho profissional.
Todos nós precisamos de uma estrutura consistente familiar, para que a vida tenha qualidade. Faz-se necessário contemplar o indivíduo na sua totalidade, não só no trabalho, mas também nas suas relações interpessoais com amigos, filhos e família, para que ele obtenha sucesso em todas as áreas da mesma forma. A isso denominamos “ equilíbrio”.
No ambiente coorporativo, uma liderança organizacional tem condições de oferecer subsídios para este “equilíbrio”: famílias em harmonia / funcionários felizes/ produtividade e motivação plena.
Com ampla experiência em orientação familiar, Debora Corigliano desenvolve o Projeto Bem Estar que visa apresentar aos funcionários palestras que percorrem o caminho da emoção de ser pai/ mãe passando, inclusive, pela necessidade de desempenhar todos os papéis que a sociedade lhe impõe. Visando ajudá-los a transformar o pouco tempo que dispõe em momentos de qualidade, nessa delicada relação. Serão abordadas situações práticas que ajudam a valorizar a relação de pais e filhos, focando o amor, o respeito, o limite, o diálogo, entre outras situações cotidianas. Quando uma família vive em harmonia, todos refletem esse bem estar e vivem felizes e muito mais produtivos.
Debora Corigliano é autora do livro “Orientando Pais Educando Filhos”, especialista em orientação familiar atua realizando atendimentos em seu consultório em Campinas e realizando palestras em empresas e escolas. Realizou o projeto Amigos da Escola pela Rede Globo de televisão nas fases 2009, 2010 e 2011, tem pela TV Sec. 21 um curso EAD para família: “Pais e filhos uma parceria de sucesso”. Através de seu blog www.orientandopaiseducandofilhos.blogspot.com escreve artigos sobre orientação familiar e educacional. Freqüentemente é convidada a dar entrevistas em programas de TV e rádio, além de colaborar com seus artigos em várias publicações.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
O olhar atento de um professor pode ajudar muito um aluno!
Conversei com uma amiga que recentemente passou com seus dois filhos por um assalto. Além do trauma que esta experiência trouxe, no assalto foi roubado todo o material escolar dos meninos que estava no carro. No dia seguinte, minha amiga foi à escola e conversou com a coordenação comentando o ocorrido e solicitando orientação de como organizar novamente a vida escolar dos meninos. Os livros roubados seriam comprados, porém surgiu a dúvida de como agir com o conteúdo que estava nos cadernos. A coordenação foi muito prática nesta questão, o que já havia sido assimilado e avaliado, poderia ficar para trás, apenas conteúdos de português e matemática que ainda seriam avaliados precisariam ser xerocados de outro caderno. A professora do filho menor que está no fundamental 1 solicitou que o caderno de caligrafia fosse refeito. Minha amiga discordou da professora dizendo que o menino havia passado por um trauma muito sério com relação ao assalto, estava apresentando reações de medo e insegurança e que o exercício motor que o caderno de caligrafia propunha já havia sido feito anteriormente! Concordei com ela. Mas o que quero ressaltar dessa história toda é a sensibilidade do professor de ensino fundamental 1 frente a uma questão emocional e traumática do aluno. Vejo que o enfoque era o caderno de caligrafia e o material perdido e não a estrutura emocional dessa criança.
Peço a vocês uma reflexão: Um aluno bem emocionalmente, com estruturas sólidas, consegue atingir melhor os objetivos propostos pela escola. Se isso é um fato, porque o professor não dá a devida importância?
Vejo muitos professores focando sua aula em conteúdos , quando a turma toda precisa de atenção, e atividades que a façam equilibrar-se emocionalmente.
Quando uma criança passa por um trauma ou a turma toda, como foi o caso da escola de Realengo no Rio de Janeiro, a professora, ou melhor, toda a equipe deve ficar atenta para ajudar esse aluno, não só pensando no que se perdeu, mas sim em como ajudá-lo a voltar para uma rotina emocionalmente saudável.
Em uma entrevista Juan Casassus, filósofo e sociólogo chileno afirma que a importância dos fatores emocionais ligados a aprendizagem é muito importante e tem um peso fundamental no desenvolvimento do aluno. Segundo Casassus “Quando os estudantes se sentem aceitos, os músculos se distendem e o corpo relaxa. O reflexo disso é que eles se tornam mais seguros. Assim, o medo se reduz, as crianças ficam mais espontâneas e participativas e sem temor de cometer erros - quero sublinhar que o mecanismo da tentativa e erro é fundamental para aprender. Confiantes, elas são capazes de mostrar até mesmo o momento em que o interesse pelo assunto tratado em sala desaparece - e o porquê de isso ter ocorrido. Construir uma relação assim pode demorar, mas certamente nunca será desperdício de tempo.”
Nesta situação de trauma, o professor precisa ter a habilidade de observar o aluno e ajudá-lo, neste caso a palavra mais adequada e que todo professor deve conhecer é a resiliência.
Recentemente li um artigo da professora Dra. Sandra Maia Farias Vasconcelos que nos mostra como lidar com situações de traumas. Leia a seguir:
“Há mais de quarenta anos, a ciência tem-se interrogado sobre o fato de que certas pessoas têm a capacidade de superar as piores situações, enquanto outras ficam presas nas malhas da infelicidade e da angústia que se abateram sobre elas como numa rede engodada. Por que certos indivíduos são capazes de se levantar após um grande trauma e outros permanecem no chamado fundo do poço, incapazes de, mesmo sabendo não ter mais forças para cavar, subir tomando como apoio as paredes desse poço e continuar seu caminho?
As experiências e estudos feitos têm mostrado algumas explicações científicas sobre esse fato. A biologia defende o ponto de vista de que cada ser humano é dotado de um potencial genético que o faz ser mais resistente que outros. A psicologia, por sua vez, dá realce e importância das relações familiares, sobretudo na infância, que construirá nesse individuo a capacidade de suportar certas crises e de superá-las. A sociologia vai fazer referência à influência do entorno, da cultura, das tradições como construtores dessa capacidade do individuo de suplantar as adversidades. A teologia traz um aporte diferente pela própria subjetividade transcendente, uma visão outra da condição humana e da necessidade do sofrimento como fator de evolução espiritual: o célebre “dar a outra face”.
Mas foi o cotidiano das pessoas que passam por traumas, que realmente atravessam o vale das sombras, o que realmente atraiu a curiosidade de cientistas do mundo inteiro. Não são personagens de ficção que se erguem após a grande queda; são homens, mulheres, crianças, velhos, o individuo comum do mundo que retoma sua vida após a morte de um filho, a perda de uma parte de seu corpo, a perda do emprego, doenças graves, físicas ou psíquicas, em si mesmo ou em alguém da família, razões suficientes para levar um individuo ao caos. Esses que são capazes de continuar uma vida de qualidade, sem autopunições, sem resignação destruidora, que renascem dos escombros, esses são seres resilientes.
A resiliência é um termo oriundo da física. Trata-se da capacidade dos materiais de resistirem aos choques. Esse termo passou por um deslizamento em direção às ciências humanas e hoje representa a capacidade de um ser humano de sobreviver a um trauma, a resistência do individuo face às adversidades, não somente guiada por uma resistência física, mas pela visão positiva de reconstruir sua vida, a despeito de um entorno negativo, do estresse, das contrições sociais, que influenciam negativamente para seu retorno à vida. Assim, um dos fatores de resiliência é a capacidade do individuo de garantir sua integridade, mesmo nos momentos mais críticos.
Não se é resiliente sozinho, embora a resiliência seja íntima e pessoal. Um dos fatores de maior importância é o apoio e o acolhimento, feito em geral por outro individuo.”
Assim como o filho da minha amiga terá que ser resiliente com o apoio da família e da escola, aquelas crianças de Realengo-RJ também, porém a ajuda do professor é fundamental neste processo.
Professor leia mais, procure informações pertinentes ao bem estar emocional do seu aluno, com certeza você fará a diferença na vida dele!
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