Esta semana fui assistir a uma palestra com o Dr. Ivan Capelatto e seu filho Dr. Iuri Capelatto.
Sou fã do trabalho do Dr. Ivan e da pessoa que ele se mostra e agora passei a ser fã também do Dr. Iuri. Tietagem a parte, quero comentar aqui sobre o tema da palestra: As emoções na adolescência e na infância.
Esse assunto muito me interessa, primeiro por ser mãe de dois adolescentes, depois por questões profissionais. Falar sobre “emoção” não é algo muito fácil, claro que para o Roberto Carlos é mais tranquilo, pois “são tantas emoções “...
Eles abordaram aspectos da emoção muito importantes: a maturidade emocional. Todos nós precisamos de estímulos para que possamos nos desenvolver, com a emoção e a maturidade acontece à mesma coisa. Segundo o Dr. Ivan, o amadurecimento cerebral leva aproximadamente 21 a 25 anos para ficar maduro, pronto. Só aí podemos falar que o individuo é maturo. Até essa idade, qualquer pessoa precisa de pais presentes, referência, apoio, afeto, carinho, presença... presença....presença. Ah! Mas você pode falar, meu filho tem 19 anos e já faz faculdade fora e mora sozinho! Eu digo, que bom! Porém ele continua precisando de pais presentes, de carinho, de referencia, de presença, de respeito e de muito apoio.
Depois de uma explicação muito clara sobre a maturidade, eles comentaram sobre a vida emocional do adolescente, a busca eterna do prazer. Pois percebemos que o adolescente parece nunca estar saciado. Este prazer está sob a responsabilidade da dopamina que traz para este adolescente esta sensação. Porém a dose de dopamina na adolescência é pouca, por este motivo o adolescente sai numa busca desenfreada pelo prazer que às vezes é substituído pela adrenalina. Essa fonte inesgotável pela busca do prazer, às vezes leva o jovem às drogas, ao álcool e ao sexo mais intenso. Por esse motivo, eu sempre faço um alerta aos pais: Sejam presentes na vida de seus filhos. Essa pequena atitude fará a diferença!
Realmente foi uma palestra muito informativa e muito importante. Valeu!
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sábado, 30 de outubro de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
Dia das mães.
Era uma vez um papai e uma mamãe que queriam muito ter um filho, eles estavam muito tristes, pois não conseguiam tê-lo. Às vezes até choravam...
Um dia eles foram até o hospital e havia uma “moça boazinha” que conversou com eles, e perguntou:- Porque vocês estão chorando? E o papai e a mamãe responderam: - nós estamos chorando, pois não temos um filhinho. Nesse momento a “moça boazinha", falou que eles podiam parar de chorar, pois ela iria dar o bebê dela que tinha acabado de nascer para aquele casal. O casal ficou muito feliz e veio para casa com o filho, que foi muito amado e todos: papai, mamãe e filhinho viveram felizes para sempre!
Essa história fez parte da nossa vida por muitos anos, aliás, faz parte até hoje. Pois foi com ela que eu contei para meus filhos a história da vida deles sobre a adoção.
No início eu sempre contava a história na terceira pessoa, sem citar nomes ou referencias a nossa família. Até que um dia meu filho disse:- Mamãe, esse menino era eu, né! E os pais que choravam eram vocês!
Nesse momento eu confirmei e por diversas vezes, antes de dormir, meu filho pedia para que eu contasse a história da "moça boazinha". Com o passar do tempo e com a chegada da nossa segunda filha, também adotiva, a história voltou a fazer parte da nossa rotina.
Um dia meu filho, já na adolescência, comentou comigo que havia lembrado da história da "moça boazinha" e completou a frase dizendo que achava que de boazinha ela não tinha nada.
Percebi que havia chegado a hora de conversamos mais seriamente sobre a adoção e sobre a nossa relação familiar. Conversei com ele, explicando que aquela "moça boazinha" tinha feito aquilo por amor e com muita coragem. Pois se ela não fosse tão caridosa, nós não seríamos hoje uma família. E completei dizendo, que o que unia a nossa família era o amor que existe entre nós quatro. Não temos laços sanguíneos, somente amor.
Sempre quando estamos às vésperas do dia das mães, eu agradeço muito a Deus por ter colocado em nosso caminho não só uma, mas duas "moças boazinhas", pois foi através delas que hoje temos lindos, saudáveis e maravilhosos filhos.
A adoção é um ato de amor, coragem e resignação.Aproveito esta oportunidade para desejar a ambas, onde elas estiverem, muita saúde, paz e felicidade.
Feliz dia das mães!
Na foto, a homenagem a minha mãe, que foi uma mulher muito especial, amada por nós e que deixa muita saudade! Te amo mamãe!.
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domingo, 18 de abril de 2010
Reportagem da Revista Metrópole
Revista Metropole
‘Domar’ com amor
Coisa certa: educadora lança luz sobre as pedras do caminho da criação de filhos sem que os pais precisem recorrer aos exageros dos reality shows
A velha máxima de que criança deveria vir com manual de instruções faz algum sentido, afinal nem todo pai e mãe conta com a assessoria de uma super-mega-babá televisiva com mil titulações e anos de experiência em domar ferinhas. Para a sorte dos que sofrem alguns percalços na tarefa de criar filhos felizes e bem resolvidos (embora não a ponto de se inscreverem em um reality show), há profissionais como a psicopedagoga Debora Corigliano para jogar luz sobre as questões mais delicadas dessa jornada.
Especialista em educação infantil pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Debora é autora do livro Orientando Pais, Educando Filhos (Editora Autores Associados), publicado no ano passado, e integra a equipe do portal Super Nanny (www.supernanny.com.br), com conteúdo sobre o universo infantil (e nenhuma relação com o programa de tevê homônimo). Também atua como conselheira educacional em escolas e presta atendimento domiciliar pelo projeto Pais e Filhos, criado por ela.
Metrópole - Criar um filho é algo extremamente complicado mesmo?
Debora Corigliano - Educar um filho é um ato de amor, com erros, acertos e muita intenção de que tudo dê certo. Complicamos quando ultrapassamos nossos limites, querendo buscar a todo instante a perfeição. Cobramos-nos e transferimos isso aos nossos filhos, gerando assim as frustrações, as intolerâncias e os grandes erros.
Muitos pais penam com a culpa por trabalhar demais. Aquela coisa do “tempo de qualidade” com os filhos procede?
Sim, é preferível você ficar duas horas por dia com seu filho, dando atenção, carinho e participando um da vida do outro, do que um dia inteiro com brigas, intolerância, cobranças e agressões.
As crianças tendem a disputar umas com as outras. Como ensiná-las a ser cordatas e a se defender sem encorajar agressões?
Os pais não podem estimular o filho a ceder sempre. Se a criança acabou de ganhar um presente de aniversário e o amiguinho quer brincar, a orientação será para que o presenteado brinque primeiro e depois, se quiser, empreste. Já em outra situação, vale investir no ato da troca de brinquedos, no saber esperar (“o próximo a brincar no balanço é você!”), e o mais importante, e também mais difícil, dependendo da idade, o brincar juntos com um único brinquedo. Esse exercício de convivência social só vai ser superado se praticado constantemente. Se a criança é agredida, a orientação é que ela saiba se defender e não revidar. Fale que quando o amigo vier pegar o brinquedo e ela não quiser emprestar, se afaste ou chame o adulto que está supervisionando. Já se seu filho for o agressor, incentive-o a pedir o brinquedo ao invés de arrancar da mão do amigo ou bater.
Como conciliar a educação de filhos com personalidades muito diferentes entre si? Tem que mudar o discurso?
Claro! Os pais devem sempre observar seus filhos nas mais diversas atividades. Saberão que para o tímido vale uma postura mais objetiva e discreta. Já para o agressivo, uma postura firme, porém acolhedora. Uma dica importante: nunca comparem seus filhos, mesmo os gêmeos. Cada criança tem seu tempo.
Defina o que é limite e diga quando e de que forma começar a aplicá-lo.
Em poucas palavras, limite é dizer “sim” com amor e “não” sem temor. Vejo muitos pais pensando que poderão traumatizar os filhos. Mas ao dizer “não”, eles estarão demonstrando amor, respeito, segurança. O limite é necessário para o desenvolvimento de qualquer pessoa. E desde muito cedo a criança precisa de parâmetros bem definidos para que possa crescer saudável e segura.
Vemos em programas de tevê crianças incontroláveis que foram “domadas” por uma profissional, aparentemente em pouco tempo. Como se opera essa “mágica” de transformar pestinhas em anjinhos?
O que realmente acontece é que nossos filhos percebem as brechas que deixamos no processo de educá-los. Eles nos testam e aprendem com facilidade a usar alguns artifícios, como choros e tapas. Uma mudança de atitude dos pais refletirá imediatamente nos filhos. Eu tenho um exemplo prático. Atendi pais que enfrentavam problemas de comportamento do filho de 5 anos e não sabiam mais o que fazer. Semanalmente, nos encontrávamos para que eu os orientasse sobre como lidar com o menino, que eu não conheci. Passados dois meses, o casal estava muito feliz com ele. Eu disse, então, que quem havia passado por mudanças para melhor eram eles, e que suas ações se refletiam no filho. Assim, é possível transformar pais desorientados em pais focados no processo e calmos na ação; com isso, os “pestinhas” viram crianças normais.
Então a culpa por esses comportamentos terríveis é sempre dos pais?
Os jovens pais de hoje não têm um padrão de educação a ser seguido. Não querem educar como foram educados, não querem traumatizar e acabam sendo permissivos demais. Carecem de orientação. Dão opções demais para seus filhos, quando eles precisam de decisões de um adulto para ter como exemplo, para se sentirem seguros.
A adolescência do filho é realmente a fase mais complicada do trabalho de ser pai?
Na primeira infância, plantamos todas as sementes. Até os 7 anos se forma a personalidade. Já na adolescência, colhemos. Isso não nos redime de uma fase conflituosa, que é normal. Mas se iniciamos esse processo numa base familiar sólida, passaremos por ela com mais tranquilidade.
O que a senhora pensa sobre castigos físicos? Qual a melhor forma de punir?
Quando você bate no seu filho por algo errado que ele tenha feito, está ensinando-o a solucionar um problema com a agressão. Por isso, bater não resolve. Há algo que ajuda muito, o famoso “combinado”. Tudo o que combinamos com nossos filhos, podemos cobrar. Por exemplo, antes de entregar a caixa de brinquedos, diga “eu deixo você brincar, bagunçar tudo, mas quando você acabar, terá que recolher, combinado? Caso isso não aconteça, na próxima vez vamos reduzir a quantidade de brinquedos até que você consiga guardá-los”. Lembre-se que a punição, seja para qual idade for, deve sempre ser relacionada ao fato em si. Sujou, deve limpar, e não ficar sem videogame. O significado das regras e dos combinados deve ser claro. Regras são imutáveis: se transgredidas, implicarão em punições. Já os combinados são mutáveis, dependendo da situação.
Como trabalhar a sexualidade infantil?
Sempre a verdade é mais fácil de lidar. Se seu filho pergunta por que ele tem “pipi” e a amiga não, responda que as pessoas possuem muitas diferenças, como cor dos cabelos, peso, altura, e que ele, por ser menino, tem pênis, e a amiga dele, ou a própria mãe, tem vagina. O importante é que as respostas sejam curtas e objetivas.
A pedofilia é uma praga que assusta os pais. Como ensinar as crianças a se defenderem?
O importante é que elas saibam que suas partes íntimas devem ser preservadas, por serem delicadas, e que pessoas estranhas não podem ficar vendo ou colocando a mão, e se caso isso acontecer, é fundamental que ela reporte aos pais. Um dos sinais de que a criança está sofrendo abuso sexual é a mudança de comportamento repentina, principalmente no contato físico, como abraço, carinho, beijo. Se houver constrangimento nessa ação que antes era normal, fique alerta e procure investigar.
‘Domar’ com amor
Coisa certa: educadora lança luz sobre as pedras do caminho da criação de filhos sem que os pais precisem recorrer aos exageros dos reality shows
A velha máxima de que criança deveria vir com manual de instruções faz algum sentido, afinal nem todo pai e mãe conta com a assessoria de uma super-mega-babá televisiva com mil titulações e anos de experiência em domar ferinhas. Para a sorte dos que sofrem alguns percalços na tarefa de criar filhos felizes e bem resolvidos (embora não a ponto de se inscreverem em um reality show), há profissionais como a psicopedagoga Debora Corigliano para jogar luz sobre as questões mais delicadas dessa jornada.
Especialista em educação infantil pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Debora é autora do livro Orientando Pais, Educando Filhos (Editora Autores Associados), publicado no ano passado, e integra a equipe do portal Super Nanny (www.supernanny.com.br), com conteúdo sobre o universo infantil (e nenhuma relação com o programa de tevê homônimo). Também atua como conselheira educacional em escolas e presta atendimento domiciliar pelo projeto Pais e Filhos, criado por ela.
Metrópole - Criar um filho é algo extremamente complicado mesmo?
Debora Corigliano - Educar um filho é um ato de amor, com erros, acertos e muita intenção de que tudo dê certo. Complicamos quando ultrapassamos nossos limites, querendo buscar a todo instante a perfeição. Cobramos-nos e transferimos isso aos nossos filhos, gerando assim as frustrações, as intolerâncias e os grandes erros.
Muitos pais penam com a culpa por trabalhar demais. Aquela coisa do “tempo de qualidade” com os filhos procede?
Sim, é preferível você ficar duas horas por dia com seu filho, dando atenção, carinho e participando um da vida do outro, do que um dia inteiro com brigas, intolerância, cobranças e agressões.
As crianças tendem a disputar umas com as outras. Como ensiná-las a ser cordatas e a se defender sem encorajar agressões?
Os pais não podem estimular o filho a ceder sempre. Se a criança acabou de ganhar um presente de aniversário e o amiguinho quer brincar, a orientação será para que o presenteado brinque primeiro e depois, se quiser, empreste. Já em outra situação, vale investir no ato da troca de brinquedos, no saber esperar (“o próximo a brincar no balanço é você!”), e o mais importante, e também mais difícil, dependendo da idade, o brincar juntos com um único brinquedo. Esse exercício de convivência social só vai ser superado se praticado constantemente. Se a criança é agredida, a orientação é que ela saiba se defender e não revidar. Fale que quando o amigo vier pegar o brinquedo e ela não quiser emprestar, se afaste ou chame o adulto que está supervisionando. Já se seu filho for o agressor, incentive-o a pedir o brinquedo ao invés de arrancar da mão do amigo ou bater.
Como conciliar a educação de filhos com personalidades muito diferentes entre si? Tem que mudar o discurso?
Claro! Os pais devem sempre observar seus filhos nas mais diversas atividades. Saberão que para o tímido vale uma postura mais objetiva e discreta. Já para o agressivo, uma postura firme, porém acolhedora. Uma dica importante: nunca comparem seus filhos, mesmo os gêmeos. Cada criança tem seu tempo.
Defina o que é limite e diga quando e de que forma começar a aplicá-lo.
Em poucas palavras, limite é dizer “sim” com amor e “não” sem temor. Vejo muitos pais pensando que poderão traumatizar os filhos. Mas ao dizer “não”, eles estarão demonstrando amor, respeito, segurança. O limite é necessário para o desenvolvimento de qualquer pessoa. E desde muito cedo a criança precisa de parâmetros bem definidos para que possa crescer saudável e segura.
Vemos em programas de tevê crianças incontroláveis que foram “domadas” por uma profissional, aparentemente em pouco tempo. Como se opera essa “mágica” de transformar pestinhas em anjinhos?
O que realmente acontece é que nossos filhos percebem as brechas que deixamos no processo de educá-los. Eles nos testam e aprendem com facilidade a usar alguns artifícios, como choros e tapas. Uma mudança de atitude dos pais refletirá imediatamente nos filhos. Eu tenho um exemplo prático. Atendi pais que enfrentavam problemas de comportamento do filho de 5 anos e não sabiam mais o que fazer. Semanalmente, nos encontrávamos para que eu os orientasse sobre como lidar com o menino, que eu não conheci. Passados dois meses, o casal estava muito feliz com ele. Eu disse, então, que quem havia passado por mudanças para melhor eram eles, e que suas ações se refletiam no filho. Assim, é possível transformar pais desorientados em pais focados no processo e calmos na ação; com isso, os “pestinhas” viram crianças normais.
Então a culpa por esses comportamentos terríveis é sempre dos pais?
Os jovens pais de hoje não têm um padrão de educação a ser seguido. Não querem educar como foram educados, não querem traumatizar e acabam sendo permissivos demais. Carecem de orientação. Dão opções demais para seus filhos, quando eles precisam de decisões de um adulto para ter como exemplo, para se sentirem seguros.
A adolescência do filho é realmente a fase mais complicada do trabalho de ser pai?
Na primeira infância, plantamos todas as sementes. Até os 7 anos se forma a personalidade. Já na adolescência, colhemos. Isso não nos redime de uma fase conflituosa, que é normal. Mas se iniciamos esse processo numa base familiar sólida, passaremos por ela com mais tranquilidade.
O que a senhora pensa sobre castigos físicos? Qual a melhor forma de punir?
Quando você bate no seu filho por algo errado que ele tenha feito, está ensinando-o a solucionar um problema com a agressão. Por isso, bater não resolve. Há algo que ajuda muito, o famoso “combinado”. Tudo o que combinamos com nossos filhos, podemos cobrar. Por exemplo, antes de entregar a caixa de brinquedos, diga “eu deixo você brincar, bagunçar tudo, mas quando você acabar, terá que recolher, combinado? Caso isso não aconteça, na próxima vez vamos reduzir a quantidade de brinquedos até que você consiga guardá-los”. Lembre-se que a punição, seja para qual idade for, deve sempre ser relacionada ao fato em si. Sujou, deve limpar, e não ficar sem videogame. O significado das regras e dos combinados deve ser claro. Regras são imutáveis: se transgredidas, implicarão em punições. Já os combinados são mutáveis, dependendo da situação.
Como trabalhar a sexualidade infantil?
Sempre a verdade é mais fácil de lidar. Se seu filho pergunta por que ele tem “pipi” e a amiga não, responda que as pessoas possuem muitas diferenças, como cor dos cabelos, peso, altura, e que ele, por ser menino, tem pênis, e a amiga dele, ou a própria mãe, tem vagina. O importante é que as respostas sejam curtas e objetivas.
A pedofilia é uma praga que assusta os pais. Como ensinar as crianças a se defenderem?
O importante é que elas saibam que suas partes íntimas devem ser preservadas, por serem delicadas, e que pessoas estranhas não podem ficar vendo ou colocando a mão, e se caso isso acontecer, é fundamental que ela reporte aos pais. Um dos sinais de que a criança está sofrendo abuso sexual é a mudança de comportamento repentina, principalmente no contato físico, como abraço, carinho, beijo. Se houver constrangimento nessa ação que antes era normal, fique alerta e procure investigar.
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