sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Com o tempo, passei a postar mais no canal do Youtube do que no Blog.
Em breve novos artigos!
Mas , aproveite e vá até o canal  , se inscreva e compartilhe!
Um abraço
https://www.youtube.com/channel/UCrnDOtS8TeIHoRpBXxT7tTg?view_as=subscriber

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

A escolha da primeira escola.



A escolha da primeira escola é muito importante. Muitas decisões e adaptações.
Chegou a hora de decidir. Este vídeo ajudará na escolha mais adequada.
Boa sorte !

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Castigo ou ajuda ? O que seu filho precisa !

Assista  e curta e vídeo e não deixe de se inscrever no meu canal !

segunda-feira, 11 de julho de 2016

A psicopedagogia e a orientação familiar - Izabela Moreira Alves




Hoje, mesmo em férias da faculdade, comecei a ler alguns trabalhos que dei para minhas alunas do curso de Psicopedagogia . O primeiro trabalho que li , me surpreendeu e trago aqui este belíssimo texto da aluna Izabela Moreira Alves. 
A proposta do trabalho foi essa : Depois de estudarmos a função da aprendizagem, os princípios psicopedagógicos, os sintomas da não aprendizagem e lermos este interessante artigo, chegou sua vez de escrever, de opinar sobre as condutas da aprendizagem nos contextos, família e escola. Bom trabalho!
Segunda-feira, são seis horas da manhã e é hora de acordar o Pedro para ir à escola. Hoje, ele tem dentista antes da natação e depois da natação tem lição de casa. Amanhã e quinta tem inglês, porque sabe como é né? O inglês da escola não é suficiente e hoje em dia o inglês só não basta, estou pensando em aulas de espanhol também, quem sabe? Além disso, ele faz judô, faz circo e a escola está oferecendo teatro agora. Pedro é tímido, acho que o teatro pode ajuda-lo nisso.
“- Larga esse tablet e vem jantar!” – ou vem com o tablet mesmo, assim não faz tanta birra pra comer os brócolis que tem na salada. Antes de dormir tenho que ajudar o Pedro com a lição de casa, a professora reclamou que as lições estão incompletas e, além disso, as notas dele estão caindo em matemática. Já marquei aula particular pra quarta, antes da prova.
Fui chamada na escola pra conversar sobre o comportamento do Pedro. Parece que ele anda sem interesse e desatento nas aulas. A professora se queixou que ele também está um pouco arredio e até violento com os colegas. Reparei isso em casa também. Agora ele diz que quer largar o judô! Não entendo, ele gostava tanto... A professora orientou que eu o levasse a uma psicopedagoga, mas pra essa semana não dá, vai ter que ser na próxima terça!
Esse é o cotidiano do Pedro, da Carol, do Ivan, da Gabriela, do Matheus e de outras crianças que enfrentam, desde cedo, uma rotina excessiva de atividades extracurriculares e de cobrança. É claro que os pais pensam ser esse o melhor para os seus filhos, mas e as crianças? Será que estão prontas para enfrentar esse ritmo acelerado de estudo? Será que realmente precisam ser boas em todas as áreas e ter contato com diversas línguas e esportes o quanto antes? Mesmo aqueles que não são de seu interesse?
O tempo corre para os pais, o tempo corre para a escola. O ranking de notas e o sucesso escolar ditam o tempo e o conhecimento que deve ser priorizado. As crianças se apressam, as crianças ficam ansiosas, as crianças não mais percebem a borboleta que passou por elas, as crianças possuem dificuldades em aprender. Elas têm dificuldade em aprender no tempo da escola, no tempo que a sociedade exige e agora no tempo delas mesmas.
O artigo discutido por Elisa Pitombo[1] e as questões apresentadas em aula sobre os princípios pedagógicos e a não aprendizagem me fazem refletir sobre a infância que proporcionamos às nossas crianças e a qualidade de vida que elas estão tendo. Os pais almejam que seus filhos sejam os melhores da escola, isso expressa um status social privilegiado. A escola aprecia o bom desempenho do aluno, isso diz que sua prática pedagógica é eficiente. E o aluno espera ter sucesso em seus estudos, pois isso é valor para ele, isso diz que ele está “enquadrado”, que ele está dentro do que é esperado. Só que sabemos que as pessoas aprendem em tempos e de jeitos diferentes. Sabemos, através de teóricos e na prática que não é possível fazer todo mundo aprender a mesma matéria do mesmo jeito. Mas a escola segue a cobrança social do sucesso, os pais acreditam que as boas notas do filho significa a qualidade do aprendizado e os filhos, por sua vez, são reflexos das cobranças e expectativas que atribuímos a eles.
Em 2009 foi lançado nos Estados Unidos o documentário Race to Nowhere (corrida para lugar nenhum) que traz relatos de crianças e adolescentes que sofrem a pressão pelo sucesso escolar. São histórias de alunos que desenvolveram doenças psicossomáticas, que se envolveram com drogas e abandonaram cursos por conta do excesso de pressão que sofreram. No filme, relata até o caso extremo da menina de 13 anos que se suicidou após ter “fracassado” em um teste de matemática.
Acredito que este filme vai ao encontro com o que foi discutido no artigo e com as características de não aprendizagem das crianças, como abandono, desinteresse, desatenção, dentre outros. Neste caso, a não aprendizagem está relacionada a um processo de aprendizado esperado por uma sociedade em específico, a sociedade da competitividade, do mercado de trabalho, da produção. O “sucesso escolar”, por sua vez, segue a mesma lógica. Têm sucesso a criança que tira boa nota, mesmo sendo copista, não sendo crítica e pouco criativa.
Dessa forma, acredito que enquanto psicopedagoga em formação tenho que ter o conhecimento das diversas concepções pedagógicas existentes e dos vários princípios psicopedagógicos que guiam o processo de aprendizagem, para conseguir identificar a dificuldade da criança e discernir se essa dificuldade é proveniente do seu processo de aprendizado ou da exigência da escola e dos pais. Dessa forma, preciso respaldar-me teoricamente para saber orientar os pais sobre a qualidade de tempo com seus filhos e a escola sobre como proporcionar momentos de aprendizagem que sejam prazerosos e significativos para a criança. A minha opinião, portanto, é que a partir da psicopedagogia consigamos trazer um olhar mais humano para o aprendizado de nossas crianças.








[1] Não encontrei as referências do texto, como o ano em que foi escrito.

domingo, 5 de junho de 2016

Você sabe realmente esperar?



Espera é uma palavra que a nova geração desconhece. Digo, pois constato isto diariamente em todos os lugares. Nas escolas, nos lares, nas empresas, por onde vou observo que todos, até mesmos os mais velhos que sabiam o que era esperar, hoje não mais possuem esta prática.  Vou exemplificar.
As crianças de hoje não sabem esperar, porque simplesmente não esperam óbvio, real e desanimador.
Na clínica onde atendo como psicopedagoga tem uma pediatra, e quem tem filhos sabe como é uma sala de espera (o nome já diz tudo, sala onde as pessoas esperam!) de pediatra, repleta de crianças. Percebo que as crianças que estão ali esperando, não o fazem, porque estão o tempo todo entretidas, muitas com os celulares dos pais, outras com os próprios celulares ou os tablets e para aquelas que não possuem eletrônicos a clínica oferece um espaço cheio de brinquedos que ocuparão seu tempo durante a espera.  Mudando o cenário, em um restaurante, as crianças também ficam sujeitas aos eletrônicos ao invés de esperar. Tudo hoje parece ter que ser imediato, um vídeo, quando recebemos pelo whatsapp de 2 minutos parece ser eterno. Até as datas comemorativas estão sendo adiantadas, pois ninguém pode esperar, mal acaba o carnaval e já damos os ovos de páscoa para crianças, pois para quê esperar?
Saber esperar desenvolve no ser humano muitas habilidades. A criança que sabe esperar não é ansiosa, não é birrenta e é muito mais calma. Outro dia eu li um artigo que falava que as crianças de antigamente sabiam esperar, pois as famílias eram mais numerosas, e os filhos precisam esperar pera serem  servidos, para tomarem banho, para vestir-se etc. Até a televisão, sem essa imensidão de canais e programas, nos obrigava a esperar durante o comercial para continuar a  assistir.
Precisamos oferecer oportunidades para que nossos filhos aprendam simplesmente a esperar, hoje vemos meditação para crianças, por quê? Para que elas aprendam a esperar.  Oferecemos entretenimento o tempo todo para as crianças, para mantê-las ocupada e com isso temos menos trabalho. Mas quem falou que ter filho não é trabalhoso?  A espera nos torna criativo, observador. O ócio desenvolve, faz com que a criança perceba tudo ao seu redor e não se restrinja a uma tela de 10 polegadas.
Enquanto esperamos podemos conversar, podemos olhar ao redor, podemos simplesmente não fazer nada.  Vamos esperar um pouco mais? Está é a proposta.


terça-feira, 27 de outubro de 2015

A importância da educação infantil... Do início ao fim!



Nenhuma instituição de ensino é 100% perfeita. A escolha de uma escola, principalmente a primeira escola, é uma tarefa difícil e muito importante.  Optar por uma escola específica para a faixa etária de seu filho como berçário ou educação infantil pode trazer alguns benefícios significativos para o desenvolvimento emocional, social e cognitivo.  
Na instituição de ensino onde o foco está totalmente no acolhimento de crianças da educação infantil, vemos toda a escola, corpo diretivo, professores, coordenadores e demais funcionários trabalhando em prol somente deste grupo de alunos. 
Quando uma escola de educação infantil se especializa no que tem a oferecer, a qualidade destaca-se e quem se beneficia é o aluno e seus pais. Toda a estrutura física é adaptada para esta faixa etária, proporcionando mais segurança e acolhimento. As turmas são mais reduzidas, fazendo com que o professor conheça melhor seus alunos e suas famílias. Os vínculos entre os alunos e seus pais acabam por serem fortalecidos e perduram por muito tempo. O planejamento educacional também é focado para este grupo, disponibilizando ao professor muito mais poder de ação e parceria com direção e coordenação. O importante é que a parceria escola família seja sempre fortalecida e que trabalhem juntos em prol dos alunos. 
É muito importante que a criança crie uma identidade dentro do contexto escolar. Para isso ela precisa construir um vínculo com a escola, seus funcionários e os amigos. Isso se dá ao longo de alguns anos e por esse motivo a permanência na mesma escola se faz necessária.  Com o passar dos anos a criança sente-se segura e com autonomia no ambiente escolar. Cursar até o último ano da educação infantil na mesma escola, fará com que ela vivencie o final de uma fase, conclua seu primeiro ciclo da vida acadêmica, além de sentir a responsabilidade de fazer parte do grupo dos mais " velhos" da escola. Isso traz para a criança a noção de responsabilidade e exemplo. Sem contar o desenvolvimento emocional que se fortalece para a nova etapa que estar por vir.  Para os pais, o ganho está no vínculo estabelecido com a escola, à confiança no trabalho e a certeza de que seu filho jamais será apenas um número e sim uma criança com o histórico de 5 anos dentro da instituição.
A educação infantil irá prepara-lo para o ensino fundamental, interromper esta fase implica em permitir que a criança passe por mais uma adaptação desnecessária, pois geralmente o ambiente da educação infantil é diferente do ambiente do ensino fundamental. Além disso, os vínculos serão outros e geralmente a criança não está amadurecida para tantas mudanças.
A educação infantil é o verdadeiro alicerce da aprendizagem, concluir esta fase é prepara-la para as descobertas futuras.



domingo, 8 de março de 2015

Castigo ou ajuda! O que seu filho precisa?


No meu trabalho, tenho a oportunidade de lidar com mães, pais e filhos. Com isso tenho a rica oportunidade de sempre olhar os vários lados que a mesma situação apresenta.  Digo isto, pois tenho refletido muito sobre uma fala constante de pais e mães, quando se referem ao castigo.
Muitos pais focam suas ações em primeiro lugar ao ato de castigar, sem sequer pensar na hipótese de ajudar.  Posso citar alguns exemplos... dentre tantos : Se a criança  não faz a lição de casa ou vai mal nas provas, a primeira reação é tirar o tablet, celular, game e computador, como se essa ação o fizesse amar estudar e a cumprir seus deveres escolares.  Recebo depoimentos de muitas mães que afirmam ter esta ação e que também percebem que nada muda, pois a criança volta a tirar notas baixas e a não fazer a lição de casa, mesmo tendo passado dias sem o tablet.
Percebo também que existe uma sensação de fazer a criança sofrer, pois a primeira hipótese é tirar justamente o que ela mais gosta: o jogo no tablet, o bate papo com os amigos no celular, o vídeo game, o desenho predileto, brincar com os amigos, entre tantas outras estratégias de castigo e sofrimento.  Opa, mas espera um pouco, todos estes benefícios não foram dados antes, livremente, sem restrições ou combinados?  A criança até 5 minutos antes de trazer o boletim escolar, podia ficar horas brincando no tablet... sem restrição nenhuma, podia jogar game até tarde... Podia ficar brincando com os amigos sem nenhum limite de horário... mas agora que as notas chegaram  tudo mudou!   
Mas como agir nesta situação, permitir que ela continue a fazer tudo isto e as notas vão continuar vindo baixas?
Primeiro vamos pensar juntos, se ela não estuda porque fica na TV, tablet , celular ou game , temos que ter uma ação preventiva.  Nós pais temos que organizar a vida de nosso filho, com uma rotina saudável que contemple o horário de brincar, estudar, descansar entre tantas outras atividades.  Podemos também fazer combinados, como por exemplo: - Você pode ficar com seu tablet, mas só terá acesso a ele, depois que fizer a lição de casa e estudar para prova.
Muitos pais usam destes objetos eletrônicos para ocupar o filho. Com isso a criança acaba por criar uma necessidade de sempre ter algo que a ocupe... e justamente na hora de estudar a mãe  pede para que ele o faça sozinho. Mas até agora o tempo todo ele teve algo para entretê-lo, uma TV, um celular, um amigo, um brinquedo e o tablet... e na hora do estudo  ele tem que ficar sozinho no quarto?   
Às vezes seu filho precisa muito mais de ajuda para aprender a estudar, aprender a organizar seus horários, aprender a fazer a lição de casa, aprender a guardar os brinquedos e até mesmo a brincar do que ser castigado.  O castigo em grande parte, não resolve... E vejo que cada vez mais esta tem sido a única estratégia para se resolver os conflitos com os filhos...

Seu filho tem que estudar tirar notas boas, respeitar os outros, cumprir com os combinados, não para conseguir o tablet de volta, mas por entender que estes são valores importantes que o ajudarão por toda a vida, que o estudo é importante assim como o respeito às regras de sua casa. Se ele não entender estes valores, o tablet e os outros eletrônicos poderão ser retirados e devolvidos sempre... e nada mudará!

Que tal se começássemos a ajudá- los antes de castigá-los, se trocássemos a raiva pela paciência, à ameaça pelo carinho e a punição pela atenção!   Pense nisto! 
Precisa de ajuda ?  Entre em contato ! 

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Palestra no Colégio Ave Maria - Campinas

Nosso filho cresceu… E agora?

Com a presença de quase 100 famílias, palestra discutiu o relacionamento entre pais e filhos na adolescência.
Na noite da última quarta-feira (11/02) o colégio teve o prazer de receber em seu teatro pais, alunos e professores para a palestra da psicopedagoga Debora Corigliano. Intitulada “Meu filho cresceu, e agora?”, a palestra falou sobre o início da adolescência e da relação familiar e escolar, nesta nova fase da vida.
Debora destacou que existem quatro formas básicas através das quais os pais costumam lidar com seus filhos: eles podem ser firmes, manipuladores, passivos ou agressivos. No entanto, para a psicopedagoga, apenas uma delas realmente funciona. “Precisamos sempre agir com firmeza e sermos positivos para com os nossos filhos“, destaca a palestrante.
Respondendo a pergunta “Como educar nos dias de hoje?”, Debora destaca quatro aspectos que devem ser palestra-debora01privilegiados pelos pais. Os trechos abaixo destacam as propostas da palestrante:
  • Sejam Exemplo: Como pais , somos exemplos em tudo o que fazemos. Atenção em suas atitudes!
  • Trate com Respeito: Respeite seu filho, sua forma de agir, seus pensamentos e suas ideias. Quando o respeito é mutuo a relação torna-se mais harmoniosa e feliz!
  • Valorize o Diálogo: Transforme questionamentos extensos em fontes de diálogo. Pratique a conversa franca e sincera com seu filho. Deixe-o falar, contar suas experiências, participar da conversa em família. Proporcione momentos de conversa com seu filho.
  • Pare para Observar: Observe seu filho em tudo aquilo que ele faz. Desta forma você passa a perceber todas as mudanças que ocorrem com ele e o ajuda ao invés de somente criticar.

O adolescente e a escola

Durante a palestra, Debora Corigliano, apresentou, ainda, uma série de propostas sobre como lidar com os problemas típicos da vida escola do adolescente, principalmente em relação ao cumprimento de tarefas escolares e da construção de um ambiente de estudo adequado. Para a psicopedagoga, “a maioria dos adolescentes não precisa de ajuda para fazer coisas que sejam do interesse deles, como jogar, comprar ou sair com amigos“. Ao mesmo tempo, ela lembra que “quando se trata de fazer a lição de casa, um empurrão pode fazer a diferença entre um zero e um dez no boletim“.
“Esteja sempre disponível para seu filho, ele precisa muito de você nesta fase“, finalizou.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

O LAÇO E O ABRAÇO


Mário Quintana

Meu Deus! Como é engraçado!

Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... uma fita dando voltas. Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o
laço. É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço. É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço. E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando... devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.



Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.

E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.

Ah! Então, é assim o amor, a amizade.

Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita. Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.

E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços. E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço. Então o amor e a amizade são isso...

Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.

Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!
Meu desejo para 2015....muitos laços e abraços  para todos!!!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

O tigre, o menino e a consequência.


Assistindo algumas entrevistas sobre o episódio do menino de 11 anos que teve o braço dilacerado por um tigre, em um zoológico no Paraná, fiz algumas reflexões sobre o que está acontecendo conosco!
Estamos vivendo tudo muito rapidamente, tudo é fast. A comida é fast, o brinquedo é fast, a vida é fast e a satisfação também tem que ser fast. Quando uma criança perde em um jogo de vídeo game é só aguardar um momento ou reiniciar que a vida surge novamente. Com isso a realidade fica totalmente distante e esquecemos de transmitir aos nossos filhos um item importantíssimo: a consequência.
No dicionário consequência é fato ou acontecimento que segue ou é resultado de outro;  correspondência lógica entre a conduta de uma pessoa e os princípios que professa.
Percebendo esta situação consigo definir que faltou ao pai ensinar a si próprio e ao filho o que é consequência.
Muitos pais são permissivos, acreditando que desta forma tudo fica mais fácil. Puro engano.  Um pai que vê seu filho ignorar sua orientação e em seguida não acatar uma regra da instituição, neste caso o zoológico, não parou em nenhum momento para pensar, justamente nas consequências que isto poderia acarretar.  
Como pai eu posso ser permissivo, mas existe uma regra e ser respeitada, uma lei e a mesma foi totalmente ignorada. Não falo apenas deste episódio, falo de tantos pais, que permissivos, em busca de afeto, deixam seus filhos ignorarem as regras porque fica mais fácil.
Em uma das entrevistas, li que deveria haver um guarda ali, cuidando para que a regra fosse cumprida. Quando educamos nossos filhos, queremos que eles hajam educadamente, principalmente quando não tem ninguém supervisionando. Isso sim é sinal de que a educação foi válida e que a criança entende o que é consequência.
Se precisarmos a todo instante vigiarmos nosso filhos, para que as regras sejam cumpridas, para que haja obediência e respeito, a educação não existe , dando espaço para o medo e a falta de respeito.  E foi justamente isto o que aconteceu, uma forma displicente de não perceber a consequência e muito menos de saber lidar com ela.
E você? Já conversou com seu filho sobre o que é consequência?



terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Você inspira confiança?

Este  texto é de autoria de  Flavio Lettieri. Gostei  muito  e pensei   como pais,que  somos.....inspiramos confiança aos  nossos  filhos? 
Boa leitura!
Confiança é a base de qualquer relacionamento saudável.
É um atributo essencial e indispensável para a liderança.
É a premissa básica para quem trabalha com vendas, em qualquer área.
Confiança é, sem dúvida, algo indispensável para o sucesso, no sentido mais amplo da palavra.
Mas, o que torna alguém confiável? O que gera a confiança nas pessoas?
Segundo Stephen Covey, em seu livro “A velocidade da confiança”, ser confiável é algo que envolve dois parâmetros bem claros e absolutamente complementares: Caráter e Competência.
O Caráter é a combinação de dois fatores, a “Intenção”, ou seja, os valores e propósitos de alguém a realizar algo, e a “Integridade”, ou seja, a capacidade que essa pessoa tem de agir de acordo com esses propósitos. A capacidade de sustentar esses propósitos em situações de crises ou conflitos. A coerência entre aquilo que fala e aquilo que faz. A coragem para agir ou falar quando a situação é difícil.
A Competência de alguém, por sua vez, também é indicada por dois fatores, a “Capacitação”, definida como o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes dessa pessoa e o seu “Resultado” que é o conjunto de conquistas que indicam o esforço e a competência do indivíduo.
Por serem complementares, esses dois parâmetros, Caráter e Competência, só promovem a percepção da confiança quando estão juntos.
Em outras palavras, as pessoas só confiam em pessoas que demonstrem tanto um quanto o outro valor.
Assim, se alguém quer inspirar confiança não adianta ter um bom caráter e ser um incompetente e também não adianta ser competente, mas mau caráter.
Vale lembrar que a percepção da confiança é um processo dinâmico, de maneira que a confiança vai sendo construída ou pode ser quebrada de acordo com as interações entre as pessoas.
Quando convivemos regularmente com alguém temos condição de avaliar (e de sermos avaliados) com mais propriedade o quanto aquela pessoa que se relaciona conosco é ou não confiável.
O mesmo já não ocorre nos primeiros contatos, onde, por vezes, temos menos de dois minutos para inspirar a confiança nos outros.
Saber como, nesses dois minutos, transmitir a percepção de que somos confiáveis invariavelmente é a chave para o sucesso de qualquer relacionamento.
Saber como fazer com que o outro perceba a nossa intenção, a nossa integridade, a nossa capacitação e o nosso resultado nesses dois minutos é a chave que vai manter a porta aberta para um bom relacionamento.
Por isso, esse é um dos pontos que sempre trabalho em minhas sessões de Coaching e especialmente em meus treinamentos para times de vendas.
Gosto de fazer pequenas provocações com perguntas que, se bem respondidas, trazem mudanças bastante significativas…
O que exatamente na percepção do outro faz você parecer confiável?
Como deve ser a sua apresentação pessoal para que o outro confie em você?
Dentro do seu negócio, qual a melhor abordagem para que o cliente perceba a sua intenção e reconheça a nobreza de seus valores?
Como se comunicar com coerência e congruência para que o seu cliente perceba a sua integridade, ou seja, a conexão entre aquilo que você promete e aquilo que você entrega?
Ser merecedor da confiança dos outros é, sem dúvida, uma conquista individual, fundamentada em um processo contínuo onde cada um de nós busca diariamente tornar-se um ser humano cada vez melhor, isso é fortalecer o caráter, e tornar-se uma pessoa cada vez mais competente.
É preciso ser confiável. E isso é indiscutível!
Mas, vale lembrar que, para que você tenha relações saudáveis, não basta ser confiável, é preciso que os outros também te percebam como alguém confiável.
Então, o que você pode fazer de diferente para que as pessoas confiem ainda mais em você?
Quais as pequenas mudanças que você pode fazer agora e que trarão uma percepção ainda mais positiva dos outros sobre o seu caráter e a sua competência?
Um forte e carinhoso abraço.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Simplificando a vida!!!

Vivemos em busca de simplificar a vida para termos mais tempo. Tudo tem que ser rápido prático e seguro. Porém em se tratando da educação de nossos filhos,muitas vezes dificultamos, complicamos e até nos perdemos na forma de agir e pensar. Digo isto, pois recentemente fui convidada a participar de um programa de rádio, cujo tema     focava a educação dos filhos nos primeiros dias de vida.
Pois bem, pensei muito sobre o que falaria. Gosto muito de citar exemplos e começo aqui, contanto um relato de uma mãe que após a licença maternidade, procurou um berçário para levar sua filha, já com 7 meses.  O berçário a acolheu muito bem, o problema foi que está mãe, havia acostumado sua filha a dormir sempre sugando seu seio. Bastava  colocar  a menina  no  seio,mesmo  sem fome,para que  ela  em poucos  minutos  dormisse calma  e tranqüila.   Quando a menina precisou ficar o dia todo no berçário para que a mãe pudesse trabalhar, o caus se instalou.  Não havia nada que a berçarista fizesse para acalmar esta criança.  Ela não pegava a chupeta e mesmo mamando na mamadeira não conseguia dormir. O máximo que ela fazia era dormir 10minutos pelo choro e cansaço, mas depois acordava agitada e voltava ao estado de sofrimento.
Agora vamos refletir juntos, a educação nos primeiros dias se faz necessária para que mãe e filho não sofram posteriormente. Deveria ser muito prazerosa esta situação de sugar o seio para que a menina pudesse dormir, mas isto acabou custando muito caro emocionalmente para ambas. Neste ponto vale ressaltar que devemos prestar atenção nas nossas ações desde os primeiros dias de vida de nossos filhos.
Uma vez eu estava participando de um bate papo com mães de 1ª viagem, falando justamente sobre este assunto e uma delas comentou que desde o dia que o filho passou a mamar na mamadeira, ela sempre preparava a mesma com a água em temperatura ambiente.  Nunca esquentou a água para prepará-la. Ela  disse que  seu  filho  não  conhecia   a   mamadeira  quente  ou  fria. Que passaria a gostar da primeira que ela ofereceria e optou por prepará-la com água na temperatura natural. Com  isso ela  evitou  muitos  conflitos   e ele  até hoje  toma  leite  sem   esquentar  e  sem maiores  problemas.
Esses dois exemplos nos faz refletir sobre a ação dos pais, desde os primeiros dias de vida dos filhos.
Poderia relatar muitas histórias que surgiram nos primeiros dias da vida de muitas crianças e pais.   Uma criança que só dorme se for ninada no carro numa rua de paralelepípedo, outra que só se acalma se estiver segurando a camisola de seda da mãe (que não pode ser outra e nem lavada) entre outras...
Temos que pensar que esses bebês chegam como uma folha em branco, sem nenhuma mania ou costume e os pais é que apresentam estas condutas aos mesmos.

Pense o que você pode fazer de positivo, de tranqüilo e normal..... Essa ação com certeza facilitará a sua vida e a do seu filho! 
Boa Sorte!


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Uma janela para a vida!

 Eu li isto  hoje  no blog de um  amigo  e copiei na íntegra ,com a devida  autorização ...Uma excelente leitura!!!
O mundo está apressado. Nós estamos apressados.
Tão apressados que sequer temos tempo de perceber que já não temos mais tempo para nós mesmos.
Estamos apenas correndo e, muitas vezes, sem sabermos bem para onde estamos indo ou aonde queremos chegar.
E para refletir sobre o tema, compartilho nesse post um texto muito legal que recebi. Infelizmente não sei o autor para dar o justo e merecido crédito, mas deixo o meu sincero reconhecimento por esse belo trabalho que segue adiante.
“Eu era criança quando, pela primeira vez, entrei em um avião. A ansiedade de voar era enorme…
Eu queria, de qualquer jeito, sentar-me junto à janela e acompanhar o voo desde o primeiro momento.
Queria sentir o avião correndo na pista cada vez mais rápido até a decolagem.
Ao olhar pela janela, via, sem palavras, o avião rompendo as nuvens, chegando ao céu azul. Tudo era novidade e fantasia.
Cresci, terminei a faculdade e comecei a trabalhar.
No meu trabalho, desde o início, voar sempre foi uma necessidade constante.
As reuniões em outras cidades e a correria me obrigavam, às vezes, a estar em dois lugares num mesmo dia.
No início pedia sempre poltronas ao lado da janela, e, ainda com olhos de menino, fitava as nuvens, curtia a viagem, e nem me incomodava de esperar um pouco mais para sair do avião, pegar a bagagem, coisa e tal…
O tempo foi passando, a correria aumentando, e eu já não fazia mais questão de me sentar à janela, nem mesmo de ver as nuvens, o sol, as cidades abaixo, o mar ou qualquer paisagem que fosse.
Perdi o encanto.
Pensava apenas em chegar e sair. Acomodar-me rápido e sair rápido.
As poltronas do corredor agora eram uma exigência. Mais fáceis para sair, sem ter que esperar ninguém.
E eu sempre preocupado com a hora, com o compromisso, com tudo, menos com a viagem, com a paisagem, comigo mesmo.
Mas, por um desses maravilhosos ‘acasos’ do destino, estava eu louco para voltar de São Paulo numa tarde chuvosa, precisando chegar em Curitiba o mais rápido possível.
O avião estava lotado e o único lugar disponível era uma janela, na última poltrona.
Sem pensar, concordei de imediato. Peguei meu bilhete e fui para o embarque.
Embarquei no avião e me acomodei na poltrona indicada: a janela.
Janela que há muito eu não via, ou melhor, pela qual já não me preocupava em olhar.
E, num rompante, assim que o avião decolou, lembrei-me da primeira vez que voara.
Senti novamente e estranhamente aquela ansiedade, aquele frio na barriga.
Olhava o avião rompendo as nuvens escuras até que, tendo passado pela chuva, apareceu o céu.
Era de um azul tão lindo. Como eu jamais tinha visto.
E também o sol, que brilhava como se tivesse acabado de nascer.
Naquele instante, em que voltei a ser criança, percebi que estava deixando de viver um pouco a cada viagem em que eu desprezava aquela vista.
E pensei comigo mesmo se em relação às outras coisas da minha vida eu também não havia deixado de me sentar à janela.
Será que eu tinha deixado de olhar pela janela da minha família, das minhas amizades, do meu trabalho e do meu convívio pessoal?
Concluí que, aos poucos e sem perceber, deixamos de olhar pela janela de nossas vidas.
Percebi que a vida também é uma viagem e, se não nos sentarmos à janela, perdemos o que há de melhor.
As paisagens são nossos amores, alegrias, tristezas, enfim, tudo o que realmente nos mantém vivos.
Por isso, decidi não mais andar pelos corredores.
Quero estar sempre bem próximo da janela para não perder nenhum detalhe”.
Um carinhoso abraço.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Um rótulo para uma vida inteira !


Luciana era uma jovem mãe de duas meninas: Alice com 7 anos e Natália com 12 anos. Como muitas mães atuais, Luciana trabalha fora o dia inteiro, divide algumas obrigações domésticas com seu marido Eduardo que também trabalha muito e quase sempre até tarde da noite.
Ambos, Luciana e Eduardo sonharam em ter uma família perfeita, filhos lindos e educados, casa linda e sempre arrumada, os dois dispostos e saudáveis, freqüentando academias, fazendo cursos periodicamente para se aperfeiçoarem profissionalmente e felizes para sempre.  Mas a doce realidade não é assim.
As filhas brigam muito, pois são diferentes. Alice é uma menina calma, doce, organizada e vai muito bem na escola, já a Natália é uma adolescente desorganizada, agitada, falante, questionadora e não tem tirado notas boas. Quando pai e mãe se referem a elas, fica nítida a diferença que fazem entre as duas. Sempre reforçam que Alice é ótima em tudo e que Natália é imperfeita em quase tudo.Ambas cresceram ouvindo e vivendo estes comentários feitos pelos pais.
Normalmente as brigas que o casal vivencia, giram em torno dos perfis diferentes das filhas. Pois cobram muito de uma, cedem muito para outra e a confusão vira discussão que gera uma desarmonia familiar.  Luciana e Eduardo se vêem muitas vezes frustrados por não conseguirem viver o ideal que traçaram da família perfeita.  
Mas vamos falar um pouco das filhas... Alguns anos se passaram!
Alice hoje com 14 anos, adquiriu muitos medos e é insegura. Manter-se no perfil traçado e reforçado pelos pais a fez adquirir alguns medos, pois jamais iria decepcioná-los. Preferiu sempre optar pelo que já sabia e se sentia segura, com isso privou-se de se arriscar, de participar de algumas oportunidades, de se relacionar com novos amigos, pois se algo desse errado os pais não a veriam mais como a certinha, a educada ou a perfeitinha.
Já a Natália, cresceu ouvindo que era a bagunceira... nunca tentou mudar, ou melhor tentou muitas vezes,mas ninguém percebeu pois  sua fama era maior que qualquer tentativa em demonstrar algo que podia fazer perfeitamente. Com isso,  ela tentou mostrar para outras pessoas que poderia ser boa. No grupo de amigos ela era a mais atirada, falante e saia com muitos rapazes,tendo a fama de “piriguete” da escola.  Nos estudos era bem esperta, pois como se sentia sempre a má aluna,buscou alternativas para suprir isso,colando sempre nas provas, comprando trabalhos de outros alunos e sempre dando um “jeitinho” para conseguir o que queria . Caso alguém descobrisse as falcatruas a resposta era sempre a mesma: - Eu sou assim mesmo,não tenho mais jeito! Pois foi isso que ouviu a infância inteira.

Pois bem caro leitor, colocar rótulos em nossos filhos pode ser muito perigoso.Tanto os rótulos positivos como os negativos.  Devemos observar nossos filhos e ajudá-los , com parâmetros reais, pois um quarto desarrumado não significa que ele será eternamente um bagunceiro. Pense nisso!!!

terça-feira, 28 de maio de 2013

O que é ter luxo?



Recentemente fui ao Encontro do Luxo com minha filha que está estudando moda. Foi uma experiência inédita, pois se trata de um evento grandioso envolvendo grandes marcas, moda, estilos e muito luxo!  Realmente um evento muito bem organizado! Circulavam ali pessoas lindas, bem vestidas segurando suas taças com prosecco, falando sobre beleza, moda e muito mais. Para minha filha, seu futuro habitat natural, para mim um momento de observação do comportamento humano.
A palestrante era nada mais, nada menos que Glória Kalil.  Uma mulher especial na beleza, na simplicidade e na clareza ao falar.
Ela iniciou o bate papo comentando sobre uma pesquisa que fizera para entender sobre o luxo. Nesta pesquisa  perguntou-se  para pessoas que não tinham acesso ao luxo: O que era ter luxo?  A resposta que mais se repetia, era a que descrevia o luxo como sinônimo de ter casa cinematográfica, carros de luxo, jóias, viagens para o exterior, barcos luxuosos, etc.. A mesma pergunta foi feita para as pessoas que possuíam esses bens... E a resposta foi unânime: Ter luxo é ter tempo! Neste momento a própria Gloria brincou com a platéia e disse: Então meu vizinho é extremamente  luxuoso, pois ele está desempregado e tem todo o tempo do mundo!
Essa história contada pela Glória Kalil me fez refletir... O que temos feito com nosso tempo?
Trabalhamos demais e não temos tempo para outras atividades? Ocupamos demais nossa agenda e vivemos reclamando da falta de tempo? Quando nos sobra um tempinho, estamos cansados demais e dormimos  ao acordar  temos  a sensação de que não aproveitamos o tempo?  Perdemos tempo ...ganhamos tempo.... abusamos do tempo...
O que realmente nos consome o tempo é o que realmente nos trás prazer?
São muitas reflexões que devem ser avaliadas, pois o tempo não volta.
William Shakespeare fala que  : “O tempo é muito lento para os que esperam, muito rápido para os que têm medo, muito longo para os que lamentam , muito curto para os que festejam mas, para os que amam, o tempo é eterno.”

E você? 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Como escolher uma escola de educação infantil para seu filho!


A primeira escola, a primeira escolha, quanta responsabilidade!  Chegou a hora de levar seu filho ou filha para vencer uma nova fase. Toda criança precisa de criança e a escola é o melhor lugar para esse exercício social. 
Como saber qual a escolha certa? Simples, comece pesquisando.
Escolha escolas que sejam perto ou estejam no seu caminho diariamente. Ligue para saber se a escola marca hora para visitação ou você poderá ir  em qualquer horário . Desconfie das escolas que agendam horário, normalmente verá algo preparado para você e não a rotina habitual.
Ao chegar na escola, converse com a coordenadora, ela com certeza será a pessoal ideal para lhe mostrar tudo.

Fique atenta a pequenos sinais:
  • Olhe as crianças, veja se estão felizes, brincando livremente e  com  a higiene  adequada.
  • Olhe os funcionários, se estão com vontade de trabalhar, se são carinhosos com as crianças, se usam  uniforme , se estão com cabelo preso e se tem as unhas limpas e curtas.
  • Olhe o lugar, se está higienicamente limpo e arrumado, se tiver arrumado demais, desconfie. Lugar onde crianças brincam livremente com certeza deve haver uma pequena desordem. Se estiver arrumado demais é sinal que as crianças não brincam, se tiver bagunçado demais é sinal que as crianças brincam e não são orientadas a arrumar e manter a ordem.
  • Olhe os banheiros, perceba se há vaso sanitário para crianças, espelho e pia na altura delas. Isso indica que são estimuladas a realizar sua higiene.
  • Se a escola fornecer qualquer tipo de alimentação, olhe a cozinha com cautela, veja se a funcionária usa touca e luva, se os utensílios são esterilizados, e se possível peça para olhar o momento de alguma refeição. Se a escola lidar com isso tranqüilamente, irá oferecer o alimento para você experimentar.
  • Pergunte como a escola lida com regras, dê um exemplo de alguma “arte” que seu filho faz em casa e pergunte como a escola agiria nessa situação.
  • Peça para ver o material pedagógico da escola, mesmo se for uma turma de crianças de 2 anos, vale a pena ver como é  realizada  a proposta para essa faixa etária.
  • Pergunte das atividades extras curriculares, se são professores capacitados e se há alguma referencia masculina na escola.
  • Dê preferência por visitar a escola no meio da tarde ou no meio da manhã, pois nestes horários a escola está em pleno vapor e ficará mais fácil conhecer a rotina escolar.
  • Pergunte sobre o processo de adaptação. Se for gradual, ótimo, pois você e seu filho passarão por este  momento e precisam ser acolhidos adequadamente. Caso a escola informe que a adaptação dura um determinado tempo e se a criança não se adaptar devolve o dinheiro, desconfie, pois se existe esta pratica é sinal que as adaptações não são bem sucedidas.
  • Use seu bom senso, pois você deve se sentir bem no ambiente da escola. Às vezes uma escola é ótima para você e seu filho e não é boa para sua melhor amiga e o filho dela.
  • Converse com pais que tenham filhos na escola que você tem intenção de visitar, essa prática pode ajudar muito na hora de decidir.

Espero que com essas dicas você sinta-se mais seguro (a) para realizar a pesquisa e finalmente decidir qual a melhor escola para seu filho.  


sábado, 13 de abril de 2013

Orientando Pais educando filhos



Apresento para vocês o livro : Orientando Pais, Educando Filhos de minha autoria,publicado pela Editora Autores Associados.

Quando nos tornamos pais , buscamos o melhor para nossos filhos. Às vezes o que achamos ser o melhor, torna-s no futuro um erro a ser corrigido. Outras  vezes falamos “ Sim “ demais  tentando deixar o mundo mais bonito aos olhos de nossos filhos , outros momentos  só  falamos “ Não”  tentando prepara-los para a dura vida que esta por vir.

Este linear entre o que queremos fazer e o que corretamente devemos fazer  nos faz questionar muitas coisas, repensar ações e arriscar em teorias experimentais , sem pensar muito nas conseqüências.
Tudo é muito simples, amar é simples quando  há respeito, ser amado é  tranqüilo quando aceitamos o sentimento do outro . Porém nós, tornamos a tarefa de amar nosso filhos e educa-los, em um fardo pesado e por várias vezes queremos  passar essa responsabilidade para terceiros ( escola, avós, babás, etc).
O livro Orientando pais, educando filhos de Debora Corigliano, não tem a pretensão de ser um manual ou cartilha para os pais, ele é apenas uma coletânea de textos sobre  educação de filhos, respeito, carinho e convivência feliz.  
Todos nós temos inteligência para focar nas mais diversas áreas do conhecimento. Nossa inteligência emocional também deve focalizar  e  ser trabalhada para colaborar  em nossa performance profissional e pessoal. Quando falamos em educação de filhos, esquecemos que temos que ter habilidades e inteligência para tal.  Podemos direcionar nossa inteligência emocional para este campo , pois Orientando pais , educando filhos  é um livro que contribuirá muito para isso.
O controle das emoções é essencial para que o cérebro possa trabalhar com tranqüilidade. Quando como pais, estamos vivendo situações conflituosas ou atravessando momentos problemáticos geralmente não conseguimos nos concentrar e nem manter o autocontrole .
Para tanto precisamos ter a capacidade de concentração em tudo o que se refere à educação de nossos filhos. É importante citar que para conseguirmos esta capacidade de concentração necessitamos exercitar algumas aptidões:
ü Não perder o controle, mesmo em momentos difíceis.
ü Ser confiável e inspirar confiança.
ü Ser capaz de reverter uma situação negativa e nunca desistir.
ü Ter habilidades de lidar com  múltiplas solicitações e tarefas ao mesmo tempo.
ü Saber ouvir e ter reciprocidade na hora certa.
ü A capacidade de ajudar , ensinar sem criticar ou menosprezar
ü Dar amor , carinho e respeito para que naturalmente seu filho faça o mesmo.

A partir dessa base emocional, podemos lidar com várias situações que ao longo da vida dos nossos filhos nos pegam de surpresas.
Este livro “ Orientando pais, educando filhos”,  aborda temas importantes e reais do dia – a – dia de crianças  que precisam dos pais como referencial , como porto seguro para  a caminhada  da vida.
Crianças precisam conviver com crianças , este tema é abordado com o objetivo  de valorizar a convivência saudável e significativa que  a criança  precisa para se desenvolver. Aos pares tudo fica mais fácil , a experiência do outro acaba por ajudar sempre.
Como  organizar as regras  e realizar combinado dentro da educação que eu quero para meu filho? Este tema abre um leque de sugestões que facilitam  a convivência saudável  dentro de limites e permissões.
Assuntos como “ medo”,  “ morte”,  “ ciúme” ,   “ consumismo infantil ”, entre outros  , fazem parte da vida de uma família saudável . Levantar estas questões, às vezes trazida pela própria criança , e conduzi-las de forma coerente é um aprendizado para todos. Esse  contexto é abordado no livro “Orientando pais, educando filhos”,  de forma pratica e salutar, ajudando os pais a  conduzirem  a questão com muita tranqüilidade.
Dicas sobre a escolha da escola e a melhor hora para ingressar o filho na vida acadêmica, quais os melhores brinquedos para meu filho de acordo com sua idade, adaptação ao convívio escolar  e como proporcionar férias agradáveis ao meu filho, mesmo estando trabalhando , são assuntos que orientam e facilitam  , na maioria das vezes , as dúvidas que muitos pais apresentam na hora de tomar uma decisão assertiva sobre a nova fase da vida de seu filho.
Temas polêmicos  como sexualidade: ajudando a cada nova fase , separação dos pais, dormindo  entre os pais , participação dos avós na educação dos filhos são abordados de uma forma  que leva o leitor a  pensar, conhecer experiências que deram certo e refletir sobre o melhor caminho a ser tomado quando surge  o assunto dentro do contexto familiar.
Com esta gama de temas , meu  livro é indicado para  leitores  que são pais, avós, educadores e que acreditam na educação como forma de valorizar o ser humano e ajuda-lo a ser cada vez melhor. Se cada um começar  a rever sua forma de lidar com seus semelhantes , com certeza o mundo será melhor. É nossa obrigação como pais e educadores a fazer  algo para tal.
Qual será sua contribuição na educação de seu filho?
Leia o livro  “Orientando pais , educando filhos”  e reflita.......


Debora Corigliano