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sábado, 3 de julho de 2010

A relação de afeto como meio para o sucesso escolar.

Começo este texto citando uma frase de Rubens Alves que descreve a diferença do afeto na carreira do professor / educador: “Professores, há aos milhares. Mas professor é profissão, não é algo que se define por dentro, por amor. Educador, ao contrário, não é profissão; é vocação. E toda vocação nasce de um grande amor, de uma grande esperança.”
Quando éramos alunos nos identificávamos com alguns professores, de alguns gostávamos mais, de outros nem tanto e conseqüentemente nosso rendimento escolar também seguia a mesma linha. Conseguíamos boas notas nas matérias com as quais tínhamos um relacionamento afetivo com o professor.
Hoje em dia, apesar dos avanços tecnológicos, da figura passiva do professor dentro da sala de aula em comparação a vida globalizada que o aluno tem acesso, a afetividade deve ocupar um espaço importante. Estratégias diferenciadas dentro de sala de aula ajudam muito a prender a atenção do aluno, diversificando a aula e mantendo a turma “ligada” na proposta pedagógica. Porém se não houver a afetividade em cada atividade, o objetivo não é atendido.
Quando me refiro à afetividade, não quero dizer que o educador bonzinho, permissivo, legal e amigo é o melhor, longe disto. A relação de afetividade que o educador deve manter com seus alunos permeia o respeito mutuo, o diálogo, a troca de experiências, a capacidade de perceber a individualidade de cada aluno e a competência pedagógica. Esses fatores transformam o profissional da educação em um educador que além de conseguir seus objetivos pedagógicos, forma amigos ao longo do ano letivo e fortalece esse relacionamento e a experiência que isso lhe proporciona. Estudos têm demonstrado a importância do afeto como mecanismo para aquisição do saber. Comprovadamente, ele ajuda a nossa cognição, sendo em grande parte responsável pelo sucesso do aluno na escola.

Mas você pode me perguntar: Como conseguir isso em uma classe totalmente heterogênea, com alunos em idades e momentos sociais diferentes, sem interesse nenhum em estar na sala de aula? Eu arriscaria dizer... Dê o primeiro passo. Comece algo novo dentro desta turma. Ninguém rejeita atenção. Alunos têm por si só uma carência intrínseca em aprender, em ser diferente, em ter sucesso, seja ele por quais meios e nós educadores temos essa capacidade de supri-los, alguns o fazem por meio de autoritarismo, obrigatoriedade. Porque não tentar de outra forma, com afetividade, com “olho no olho”, com dedicação e amor. Não é tarefa simples, mas ser educador não é fácil. E se escolhemos este caminho, é porque sabemos que encontraremos flores e pedras. Temos a habilidade de transformar as pedras em flores, cabe a nós darmos o primeiro passo. Através de uma aproximação afável, utilizando a mesma linguagem que nossos alunos usam e despertando o interesse pelo que é proposto, a aula será prazerosa para ambos.
Temos que ter sim, uma preocupação com a homogeneização da turma, mas lembrando sempre do respeito que devemos a cada aluno como ser único.
Uma relação social saudável se faz de momentos únicos. Educador faça valer este título. Motive-se a começar um projeto de afetividade dentro da sala de aula. Você tem essa competência. O resultado certamente será positivo, alunos interessados, relacionamento tranqüilo, objetivos alcançados. Mas repito isso não se dá do dia para a noite, exige paciência, perseverança, reciprocidade e muita força de vontade.

Vale a pena tentar! Boa sorte.

sábado, 17 de abril de 2010

Acontecendo !

Novos desafios me motivam a continuar meu trabalho, e  isso está acontecendo  agora e me deixando muito feliz!
Nesse final de semana sairá na revista Metrópole, uma entrevista   onde abordo muitos temas atuais pertinentes a orientação dos pais no processo da educação de seus filhos. Vale conferir!
Ontem, fiz uma palestra dentro do meu projeto: Chave Mestra,  para mais de 80 educadores de rede  municipal  com o foco na motivação. Foi uma troca de experiências muito significativa. Na segunda ( 19) farei uma palestra para pais  falando do exemplo na vida dos nossos filhos. Algo interessante para  reflexão.
Terça feira(20)  , estarei na TV Sec. 21 , falando sobre o medo na infância! 
Em maio na revista  Projetos Educacionais da Editora On line , que colaboro há mais de 2 anos, inicio um projeto com a participação  ativa dos leitores. Esse primeiro  tema será : Reunião de Pais.  Para os educadores , o desafio da reunião de pais é algo significativo dentro do processo educacional.
Boa leitura !
Um abraço

sábado, 7 de novembro de 2009

nas bancas....

Neste mês ,na revista Projetos Escolares da Editora  On Line, eu falo sobre a integração escola e família.
Esse assunto é muito abordado por ambas as partes. Pais que reclamam que a escola não oferece um espaço para uma participação mais ativa e escolas que promovem eventos e reuniões  a espera dos  pais, que comparecem em sua minoria. Quem sai perdendo é o aluno , que fica no meio desse turbilhão.
Escola e família precisam participar juntas deste contexto. Por esse motivo,  pais e educadores estão convidados a  saborear uma boa leitura sobre este tema na edição 43 desta revista.
Boa leitura.
Um abraço !