terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Você inspira confiança?

Este  texto é de autoria de  Flavio Lettieri. Gostei  muito  e pensei   como pais,que  somos.....inspiramos confiança aos  nossos  filhos? 
Boa leitura!
Confiança é a base de qualquer relacionamento saudável.
É um atributo essencial e indispensável para a liderança.
É a premissa básica para quem trabalha com vendas, em qualquer área.
Confiança é, sem dúvida, algo indispensável para o sucesso, no sentido mais amplo da palavra.
Mas, o que torna alguém confiável? O que gera a confiança nas pessoas?
Segundo Stephen Covey, em seu livro “A velocidade da confiança”, ser confiável é algo que envolve dois parâmetros bem claros e absolutamente complementares: Caráter e Competência.
O Caráter é a combinação de dois fatores, a “Intenção”, ou seja, os valores e propósitos de alguém a realizar algo, e a “Integridade”, ou seja, a capacidade que essa pessoa tem de agir de acordo com esses propósitos. A capacidade de sustentar esses propósitos em situações de crises ou conflitos. A coerência entre aquilo que fala e aquilo que faz. A coragem para agir ou falar quando a situação é difícil.
A Competência de alguém, por sua vez, também é indicada por dois fatores, a “Capacitação”, definida como o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes dessa pessoa e o seu “Resultado” que é o conjunto de conquistas que indicam o esforço e a competência do indivíduo.
Por serem complementares, esses dois parâmetros, Caráter e Competência, só promovem a percepção da confiança quando estão juntos.
Em outras palavras, as pessoas só confiam em pessoas que demonstrem tanto um quanto o outro valor.
Assim, se alguém quer inspirar confiança não adianta ter um bom caráter e ser um incompetente e também não adianta ser competente, mas mau caráter.
Vale lembrar que a percepção da confiança é um processo dinâmico, de maneira que a confiança vai sendo construída ou pode ser quebrada de acordo com as interações entre as pessoas.
Quando convivemos regularmente com alguém temos condição de avaliar (e de sermos avaliados) com mais propriedade o quanto aquela pessoa que se relaciona conosco é ou não confiável.
O mesmo já não ocorre nos primeiros contatos, onde, por vezes, temos menos de dois minutos para inspirar a confiança nos outros.
Saber como, nesses dois minutos, transmitir a percepção de que somos confiáveis invariavelmente é a chave para o sucesso de qualquer relacionamento.
Saber como fazer com que o outro perceba a nossa intenção, a nossa integridade, a nossa capacitação e o nosso resultado nesses dois minutos é a chave que vai manter a porta aberta para um bom relacionamento.
Por isso, esse é um dos pontos que sempre trabalho em minhas sessões de Coaching e especialmente em meus treinamentos para times de vendas.
Gosto de fazer pequenas provocações com perguntas que, se bem respondidas, trazem mudanças bastante significativas…
O que exatamente na percepção do outro faz você parecer confiável?
Como deve ser a sua apresentação pessoal para que o outro confie em você?
Dentro do seu negócio, qual a melhor abordagem para que o cliente perceba a sua intenção e reconheça a nobreza de seus valores?
Como se comunicar com coerência e congruência para que o seu cliente perceba a sua integridade, ou seja, a conexão entre aquilo que você promete e aquilo que você entrega?
Ser merecedor da confiança dos outros é, sem dúvida, uma conquista individual, fundamentada em um processo contínuo onde cada um de nós busca diariamente tornar-se um ser humano cada vez melhor, isso é fortalecer o caráter, e tornar-se uma pessoa cada vez mais competente.
É preciso ser confiável. E isso é indiscutível!
Mas, vale lembrar que, para que você tenha relações saudáveis, não basta ser confiável, é preciso que os outros também te percebam como alguém confiável.
Então, o que você pode fazer de diferente para que as pessoas confiem ainda mais em você?
Quais as pequenas mudanças que você pode fazer agora e que trarão uma percepção ainda mais positiva dos outros sobre o seu caráter e a sua competência?
Um forte e carinhoso abraço.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Simplificando a vida!!!

Vivemos em busca de simplificar a vida para termos mais tempo. Tudo tem que ser rápido prático e seguro. Porém em se tratando da educação de nossos filhos,muitas vezes dificultamos, complicamos e até nos perdemos na forma de agir e pensar. Digo isto, pois recentemente fui convidada a participar de um programa de rádio, cujo tema     focava a educação dos filhos nos primeiros dias de vida.
Pois bem, pensei muito sobre o que falaria. Gosto muito de citar exemplos e começo aqui, contanto um relato de uma mãe que após a licença maternidade, procurou um berçário para levar sua filha, já com 7 meses.  O berçário a acolheu muito bem, o problema foi que está mãe, havia acostumado sua filha a dormir sempre sugando seu seio. Bastava  colocar  a menina  no  seio,mesmo  sem fome,para que  ela  em poucos  minutos  dormisse calma  e tranqüila.   Quando a menina precisou ficar o dia todo no berçário para que a mãe pudesse trabalhar, o caus se instalou.  Não havia nada que a berçarista fizesse para acalmar esta criança.  Ela não pegava a chupeta e mesmo mamando na mamadeira não conseguia dormir. O máximo que ela fazia era dormir 10minutos pelo choro e cansaço, mas depois acordava agitada e voltava ao estado de sofrimento.
Agora vamos refletir juntos, a educação nos primeiros dias se faz necessária para que mãe e filho não sofram posteriormente. Deveria ser muito prazerosa esta situação de sugar o seio para que a menina pudesse dormir, mas isto acabou custando muito caro emocionalmente para ambas. Neste ponto vale ressaltar que devemos prestar atenção nas nossas ações desde os primeiros dias de vida de nossos filhos.
Uma vez eu estava participando de um bate papo com mães de 1ª viagem, falando justamente sobre este assunto e uma delas comentou que desde o dia que o filho passou a mamar na mamadeira, ela sempre preparava a mesma com a água em temperatura ambiente.  Nunca esquentou a água para prepará-la. Ela  disse que  seu  filho  não  conhecia   a   mamadeira  quente  ou  fria. Que passaria a gostar da primeira que ela ofereceria e optou por prepará-la com água na temperatura natural. Com  isso ela  evitou  muitos  conflitos   e ele  até hoje  toma  leite  sem   esquentar  e  sem maiores  problemas.
Esses dois exemplos nos faz refletir sobre a ação dos pais, desde os primeiros dias de vida dos filhos.
Poderia relatar muitas histórias que surgiram nos primeiros dias da vida de muitas crianças e pais.   Uma criança que só dorme se for ninada no carro numa rua de paralelepípedo, outra que só se acalma se estiver segurando a camisola de seda da mãe (que não pode ser outra e nem lavada) entre outras...
Temos que pensar que esses bebês chegam como uma folha em branco, sem nenhuma mania ou costume e os pais é que apresentam estas condutas aos mesmos.

Pense o que você pode fazer de positivo, de tranqüilo e normal..... Essa ação com certeza facilitará a sua vida e a do seu filho! 
Boa Sorte!


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Uma janela para a vida!

 Eu li isto  hoje  no blog de um  amigo  e copiei na íntegra ,com a devida  autorização ...Uma excelente leitura!!!
O mundo está apressado. Nós estamos apressados.
Tão apressados que sequer temos tempo de perceber que já não temos mais tempo para nós mesmos.
Estamos apenas correndo e, muitas vezes, sem sabermos bem para onde estamos indo ou aonde queremos chegar.
E para refletir sobre o tema, compartilho nesse post um texto muito legal que recebi. Infelizmente não sei o autor para dar o justo e merecido crédito, mas deixo o meu sincero reconhecimento por esse belo trabalho que segue adiante.
“Eu era criança quando, pela primeira vez, entrei em um avião. A ansiedade de voar era enorme…
Eu queria, de qualquer jeito, sentar-me junto à janela e acompanhar o voo desde o primeiro momento.
Queria sentir o avião correndo na pista cada vez mais rápido até a decolagem.
Ao olhar pela janela, via, sem palavras, o avião rompendo as nuvens, chegando ao céu azul. Tudo era novidade e fantasia.
Cresci, terminei a faculdade e comecei a trabalhar.
No meu trabalho, desde o início, voar sempre foi uma necessidade constante.
As reuniões em outras cidades e a correria me obrigavam, às vezes, a estar em dois lugares num mesmo dia.
No início pedia sempre poltronas ao lado da janela, e, ainda com olhos de menino, fitava as nuvens, curtia a viagem, e nem me incomodava de esperar um pouco mais para sair do avião, pegar a bagagem, coisa e tal…
O tempo foi passando, a correria aumentando, e eu já não fazia mais questão de me sentar à janela, nem mesmo de ver as nuvens, o sol, as cidades abaixo, o mar ou qualquer paisagem que fosse.
Perdi o encanto.
Pensava apenas em chegar e sair. Acomodar-me rápido e sair rápido.
As poltronas do corredor agora eram uma exigência. Mais fáceis para sair, sem ter que esperar ninguém.
E eu sempre preocupado com a hora, com o compromisso, com tudo, menos com a viagem, com a paisagem, comigo mesmo.
Mas, por um desses maravilhosos ‘acasos’ do destino, estava eu louco para voltar de São Paulo numa tarde chuvosa, precisando chegar em Curitiba o mais rápido possível.
O avião estava lotado e o único lugar disponível era uma janela, na última poltrona.
Sem pensar, concordei de imediato. Peguei meu bilhete e fui para o embarque.
Embarquei no avião e me acomodei na poltrona indicada: a janela.
Janela que há muito eu não via, ou melhor, pela qual já não me preocupava em olhar.
E, num rompante, assim que o avião decolou, lembrei-me da primeira vez que voara.
Senti novamente e estranhamente aquela ansiedade, aquele frio na barriga.
Olhava o avião rompendo as nuvens escuras até que, tendo passado pela chuva, apareceu o céu.
Era de um azul tão lindo. Como eu jamais tinha visto.
E também o sol, que brilhava como se tivesse acabado de nascer.
Naquele instante, em que voltei a ser criança, percebi que estava deixando de viver um pouco a cada viagem em que eu desprezava aquela vista.
E pensei comigo mesmo se em relação às outras coisas da minha vida eu também não havia deixado de me sentar à janela.
Será que eu tinha deixado de olhar pela janela da minha família, das minhas amizades, do meu trabalho e do meu convívio pessoal?
Concluí que, aos poucos e sem perceber, deixamos de olhar pela janela de nossas vidas.
Percebi que a vida também é uma viagem e, se não nos sentarmos à janela, perdemos o que há de melhor.
As paisagens são nossos amores, alegrias, tristezas, enfim, tudo o que realmente nos mantém vivos.
Por isso, decidi não mais andar pelos corredores.
Quero estar sempre bem próximo da janela para não perder nenhum detalhe”.
Um carinhoso abraço.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Um rótulo para uma vida inteira !


Luciana era uma jovem mãe de duas meninas: Alice com 7 anos e Natália com 12 anos. Como muitas mães atuais, Luciana trabalha fora o dia inteiro, divide algumas obrigações domésticas com seu marido Eduardo que também trabalha muito e quase sempre até tarde da noite.
Ambos, Luciana e Eduardo sonharam em ter uma família perfeita, filhos lindos e educados, casa linda e sempre arrumada, os dois dispostos e saudáveis, freqüentando academias, fazendo cursos periodicamente para se aperfeiçoarem profissionalmente e felizes para sempre.  Mas a doce realidade não é assim.
As filhas brigam muito, pois são diferentes. Alice é uma menina calma, doce, organizada e vai muito bem na escola, já a Natália é uma adolescente desorganizada, agitada, falante, questionadora e não tem tirado notas boas. Quando pai e mãe se referem a elas, fica nítida a diferença que fazem entre as duas. Sempre reforçam que Alice é ótima em tudo e que Natália é imperfeita em quase tudo.Ambas cresceram ouvindo e vivendo estes comentários feitos pelos pais.
Normalmente as brigas que o casal vivencia, giram em torno dos perfis diferentes das filhas. Pois cobram muito de uma, cedem muito para outra e a confusão vira discussão que gera uma desarmonia familiar.  Luciana e Eduardo se vêem muitas vezes frustrados por não conseguirem viver o ideal que traçaram da família perfeita.  
Mas vamos falar um pouco das filhas... Alguns anos se passaram!
Alice hoje com 14 anos, adquiriu muitos medos e é insegura. Manter-se no perfil traçado e reforçado pelos pais a fez adquirir alguns medos, pois jamais iria decepcioná-los. Preferiu sempre optar pelo que já sabia e se sentia segura, com isso privou-se de se arriscar, de participar de algumas oportunidades, de se relacionar com novos amigos, pois se algo desse errado os pais não a veriam mais como a certinha, a educada ou a perfeitinha.
Já a Natália, cresceu ouvindo que era a bagunceira... nunca tentou mudar, ou melhor tentou muitas vezes,mas ninguém percebeu pois  sua fama era maior que qualquer tentativa em demonstrar algo que podia fazer perfeitamente. Com isso,  ela tentou mostrar para outras pessoas que poderia ser boa. No grupo de amigos ela era a mais atirada, falante e saia com muitos rapazes,tendo a fama de “piriguete” da escola.  Nos estudos era bem esperta, pois como se sentia sempre a má aluna,buscou alternativas para suprir isso,colando sempre nas provas, comprando trabalhos de outros alunos e sempre dando um “jeitinho” para conseguir o que queria . Caso alguém descobrisse as falcatruas a resposta era sempre a mesma: - Eu sou assim mesmo,não tenho mais jeito! Pois foi isso que ouviu a infância inteira.

Pois bem caro leitor, colocar rótulos em nossos filhos pode ser muito perigoso.Tanto os rótulos positivos como os negativos.  Devemos observar nossos filhos e ajudá-los , com parâmetros reais, pois um quarto desarrumado não significa que ele será eternamente um bagunceiro. Pense nisso!!!

terça-feira, 28 de maio de 2013

O que é ter luxo?



Recentemente fui ao Encontro do Luxo com minha filha que está estudando moda. Foi uma experiência inédita, pois se trata de um evento grandioso envolvendo grandes marcas, moda, estilos e muito luxo!  Realmente um evento muito bem organizado! Circulavam ali pessoas lindas, bem vestidas segurando suas taças com prosecco, falando sobre beleza, moda e muito mais. Para minha filha, seu futuro habitat natural, para mim um momento de observação do comportamento humano.
A palestrante era nada mais, nada menos que Glória Kalil.  Uma mulher especial na beleza, na simplicidade e na clareza ao falar.
Ela iniciou o bate papo comentando sobre uma pesquisa que fizera para entender sobre o luxo. Nesta pesquisa  perguntou-se  para pessoas que não tinham acesso ao luxo: O que era ter luxo?  A resposta que mais se repetia, era a que descrevia o luxo como sinônimo de ter casa cinematográfica, carros de luxo, jóias, viagens para o exterior, barcos luxuosos, etc.. A mesma pergunta foi feita para as pessoas que possuíam esses bens... E a resposta foi unânime: Ter luxo é ter tempo! Neste momento a própria Gloria brincou com a platéia e disse: Então meu vizinho é extremamente  luxuoso, pois ele está desempregado e tem todo o tempo do mundo!
Essa história contada pela Glória Kalil me fez refletir... O que temos feito com nosso tempo?
Trabalhamos demais e não temos tempo para outras atividades? Ocupamos demais nossa agenda e vivemos reclamando da falta de tempo? Quando nos sobra um tempinho, estamos cansados demais e dormimos  ao acordar  temos  a sensação de que não aproveitamos o tempo?  Perdemos tempo ...ganhamos tempo.... abusamos do tempo...
O que realmente nos consome o tempo é o que realmente nos trás prazer?
São muitas reflexões que devem ser avaliadas, pois o tempo não volta.
William Shakespeare fala que  : “O tempo é muito lento para os que esperam, muito rápido para os que têm medo, muito longo para os que lamentam , muito curto para os que festejam mas, para os que amam, o tempo é eterno.”

E você? 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Como escolher uma escola de educação infantil para seu filho!


A primeira escola, a primeira escolha, quanta responsabilidade!  Chegou a hora de levar seu filho ou filha para vencer uma nova fase. Toda criança precisa de criança e a escola é o melhor lugar para esse exercício social. 
Como saber qual a escolha certa? Simples, comece pesquisando.
Escolha escolas que sejam perto ou estejam no seu caminho diariamente. Ligue para saber se a escola marca hora para visitação ou você poderá ir  em qualquer horário . Desconfie das escolas que agendam horário, normalmente verá algo preparado para você e não a rotina habitual.
Ao chegar na escola, converse com a coordenadora, ela com certeza será a pessoal ideal para lhe mostrar tudo.

Fique atenta a pequenos sinais:
  • Olhe as crianças, veja se estão felizes, brincando livremente e  com  a higiene  adequada.
  • Olhe os funcionários, se estão com vontade de trabalhar, se são carinhosos com as crianças, se usam  uniforme , se estão com cabelo preso e se tem as unhas limpas e curtas.
  • Olhe o lugar, se está higienicamente limpo e arrumado, se tiver arrumado demais, desconfie. Lugar onde crianças brincam livremente com certeza deve haver uma pequena desordem. Se estiver arrumado demais é sinal que as crianças não brincam, se tiver bagunçado demais é sinal que as crianças brincam e não são orientadas a arrumar e manter a ordem.
  • Olhe os banheiros, perceba se há vaso sanitário para crianças, espelho e pia na altura delas. Isso indica que são estimuladas a realizar sua higiene.
  • Se a escola fornecer qualquer tipo de alimentação, olhe a cozinha com cautela, veja se a funcionária usa touca e luva, se os utensílios são esterilizados, e se possível peça para olhar o momento de alguma refeição. Se a escola lidar com isso tranqüilamente, irá oferecer o alimento para você experimentar.
  • Pergunte como a escola lida com regras, dê um exemplo de alguma “arte” que seu filho faz em casa e pergunte como a escola agiria nessa situação.
  • Peça para ver o material pedagógico da escola, mesmo se for uma turma de crianças de 2 anos, vale a pena ver como é  realizada  a proposta para essa faixa etária.
  • Pergunte das atividades extras curriculares, se são professores capacitados e se há alguma referencia masculina na escola.
  • Dê preferência por visitar a escola no meio da tarde ou no meio da manhã, pois nestes horários a escola está em pleno vapor e ficará mais fácil conhecer a rotina escolar.
  • Pergunte sobre o processo de adaptação. Se for gradual, ótimo, pois você e seu filho passarão por este  momento e precisam ser acolhidos adequadamente. Caso a escola informe que a adaptação dura um determinado tempo e se a criança não se adaptar devolve o dinheiro, desconfie, pois se existe esta pratica é sinal que as adaptações não são bem sucedidas.
  • Use seu bom senso, pois você deve se sentir bem no ambiente da escola. Às vezes uma escola é ótima para você e seu filho e não é boa para sua melhor amiga e o filho dela.
  • Converse com pais que tenham filhos na escola que você tem intenção de visitar, essa prática pode ajudar muito na hora de decidir.

Espero que com essas dicas você sinta-se mais seguro (a) para realizar a pesquisa e finalmente decidir qual a melhor escola para seu filho.  


sábado, 13 de abril de 2013

Orientando Pais educando filhos



Apresento para vocês o livro : Orientando Pais, Educando Filhos de minha autoria,publicado pela Editora Autores Associados.

Quando nos tornamos pais , buscamos o melhor para nossos filhos. Às vezes o que achamos ser o melhor, torna-s no futuro um erro a ser corrigido. Outras  vezes falamos “ Sim “ demais  tentando deixar o mundo mais bonito aos olhos de nossos filhos , outros momentos  só  falamos “ Não”  tentando prepara-los para a dura vida que esta por vir.

Este linear entre o que queremos fazer e o que corretamente devemos fazer  nos faz questionar muitas coisas, repensar ações e arriscar em teorias experimentais , sem pensar muito nas conseqüências.
Tudo é muito simples, amar é simples quando  há respeito, ser amado é  tranqüilo quando aceitamos o sentimento do outro . Porém nós, tornamos a tarefa de amar nosso filhos e educa-los, em um fardo pesado e por várias vezes queremos  passar essa responsabilidade para terceiros ( escola, avós, babás, etc).
O livro Orientando pais, educando filhos de Debora Corigliano, não tem a pretensão de ser um manual ou cartilha para os pais, ele é apenas uma coletânea de textos sobre  educação de filhos, respeito, carinho e convivência feliz.  
Todos nós temos inteligência para focar nas mais diversas áreas do conhecimento. Nossa inteligência emocional também deve focalizar  e  ser trabalhada para colaborar  em nossa performance profissional e pessoal. Quando falamos em educação de filhos, esquecemos que temos que ter habilidades e inteligência para tal.  Podemos direcionar nossa inteligência emocional para este campo , pois Orientando pais , educando filhos  é um livro que contribuirá muito para isso.
O controle das emoções é essencial para que o cérebro possa trabalhar com tranqüilidade. Quando como pais, estamos vivendo situações conflituosas ou atravessando momentos problemáticos geralmente não conseguimos nos concentrar e nem manter o autocontrole .
Para tanto precisamos ter a capacidade de concentração em tudo o que se refere à educação de nossos filhos. É importante citar que para conseguirmos esta capacidade de concentração necessitamos exercitar algumas aptidões:
ü Não perder o controle, mesmo em momentos difíceis.
ü Ser confiável e inspirar confiança.
ü Ser capaz de reverter uma situação negativa e nunca desistir.
ü Ter habilidades de lidar com  múltiplas solicitações e tarefas ao mesmo tempo.
ü Saber ouvir e ter reciprocidade na hora certa.
ü A capacidade de ajudar , ensinar sem criticar ou menosprezar
ü Dar amor , carinho e respeito para que naturalmente seu filho faça o mesmo.

A partir dessa base emocional, podemos lidar com várias situações que ao longo da vida dos nossos filhos nos pegam de surpresas.
Este livro “ Orientando pais, educando filhos”,  aborda temas importantes e reais do dia – a – dia de crianças  que precisam dos pais como referencial , como porto seguro para  a caminhada  da vida.
Crianças precisam conviver com crianças , este tema é abordado com o objetivo  de valorizar a convivência saudável e significativa que  a criança  precisa para se desenvolver. Aos pares tudo fica mais fácil , a experiência do outro acaba por ajudar sempre.
Como  organizar as regras  e realizar combinado dentro da educação que eu quero para meu filho? Este tema abre um leque de sugestões que facilitam  a convivência saudável  dentro de limites e permissões.
Assuntos como “ medo”,  “ morte”,  “ ciúme” ,   “ consumismo infantil ”, entre outros  , fazem parte da vida de uma família saudável . Levantar estas questões, às vezes trazida pela própria criança , e conduzi-las de forma coerente é um aprendizado para todos. Esse  contexto é abordado no livro “Orientando pais, educando filhos”,  de forma pratica e salutar, ajudando os pais a  conduzirem  a questão com muita tranqüilidade.
Dicas sobre a escolha da escola e a melhor hora para ingressar o filho na vida acadêmica, quais os melhores brinquedos para meu filho de acordo com sua idade, adaptação ao convívio escolar  e como proporcionar férias agradáveis ao meu filho, mesmo estando trabalhando , são assuntos que orientam e facilitam  , na maioria das vezes , as dúvidas que muitos pais apresentam na hora de tomar uma decisão assertiva sobre a nova fase da vida de seu filho.
Temas polêmicos  como sexualidade: ajudando a cada nova fase , separação dos pais, dormindo  entre os pais , participação dos avós na educação dos filhos são abordados de uma forma  que leva o leitor a  pensar, conhecer experiências que deram certo e refletir sobre o melhor caminho a ser tomado quando surge  o assunto dentro do contexto familiar.
Com esta gama de temas , meu  livro é indicado para  leitores  que são pais, avós, educadores e que acreditam na educação como forma de valorizar o ser humano e ajuda-lo a ser cada vez melhor. Se cada um começar  a rever sua forma de lidar com seus semelhantes , com certeza o mundo será melhor. É nossa obrigação como pais e educadores a fazer  algo para tal.
Qual será sua contribuição na educação de seu filho?
Leia o livro  “Orientando pais , educando filhos”  e reflita.......


Debora Corigliano