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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Palestra no Colégio Ave Maria - Campinas

Nosso filho cresceu… E agora?

Com a presença de quase 100 famílias, palestra discutiu o relacionamento entre pais e filhos na adolescência.
Na noite da última quarta-feira (11/02) o colégio teve o prazer de receber em seu teatro pais, alunos e professores para a palestra da psicopedagoga Debora Corigliano. Intitulada “Meu filho cresceu, e agora?”, a palestra falou sobre o início da adolescência e da relação familiar e escolar, nesta nova fase da vida.
Debora destacou que existem quatro formas básicas através das quais os pais costumam lidar com seus filhos: eles podem ser firmes, manipuladores, passivos ou agressivos. No entanto, para a psicopedagoga, apenas uma delas realmente funciona. “Precisamos sempre agir com firmeza e sermos positivos para com os nossos filhos“, destaca a palestrante.
Respondendo a pergunta “Como educar nos dias de hoje?”, Debora destaca quatro aspectos que devem ser palestra-debora01privilegiados pelos pais. Os trechos abaixo destacam as propostas da palestrante:
  • Sejam Exemplo: Como pais , somos exemplos em tudo o que fazemos. Atenção em suas atitudes!
  • Trate com Respeito: Respeite seu filho, sua forma de agir, seus pensamentos e suas ideias. Quando o respeito é mutuo a relação torna-se mais harmoniosa e feliz!
  • Valorize o Diálogo: Transforme questionamentos extensos em fontes de diálogo. Pratique a conversa franca e sincera com seu filho. Deixe-o falar, contar suas experiências, participar da conversa em família. Proporcione momentos de conversa com seu filho.
  • Pare para Observar: Observe seu filho em tudo aquilo que ele faz. Desta forma você passa a perceber todas as mudanças que ocorrem com ele e o ajuda ao invés de somente criticar.

O adolescente e a escola

Durante a palestra, Debora Corigliano, apresentou, ainda, uma série de propostas sobre como lidar com os problemas típicos da vida escola do adolescente, principalmente em relação ao cumprimento de tarefas escolares e da construção de um ambiente de estudo adequado. Para a psicopedagoga, “a maioria dos adolescentes não precisa de ajuda para fazer coisas que sejam do interesse deles, como jogar, comprar ou sair com amigos“. Ao mesmo tempo, ela lembra que “quando se trata de fazer a lição de casa, um empurrão pode fazer a diferença entre um zero e um dez no boletim“.
“Esteja sempre disponível para seu filho, ele precisa muito de você nesta fase“, finalizou.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Ser simples... Qual o valor da simplicidade?



O que é ser uma pessoa simples? Antigamente minha mãe referia-se a uma pessoa simples, aquela que vivia com poucos recursos financeiros. Hoje ser simples vai muito além. Uma pessoa com grande poder aquisitivo pode ser simples.

Fui buscar este significado no dicionário e veja o que encontrei:

Simples: Que não é composto, que não é complicado. Sem ornatos nem enfeites. De fácil interpretação , puro e claro.Singelo , inocente, mero, natural, ingênuo,crédulo, fácil, modesto e sem luxo.

Hoje em dia temos o costume de dificultar tudo, queremos tudo rápido, enaltecemos a superficialidade, não damos crédito para quem é natural e inocente.

Precisamos repensar nossa forma de “ler” o mundo. Tudo pode ser mais fácil se for mais simples. Com isso não estou dizendo para abrir mão das boas coisas da vida. Vejo mulheres que optam pela juventude eterna e em busca disso abrem mão da naturalidade, pois esticam tanto que aquela pequena ruga de expressão deixa de existir e com isso alguns simples sentimentos também. Homens querem conquistar o mundo e deixam de apreciar as coisas simples da vida, pois passam o tempo todo trabalhando em busca do TER e esquece-se de SER.

Pais criam seus filhos, terceirizando-os em tudo. Complicam a vida da criança que precisa brincar, dormir e viver a infância de uma forma muito simples e natural.

É tão fácil viver com simplicidade. Ser simples é não ter medo de expor seus sentimentos, é aceitar o outro como ele é sem querer passar a vida tentando mudá-lo.

É falar de afeto, de conquistas e derrotas. É apresentar-se ao outro plenamente e não mascarar as imperfeições.

Precisamos dar exemplo para nossos filhos. A simplicidade é um exemplo de vida. Quando mostramos aos nossos filhos que a vida pode ser mais fácil se agirmos com simplicidade, eles aprenderão a lidar melhor com todas as dificuldades do caminho.

Valorize o simples. Comece agora, com pequenas atitudes e perceba a grande diferença!

Pense nisso e boa sorte!



domingo, 6 de novembro de 2011

E a família como vai?



Esse é o título de uma palestra que realizo em escolas e empresas!

E a família, como vai? Essa pergunta comumente usada quando encontramos uma pessoa querida da qual conhecemos a família, porém estamos sem notícias... Se cada um que recebesse essa pergunta, falasse realmente como está sua família, quais seriam as respostas?
Vamos reduzir essa porcentagem. Falaremos apenas da sua família. E a sua família como vai?
Existe diálogo ou interrogatório do tipo:
Com seus filhos:

- Filho onde você estava? O que você fez? Já estudou? Comeu? Escovou os dentes? Já fez a lição de casa?

Com sua esposa ou marido:

- A que horas você vai chegar? Já passou no banco? Pegou as crianças na escola? Comprou o que estava faltando?

Essa forma de diálogo leva a família a ter uma postura de responder apenas o que lhe foi perguntado e por muitas vezes, responder o que o outro quer ouvir, assim não haverá conflito. Será que este é o melhor caminho para evitar brigas em família?
Isto realmente é o que podemos chamar de diálogo em família?
E a convivência familiar, como anda?
Você sente prazer e vontade de ao final de um dia de trabalho voltar para casa? Conviver com seu filho esteja ela na adolescência ou na fase infantil? Vocês realizam alguma refeição juntos e conversam, riem e planejam coisas para serem feitas em família?
Esses questionamentos são apenas alguns que nos levam a pensar sobre a harmonia familiar.

Este é o meu trabalho, através de palestras ou em atendimento para orientação familiar, ofereço algumas sugestões práticas e fáceis para tornar a família e a convivência familiar algo prazeroso e saudável.

Na próxima vez que te perguntarem, e a família, como vai? E a sua resposta for: - Bem, obrigada! Que isso seja realmente um fato e não uma resposta convencional!

Pense nisso!