sábado, 11 de agosto de 2012

Qual o papel da escola e da família na educação?

Este Artigo é do Flávio Lettieri. Aqui ele fala sobre a importância da conduta da Família na educação dos filhos e o papel da escola. BOA LEITURA!

Sou muito convicto sobre a importância da escola para a formação das crianças.

Não apenas pela transmissão do conhecimento, como também pela oportunidade de convívio e pela aprendizagem com as diferenças.
Na escola, longe da proteção dos pais, a criança exercita a sua autonomia e precisa aprender a se relacionar para obter aprovação e afeto em um ambiente onde não existe o amor incondicional que ela encontra na sua família.
Ela precisa se adaptar à seleção natural desse ambiente escolar.
E, nesse processo, os educadores têm papel fundamental, pois são eles que, através de sua autoridade institucionalizada e, dentro do possível, servem como equilíbrio para que os mais fortes não destruam os mais fracos.
O que eu percebo é que as escolas, de maneira geral, e os seus educadores estão cada vez mais atentos às necessidades emocionais dos alunos.
Cada vez mais, as escolas vêm inovando em suas metodologias pedagógicas para favorecer o aprendizado e tratando a discussão de valores e atitudes como uma prioridade.
Por outro lado, as famílias, por estarem cada vez mais perdidas no trato com as crianças, têm passado para a escola muitas de suas responsabilidades.
Com isso, infelizmente, a educação de valores, que outrora era dada em casa, passou a ser deixada na mão das escolas.
Como as crianças não recebem essa educação dos pais, a escola precisa dar essa educação para se garantir um mínimo de civilidade na relação entre os pequenos.
Ou seja, a escola não pediu para assumir esse papel. Ela foi obrigada a isso.
E o pior é que, ao mesmo tempo que esses pais não educam, muitas vezes se posicionam de forma contrária à educação escolar.
Se a nota está baixa, a responsabilidade nunca é da criança. A culpa é sempre da escola.
Se o aluno tem problemas de disciplina, a escola precisa “se virar” e encontrar uma saída.
Se a criança não tem limites, é porque a escola não enxerga que ela é apenas autêntica e criativa.
Aí, quando o problema se agrava e a escola dá um ultimato, os pais levam a criança para ser medicada pelo Psiquiatra.
Isso acontece diariamente nas escolas…
Na classe do meu filho, por exemplo, estuda o Luizinho (nome fictício, para uma situação real).
Ele é um garoto de dez anos, bonito, saudável e que vem de uma família estruturada e com bom nível sócio econômico.
De uns tempos para cá a escola vem tendo com ele um problema bastante atual: Bullying.
Nesse caso, o Luizinho não é a vítima, mas o agente.Sua intolerância se mostra, sobretudo, com os negros e com os obesos.Preocupada com a situação, a escola chamou os pais, que ficaram muito surpresos, afinal, em casa o Luizinho tem um comportamento excelente.Na opinião da família, provavelmente isso deveria ser algum problema com a escola.Como era de se esperar, o problema persistiu.No primeiro dia do retorno às aulas, ele fez um dos garotos literalmente chorar de raiva com seus comentários preconceituosos devido ao fato dele ser negro.E, é claro, esse comportamento desviante chama a atenção e ganha a simpatia dos outros alunos.Afinal, em um grupo de crianças, desde que você não seja a vítima, é engraçado ver o outro ser zoado.No caso do Luizinho, não é difícil diagnosticar o seu problema…No final do último semestre, houve um evento na escola com a participação dos pais.Na ocasião, como eu fiquei sentado ao lado do pai dele, pude compreender exatamente o que se passa com o menino.Na pouca conversa que tivemos e, sobretudo, nas piadinhas que ele contou enquanto esperávamos o início da atividade, ficou evidente a sua forma preconceituosa de enxergar a vida e a sua atitude arrogante diante das outras pessoas.
Como se diz no linguajar popular: “O cara se acha…”Em casa, o Luizinho não reproduz essa atitude.
Mas, na escola, demonstra exatamente o comportamento do pai.Essa ausência da família na educação moral da criança, somada ao modelo distorcido que ela encontra no pai, talvez transforme um garoto que poderia ser um cara legal em um adulto babaca.Talvez ele seja mais um cara com boa formação acadêmica, mas um “incapacitado emocional” para lidar com um mundo onde cada vez mais se valoriza a empatia.
Pior: devido ao seu currículo e aos seus conhecimentos técnicos, talvez ele ainda vire chefe de alguém…
Então, já que o Luizinho não pode contar com a ajuda da família para “virar gente”, tomara que, “para o bem de todos e a felicidade geral da nação”, a escola consiga assumir essa responsabilidade que não é dela e “dê conta do recado”.
Um carinhoso abraço.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Ação e reação dos nossos filhos!


Estou em férias! Isto é muito bom! Porém não consigo desligar totalmente, acho que isto acontece com todos os bons profissionais. Percebo que um decorador, ao entrar na casa de alguém, repara com certeza na decoração, uma fonoaudióloga também observa a dicção das pessoas, um paisagista olha com muita atenção para todos os jardins e comigo não poderia ser diferente.


Fui ao shopping e como sempre gosto de fazer, paro para tomar um café em uma casa que além de servir um delicioso café vende chocolates maravilhosos.

Eu estava esperando meu café, e percebi uma família composta por pai, mãe, avó e uma criança de aproximadamente 4 anos. A mãe comprou uma caixa de chocolates e antes de entregar para a menina o pai tirou um bombom e a menina começou a gritar, não querendo dar o bombom ao pai. O pai ficou envergonhado com a cena, pois a menina gritava não permitindo que ele pegasse nada. Ele tentou se justificar para filha, falando que pegou somente um e que haviam muitos na caixa. Neste momento a mãe vendo a cena, tentou também se justificar, dizendo para a filha que ela tinha que aprender a dividir e que era muito feio não dar um bombom ao pai. Neste momento a menina ficou calada, porém agarrada a caixa e o pai constrangido em comer o tal bombom. Para completar a cena a avó vendo tudo isso falou em alto e bom tom: - para com isso menina, dê o chocolate ao seu pai, se não você vai ficar uma baleia de tão gorda. A mãe completou a frase dizendo, você não pode comer tudo, pois se o fizer ficará doente com tanta dor de barriga.
Com estas falas e a menina ainda aos prantos, saíram da loja de chocolates e seguiram seu passeio. Eu fiquei ali observando a cena e pensando que apenas um chocolate pode causar tanta confusão em uma família.
Ontem lendo um livro sobre bullying , constatei que o bullying em muitos casos pode começar na família. E quando me remeto ao episódio do chocolate e lembro-me da fala da avó, falando que a menina vai ficar uma baleia penso em tantos outros momentos que pais e avós acabam por depreciar seus filhos e netos, rotulando-os , colocando apelidos negativos como baleia, gordo, quatro olhos, magrela, bagunceira , etc.
Mas como finalizar esta aventura , sem pais constrangidos, avó ameaçadora e menina aprendendo a dividir....
Vamos mudar a cena e imaginar a mãe comprando o chocolate e abrindo a caixa e entregando apenas 1 bombom para a filha e um para o pai. Neste momento a menina solicitaria a caixa toda e a mãe, calmamente diria :- compramos esta caixa para todos nós, você pode comer quantos quiser, porém eu darei a você um de cada vez. Se esta ação fosse repetida sempre em momentos distintos, com certeza essa menina saberia entender a situação e não faria escândalo no shopping. Quanto à atitude da avó...bom vamos deixar para uma próxima vez!!!
Um abraço.



segunda-feira, 2 de julho de 2012

Tenho que procurar uma psicopedagoga, e agora?

Muitos pais me procuram alegando que a escola solicitou uma avaliação com uma psicopedagoga. E agora o que fazer?

A aquisição de conhecimento e o sucesso escolar é um assunto importante para os pais e fundamental para o desenvolvimento dos filhos. Mas nem sempre isto flui com agilidade e perfeição. Às vezes algo não vai bem e o rendimento escolar fica prejudicado, o relacionamento aluno, escola, amigos e familiares, também estão abalados.


Quando isto acontece, a participação de um profissional capacitado é fundamental para a reestruturação do aluno no ritmo escolar e na estabilidade emocional e social.

Como psicopedagoga atuo diretamente com a criança diagnosticando suas dificuldades e também na orientação aos pais auxiliando-os a compreenderem e redirecionarem o comportamento problemático de seu filho, como birras, agressividade, indisciplina, ausência de limites entre outros fatores.

Não exite em procurar um profissional capacitado. O tempo pode ser um aliado na recuperação do rendimento escolar.

Entre em contato  e agende um horário!
Um abraço
Debora Corigliano

terça-feira, 5 de junho de 2012

VAI TOMAR LEITINHO COM A MAMÃE!


Este texto é de autoria de um amigo Flávio Lettieri. Li em seu blog e gostei muito! Vale a leitura!!!

Vai tomar leitinho com a Mamãe”, gritou o homem irritado ao ver a bola sair pela linha de fundo.

“Chuta igual macho, seu pezinho de boneca”, esbravejava o mesmo homem, alguns instantes mais tarde.
Dentro da quadra, o menino de cabeça baixa tentava não ouvir os xingamentos que vinham do seu pai.
Tudo isso eu presenciei no último domingo, quando acompanhava meu filho em um campeonato de futebol.
Era um evento com centenas de crianças entre nove e quatorze anos, de diferentes regiões de São Paulo. Alguns bons de bola, outros nem tanto, mas todos ali movidos por suas paixões pelo futebol.
Havia também os pais. Alguns vibrantes, outros nem tanto, mas cada um, de sua forma, torcendo por seus filhos.E tinha também esse babaca, ops, esse pai.Acho que fiquei ainda mais sensibilizado porque o menino tinha o mesmo nome do meu filho. E, como ele, também era magrinho e jogava de atacante.
O pai, contrastando com o menino, era grande e forte. E, não bastando essa desproporção de tamanho entre os dois, o troglodita, ainda que inconscientemente, fazia de tudo para que o garoto se sentisse ainda menor.As pessoas em volta estavam incomodadas com a situação, mas, assim como eu, creio que avaliaram que uma intervenção seria provavelmente mais complicadora do que benéfica.
Por fim, acabei trocando de lugar e me privando daquela cena, após presenciar o desfecho bizarro de um gol…O time do garoto pressionava no ataque e a bola caiu no pé do menino. Ele chutou no canto. O goleiro adversário fez a defesa, espalmando a bola para dentro da área. Outro garoto do time aproveitou a chance e tocou a bola para dentro.
Gol!
Os garotos saíram comemorando, inclusive o “Filho do Pai”.O menino alegre olha para o pai, pedindo a sua aprovação.O homem, com a sua mão erguida, mostrava o número três.O menino ainda eufórico correu em sua direção, com o sorriso aberto.“Três. Três chutes fracos na mão do goleiro. Com esse chutinho de moça não vai fazer gol nunca. Ainda bem que o outro cara chutou igual homem”, gritou o pai.O sorriso desapareceu do rosto. A euforia acabou. Enquanto todos comemoravam, o menino magrinho vivia a sua angústia. Aproximou-se do seu “grande” pai e com a voz tremida disse: “desculpa, pai”.
Aquilo me deu um nó na garganta. Saí de perto, com o coração partido e com a cabeça pensando em um monte de coisas…Possivelmente esse cara grandão deva se ver como alguém muito pequenininho. Toda aquela valentia com o garoto deve ser apenas o reflexo de uma insegurança enorme.Fiquei pensando em como ele seria no seu ambiente de trabalho…
Pelas roupas que vestia e pelo próprio perfil das pessoas no evento, deveria ser alguém com boa escolaridade e com um bom nível sócio econômico.Talvez o cara seja chefe de alguém.E, se ele age assim com o filho, deve agir da mesma forma com os subordinados.
Se ele transfere para o filho as suas cobranças, as suas frustrações e os seus fracassos, deve ser um tirano com seus empregados.
Fiquei pensando nos chefes que eu já vi pela vida afora que tinham esse mesmo comportamento. Todos eles, sem exceção, escondiam uma criança assustada, insegura e diminuta dentro de si.
Essas pessoas gritam para fora, pois precisam esconder os seus próprios gritos interiores.Massacram os outros para fugirem de seus medos.Querem se mostrar grandes para esconder o quanto são pequenos.
O time do menininho ganhou o jogo!Do jeito dele, ele também comemorou a vitória. Dos outros, não a dele. Não tinha como ele se sentir vencedor.Esse menino, com seu “grande pai”, eu vi no domingo. Mas sei que existem muitos outros casos iguais por aí.Sei que existem muitos chefes brutais por aí.
Felizmente, nem chefe eu tenho e não preciso passar por isso.Mas, para aqueles que trabalham com esses trogloditas e que não podem enfrentá-los, ou enchê-los de porradas, deixo uma dica:
Lembrem-se que essas pessoas escondem uma criança assustada. E, para uma criança assustada, o melhor remédio é mesmo o carinho.Pode ser difícil, absolutamente difícil, mas ainda assim é o melhor caminho.



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domingo, 8 de abril de 2012

Entrevista com a Psicopedagoga Debora Corigliano


 Entrevista com a Psicopedagoga Debora Corigliano, autora do livro Orientando pais, educando filhos . Além de escritora e palestrante ela participa de vários programas de TV, sempre orientando pais a viverem em harmonia com seus filhos.


O que é e para que serve a Orientação Familiar ?
A Orientação Familiar é uma forma rápida e eficiente de ajudar as famílias que passam por vários tipos de dificuldades de convivência, comportamento e rendimento escolar de seus filhos. Ela atua diretamente na apresentação de novas posturas que facilitam a resolução dessas dificuldades.

Como acontece?
Geralmente os pais me procuram no consultório porque estão passando por dificuldades com seus filhos:

• Baixo rendimento escolar
• Desorganização
• Falta de concentração/atenção
• Falta de limites
• A escola solicitou uma avaliação psicopedagógica
• Dificuldades em fazer lição de casa
• Baixa auto estima da criança / adolescente
• Outras opções
Porém a expectativa gira em torno da criança. Os pais solicitam que algo seja mudado na vida do filho, para que a situação que motivou a consulta seja resolvida.

O atendimento é feito somente para a criança/adolescente?
É neste momento que a orientação familiar entra em cena, pois eu acredito que não adianta focar o atendimento só na criança.A família tem um papel importantíssimo neste tratamento.
Pesquisas comprovam que atendimentos voltados à família e não só a criança/adolescente apresentam resultados mais rápidos e eficazes. Quando a família se mobiliza em prol da criança/ adolescente as mudanças comportamentais fluem de forma que todas se sentem melhores nesta ação. Eu mesma tenho muitos casos que comprovam a eficácia do Orientação Familiar. Fui chamada certa vez para atendimento domiciliar, pois a criança estava com problemas de comportamento na escola e falta de limite em casa. Os pais não sabiam como lidar e a escola solicitava uma ajuda profissional. Realizei o atendimento semanal somente com os pais, por aproximadamente 3 meses e fiz uma visita á escola. Após este período, os pais comentaram comigo como o filho havia mudado e melhorado, e eu respondi que não havia atendido o filho, na verdade eu não o conhecia pessoalmente. A mudança e a melhora ocorreram nas atitudes dos pais que refletiram diretamente no filho, adequando seu comportamento.

Na prática como acontece?
O primeiro encontro com aproximadamente 1 hora é feito com os pais/responsáveis para conversarmos sobre o motivo da consulta, neste momento combinamos a ação seguinte: geralmente são 3 a 4 encontros com os pais (dependendo da idade da criança), 1 na escola (dependendo do caso) e 3 a 4 com a criança/adolescente. Esses encontros podem acontecer 1 ou 2 vezes por semana. A cada etapa um relatório é enviado aos pais.

Qual a importância da parceria com a escola?
Esta parceria é importantíssima, pois em muitos casos a criança apresenta dificuldades em aprendizagem e relacionamento que se manifestam nos ambientes que ela convive: família/escola. Desta forma um encontro com a professora se faz necessário para focar as dificuldades e entender a conduta da criança.

O atendimento é feito apenas através de conversa ou há alguma outra dinâmica?
Sim, o atendimento é repleto de estratégias para facilitar o vínculo entre criança/adolescente e psicopedagoga. Com os pais, ¨estudo de ações¨ , são feitos em conjunto e cada atendimento torna-se único e valioso.

Qual a duração do atendimento e como é finalizado?
Não existe um tempo determinado, pois casa caso é um caso. A cada período eu vou sinalizando a família sobre o processo, os resultados obtidos e o momento de alta.

A orientação familiar é indicada somente para famílias com problemas e dificuldades?
Não, a orientação familiar é indicada para pais que querem entender melhor casa fase que seu filho está e com isso agir com ponderação e harmonia para educá-lo com eficácia e segurança. Alguns pais me procuram, pois estão esperando o 2º filho e querem agir acertadamente durante a gravidez e após a chegada do bebê. Outros me procuram quando a família está passando por mudanças (casa, escola) ou por perda de alguém muito próximo, alguns querem orientação para escolher a 1ª escola e o processo de adaptação. Nesses casos a orientação familiar age de forma preventiva, colaborando para estruturação e harmonia familiar.

Qual a mensagem que você pode deixar para as famílias?
Minha mensagem é para que as famílias busquem ajuda e orientação, pois com esta ação, podem evitar problemas futuros maiores. A ação preventiva na orientação familiar é fundamental para educação e desenvolvimento dos filhos dentro de uma família estruturada e harmoniosa.

Como os pais podem entrar em contato com você?

Através do telefone: (19) 33857100 / (19) 33831173

E-mail: deboracorigliano@hotmail.com

Blog: www.orientandopaiseducandofilhos.blogspot.com








sábado, 17 de março de 2012

PROJETO BEM ESTAR- PALESTRAS

Estudos comprovam que funcionários felizes são mais motivados, têm mais comprometimento, cultivam a harmonia no ambiente de trabalho e consequentemente apresentam melhores resultados às corporações. A importância de um funcionário feliz para a empresa está a médio e longo prazo diretamente ligado ao sucesso dela.
Mas como garantir esta felicidade corporativa? Quando um indivíduo se sente realizado profissionalmente, dentro de um sistema de competitividade, sobrecarga e de metas a serem atingidas, o lado pessoal dele certamente será afetado. Por este aspecto nem sempre o suposto sucesso profissional reflete o bem estar como um todo. Este indivíduo, em breve irá sofrer e isso refletirá em seu desempenho profissional.
Todos nós precisamos de uma estrutura consistente familiar, para que a vida tenha qualidade. Faz-se necessário contemplar o indivíduo na sua totalidade, não só no trabalho, mas também nas suas relações interpessoais com amigos, filhos e família, para que ele obtenha sucesso em todas as áreas da mesma forma. A isso denominamos “ equilíbrio”.
No ambiente coorporativo, uma liderança organizacional tem condições de oferecer subsídios para este “equilíbrio”: famílias em harmonia / funcionários felizes/ produtividade e motivação plena.
Com ampla experiência em orientação familiar, Debora Corigliano desenvolve o Projeto Bem Estar que visa apresentar aos funcionários palestras que percorrem o caminho da emoção de ser pai/ mãe passando, inclusive, pela necessidade de desempenhar todos os papéis que a sociedade lhe impõe. Visando ajudá-los a transformar o pouco tempo que dispõe em momentos de qualidade, nessa delicada relação. Serão abordadas situações práticas que ajudam a valorizar a relação de pais e filhos, focando o amor, o respeito, o limite, o diálogo, entre outras situações cotidianas. Quando uma família vive em harmonia, todos refletem esse bem estar e vivem felizes e muito mais produtivos.
Debora Corigliano é autora do livro “Orientando Pais Educando Filhos”, especialista em orientação familiar atua realizando atendimentos em seu consultório em Campinas e realizando palestras em empresas e escolas. Realizou o projeto Amigos da Escola pela Rede Globo de televisão nas fases 2009, 2010 e 2011, tem pela TV Sec. 21 um curso EAD para família: “Pais e filhos uma parceria de sucesso”. Através de seu blog www.orientandopaiseducandofilhos.blogspot.com escreve artigos sobre orientação familiar e educacional. Freqüentemente é convidada a dar entrevistas em programas de TV e rádio, além de colaborar com seus artigos em várias publicações.